Questões na prática

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Um paciente do sexo masculino, com 28 anos, está em tratamento com poliquiomioterapia para hanseníase (dapsona, rifampicina e clofazimina). Apresentou, no quarto mês de tratamento, diminuição do volume urinário, rash cutâneo, dor lombar e elevação de ureia e creatinina. O diagnóstico mais provável, nesse caso, é:

A
Glomerulonefrite crescêntica associada à hanseníase.
B
Nefrite intersticial aguda por rifampicina.
C
Necrose tubular aguda associada à dapsona.
D
Síndrome hemolítica-urêmica associada à clofazimina.
Paciente de 32 anos, nuligesta, chega ao consultório com relato de dor pélvica crônica desde os 25 anos. Refere ciclos menstruais de 25 dias de duração com 8 dias de sangramento de moderada intensidade. Dismenorreia, náuseas e vômitos são frequentes durante a menstruação. Existe melhora dos sintomas com contraceptivos orais, mas a paciente relata parada do uso há 2 anos. O exame físico da paciente é normal. O diagnóstico mais provável é:
Anemias microcíticas e hipocrômicas podem estar relacionadas à deficiência de ferro, inflamações crônicas e talassemia. O parâmetro laboratorial capaz de, fidedignamente, identificar a anemia ferropriva dentre os abaixo é:
Qual das propostas terapêuticas abaixo você preferencialmente NÃO indicaria no hiperparatireoidismo secundário à insuficiência renal.
Considere-se uma criança de 8 anos de idade com tosse persistente há 3 semanas, dores no corpo e temperatura até 37,7°C. Fez uso de Sulfametoxazol-trimetoprim por 10 dias sem melhora do quadro. Foi vacinado com BCG apenas ao nascimento. Recebeu somente as vacinas do 2° mês de vida e reforços da Sabin em campanhas do Ministério da Saúde. Realizou teste tuberculínico duas vezes nesse ínterim, o primeiro com 8 mm, e o segundo com 7 mm. O radiograma de tórax mostra infiltrado bilateral intenso, com opacidade difusa e sem efusão pleural. Dentre os agentes etiológicos abaixo, qual o mais provável nesse caso?
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