Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia Geral

Um paciente de 70 anos de idade, com insuficiência hepática compensada, pesando 65 kg, foi operado de uma hérnia inguinal, sob anestesia local. O anestésico disponível é a lidocaína 2% com vasoconstritor. O paciente é monitorizado e recebe 5 mg de midrazolan para sedação. O cirurgião infiltra a região inguinal usando 20 ml do anestésico e, 5 minutos após, o paciente apresenta tremores musculares, náuseas, hipotensão, bradicardia e torna-se confuso. Qual deve ser a conduta do cirurgião?

A
Administrar mais 5 mg midrazolan para aumentar a sedação do paciente.
B
Iniciar rapidamente com trombolítico e colher enzimas cardíacas.
C
Administrar O2 a 100% sob máscara, colocar paciente em Trendefenburg.
D
Elevar cabeceira da mesa, aumentar a hidratação e realizar a cirurgia o mais rápido possível.
Pré-escolar de cinco anos chega ao pronto-socorro em crise asmática iniciada quatro horas antes, após a aula de educação física. Ao exame: FR: 45 ipm, FC: 130 bpm, AP: sibilos difusos, expiração prolongada, MV um pouco diminuído. Segundo o consenso brasileiro sobre asma, a conduta terapêutica a ser adotada nesse caso é:
Uma jovem de 24 anos apresentou, há três semanas, quadro gripal de resolução espontânea. Há sete dias apresenta quadro de parestesias em mãos e pés, de caráter ascendente, associadas à diminuição de força nos quatro membros. Ao exame neurológico, observam-se tetraparesia flácida arreflexa e diparesia facial. O exame complementar que se relaciona com o quadro clínico da paciente é:
Uma adolescente de 15 anos apresenta episódios intermitentes de cefaleia há três anos. A dor é hemicrania, ora direita ora esquerda, tipo latejante, de moderada a forte intensidade, associada à náuseas, vômitos, fonofobia e fotofobia. Precedendo as crises, ela refere parestesias em face e mãos, associadas à escotomas cintilantes. As crises duram em média cinco horas e melhoram com uso de paracetamol. O exame neurológico é normal. As crises ocorrem duas vezes por mês, próximo ao período de provas escolares. O diagnóstico, nesse caso, é:
Oscar tem 50 anos, sabe ser hipertenso e ter “colesterol alto” há 10 anos. É tabagista e tem historia familiar de coronariopatia. Faz uso regular de estatina. No aconselhamento terapêutico de Oscar você deve orientá-lo à parar de fumar e:
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