Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Um paciente submetido a peritonectomia com quimioterapia hipertérmica intraperitoneal para tratamento de carcinomatose peritoneal por tumor mucinoso de apêndice evolui no pós-operatório com fósforo sérico de 1,8 mg/dL. É correto afirmar:

A
Como 80% do fósforo se encontra nos ossos, o nível sérico não deve ser usado como guia para indicar nem monitorar a reposição
B
A hipofosfatemia no pós-operatório é decorrente principalmente da redução da absorção intestinal
C
A hipofosfatemia deve ser corrigida indiretamente com hidróxido de alumínio, para aumentar a absorção intestinal
D
Está indicada reposição de fósforo com fosfato de sódio ou fosfato de potássio, se os níveis séricos de fósforo estiverem abaixo de 2,0 mg/dL
E
A hipofosfatemia é normalmente associada a acidose, que deve ser compensada com hidratação e uso de acetazolamida
Paciente, 35 anos de idade, negra, nuligesta, obesa, diabética e tabagista, vem ao consultório médico para avaliação de rotina. Nega fluxo patológico genital. Refere fluxo menstrual de 28 a 30 dias/3 a 5d/++. Ao exame físico, TA: 120 X 70 mmHg, PR: rítmico e cheio, com 65 bpm. Abdome plano flácido e não doloroso à palpação. Trouxe preventivo normal. USG: útero aumentado de volume à custa de 2 nódulos miomatosos, um subseroso e outro intramural, medindo o maior 2,0 cm x 1,8 cm. Volume uterino de 126 cm³. Ovários de volume e ecotextura habituais. Deseja engravidar futuramente. A melhor abordagem dos miomas no caso em questão é:
Mulher, 30 anos de idade, G3P2A0, com 40 semanas de gestação, progrediu no trabalho de parto de 6 cm para 7 cm de dilatação cervical em 2 horas. Ao toque: ODP em plano 0 de DeLee, que persiste desde o início do trabalho de parto. O tipo de pelve que predispõe à posição occipital posterior persistente é a:
Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. São fatores de risco para gravidez ectópica, exceto:
A cefaleia é um dos sintomas mais comuns na prática médica. Os aspectos de história relacionados a seguir, fazem pensar em migrânea (enxaqueca) como origem da cefaleia, exceto:
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