Questões na prática

Cirurgia

Dermatologia

Um paciente de 75 anos foi internado devido a um quadro de AVC isquêmico, apresentando afasia, hemiplegia à esquerda. Está apático e com a mobilidade muito limitada, no leito. Tem história de ser hipertenso sem tratamento e tabagista de longa data. Familiares negam que o paciente tenha outras comorbidades. Durante sua evolução na enfermaria, observou-se, após 48 horas de internação, a presença de uma úlcera de decúbito em região sacral, com necrose de tecido subcutâneo que se estende em direção à fáscia subjacente sem atravessá-la. Podemos afirmar que se trata de:

A
uma úlcera de decúbito estágio I.
B
uma úlcera de decúbito estágio II.
C
uma úlcera de decúbito estágio II A.
D
uma úlcera de decúbito estágio III.
E
uma úlcera de decúbito estágio IV.
Criança de quatro anos de idade com queixa de febre alta (39,8ºC) há mais de sete dias inicia edema de dorso de mãos e pés e “rash” cutâneo há um dia. Apresenta congestão conjuntival, língua em framboesa e exantema difuso em mucosa oral e faríngea. Hemograma apresenta leucocitose com desvio nuclear à esquerda. O diagnóstico mais provável é:
Num paciente chocado em que há suspeita de insuficiência aguda de suprarrenais, quais as alterações eletrolíticas frequentes que dão força à suspeição diagnóstica e orientam para o tratamento imediato com hidrocortisona?
Homem de 48 anos, natural de Paranaguá, estivador. Há três meses com inapetência, tosse seca, emagrecimento, tosse produtiva mucopurulenta, febre e episódios hemoptóicos. Tabagista e etilista crônico. No exame físico apresenta-se com diminuição de MV e raros estertores expiratórios no 1/3 antero-superior de hemitórax direito. O RX de tórax evidenciou condensação infraclavicular direita, com grande cavitação no seguimento anterior. As hipóteses diagnósticas mais prováveis, por ordem decrescente de probabilidade, são:
Paciente de 66 anos, feminino, sem alterações cardiovasculares importantes, hipocorada, com hemorragia digestiva alta por duas vezes em passado recente. Apresenta no momento, à endoscopia, úlcera duodenal sem sangramento, tamponada por coágulo. Refere três episódios de melena. Há dois dias sem dor epigástrica, nem vômitos. A conduta mais adequada é:
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