Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Um paciente de 35 anos procura o pronto-socorro com queixa de dor epigástrica intensa, distensão abdominal e vômitos. Está febril (temperatura axilar = 38 °C), taquicárdico (frequência cardíaca = 105 batimentos por minuto) e taquipneico (frequência respiratória = 24 incursões por minuto). O abdome está distendido e sem sinais de irritação peritoneal. Amilase: 1790 U/L. APACHE II: 25. Além das medidas habituais de reanimação, no terceiro dia de evolução é feita tomografia computadorizada de abdome que mostra necrose de 35% do parênquima pancreático. Melhor abordagem terapêutica neste momento, além de continuar com o suporte clínico intensivo:

A
nutrição parenteral total, antibioticoterapia de amplo espectro e punção da necrose, guiada por tomografia
B
passagem de sonda nasoenteral em posição pós-Treitz, sob visão endoscópica, para nutrição enteral
C
nutrição parenteral total e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
D
passagem de sonda nasoenteral em posição pós-Treitz, sob visão endoscópica, para nutrição enteral, antibioticoterapia de amplo espectro e necrosectomia pancreática
E
nutrição parenteral total, antibioticoterapia de amplo espectro e necrosectomia pancreática
São considerados sintomas típicos da doença do refluxo gastroesofágico:
M.D.A., de sete anos, sexo masculino, tem apresentado dificuldades escolares. A professora notou que a criança tem períodos rápidos de parada das atividades, não responde quando chamado e tem olhar parado. Estes períodos são de curta duração de, no máximo, um minuto, porém se repetem várias vezes. Não refere nenhuma outra queixa e os exames clínicos e neurológicos são normais. Foi pedido um EEG e o laudo revelou atividade de espícula onda lenta 3 Hz difusa. Qual o diagnóstico para essa criança?
A mania e a hipomania não justificadas por doenças orgânicas ou uso de drogas caracterizam o transtorno do humor bipolar. Com grande frequência, pacientes com esse diagnóstico tendem a apresentar:
O prolapso é o deslocamento para a região caudal, anterior ou posterior, de um dos órgãos pélvicos em relação à sua localização normal. No prolapso genital feminino:
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