Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

Um paciente de 54 anos, masculino, com quadro de icterícia obstrutiva e emagrecimento. Colangioressonância revela tumoração na via biliar, na confluência dos hepáticos, com invasão do ramo esquerdo da artéria hepática. A melhor conduta a ser adotada é:

A
hepatectomia central ressecando os segmentos IV b e V do fígado, com anstomose bileo digestiva bilateral
B
hepatectomia direita com hepaticojejunostomia em Y de Roux no lobo esquerdo
C
hepatectomia esquerda com hepáticojejunostomia em Y de Roux no lobo direito
D
quimio e radioterapia, pois o tumor é irressecável pela invasão vascular
Homem de 72 anos apresenta sintomas prostáticos com escore de elevados baseado no questionário International Prostatic Symptoms Scores. Há 3 anos vem sendo tratado com alfabloqueador e inibidor da fosfodiesterase com boa resposta ao tratamento clínico. No entanto, há 6 meses vem progredindo os sintomas e há 1 mês piorou muito. Toque retal: próstata grande de consistência fibroelástica. Exames PSA: 2,1 ng/ml (normal até 2,5 ng/ml); sumário de urina: leucocitúria; urocultura: negativa; ureia: 45 mg/dL e creatinina: 1,9 mg/dL. Ultrassonografia: bexiga espessa com próstata de 80 cm³, hidronefrose e resíduo pós-miccional de 150 ml. A cirurgia de ressecção endoscópica da próstata foi indicada utilizando bisturi polar e irrigação de água destilada. Na recuperação pós-anestésica, o paciente apresenta quadro confusional agudo, náusea, vômitos, hipertensão, bradicardia e visão turva. Que medida deve ser tomada para reverter o quadro?
Mulher de 75 anos realizou tomografia de vias urinárias para investigar nefrolitíase e identificou um nódulo na glândula suprarrenal, à direita de 3 cm, de aspecto homogêneo e circunscrito. Nega história patológica pregressa além do cálculo renal eliminado há um mês. Na avaliação com o endocrinologista não foi detectado ser funcionante. Qual a conduta?
Uma mulher de 76 anos iniciou nitrofurantoína há 1 dia para tratamento de infecção urinária sintomática. De manhã, a filha teve dificuldade para acordá-la e procurou o pronto-socorro. A paciente está rebaixada, letárgica, sem déficits neurológicos focais, P: 112 bpm, rítmico, PA: 86 × 50 mmHg, T: 37,9 ºC, FR: 24 mr/min, com saturação de oxigênio = 88% em ar ambiente. A conduta inicial mais adequada será:
Mulher de 62 anos, nuligesta, diabética, hipertensa e obesa, com menopausa aos 56 anos, queixa-se de sangramento vaginal há cerca de 2 meses, associado a desconforto pélvico leve. Última citologia oncótica há 8 meses, sem alterações. Nega tratamento hormonal na menopausa. Qual fator de risco não está associado com o quadro acima?
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