Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Dermatologia

Um paciente do sexo masculino, de quatro anos de idade, com quadro de hanseníase nodular da infância. Epidemiologicamente, trata-se de indivíduo que:

A
apresenta resistência ao bacilo e teve contato com portadores de forma multibacilar.
B
sofreu inoculação acidental com o bacilo e não apresenta resistência ao mesmo.
C
apresenta resistência ao bacilo e é resistente ao tratamento.
D
pode transmitir a doença e não apresenta resistência ao bacilo.
Homem, 30 anos de idade, procura pronto atendimento com queixa de tosse seca, secreção nasal importante e dor na face em peso. Os sintomas se iniciaram há 17 dias, melhoraram por volta do quinto dia e logo depois evoluíram com piora progressivamente. Único achado alterado de exame físico: secreção posterior em orofaringe. As condutas diagnóstica e terapêutica corretas são, respectivamente,
G.S.N., 42 anos, sexo masculino, pardo, casado, evangélico, professor, procedente do Bairro Jardim Primavera, procurou a USF local com queixa de "dor nas costas e febre". Refere que há aproximadamente 1 semana, iniciou quadro clínico com disúria, evoluindo há três dias com febre e calafrios, além de dor em hipogástrio, irradiada para flanco e região lombar direita, tipo cólica, moderada e intermitente. Em relação aos antecedentes pessoais patológicos, refere infecções urinárias de repetição, assim como, litíase renal. Ao exame físico, paciente em regular estado geral, lúcido e orientado no tempo e espaço, fáscies de dor, febril (39ºC), eupneico (18 irpm), taquicárdico (106 bpm), normocorado, hidratado, anictérico, IMC = 33 kg/m2, PA 140x90 mmHg. Glicemia de 105 mg/dL. O SINAL SEMIOLÓGICO que reforça a principal hipótese diagnóstica para este caso é o Sinal de:
Paciente jovem possui cálculo radiopaco de 1,7 cm em cálice superior de rim esquerdo. Relata dor lombar esporádica do mesmo lado, sem hidronefrose. Para o caso em questão, e dentro das alternativas abaixo, qual tratamento oferece a maior porcentagem de pacientes livres de cálculos?
Paciente do sexo feminino, de 28 anos, previamente hígida, apresenta-se com quadro de dor ocular de início há seis horas no olho direito, de caráter progressivo, com escotoma e dor à movimentação lateralizada do olhar. No exame ocular, movimentos dos olhos normais, acuidade visual 20/20 bilateralmente, reflexos pupilares com reação fotomotora diminuída do olho direito. RM demonstrou duas lesões periventriculares na substância branca, sem realce de gadolínio. Qual é o diagnóstico do sintoma visual?
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