Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Nefrologia

Ginecologia

Uma adolescente de 14 anos, do sexo feminino, procura atendimento médico, acompanhada de sua mãe, devido à perda de peso excessiva. A mãe relata que a adolescente permanecia longos períodos no banheiro para induzir vômitos. A adolescente confirma a história e refere uso de laxante. Ciclo menstrual irregular com amenorreia há quatro meses. Exame físico: peso: 35 Kg (< p3), Estatura: 168 cm (p 90), IMC: 12,41 Kg/m2 (<p3), PA 100/70 mmHg, FC: 70 bpm. Considerando a provável hipótese diagnóstica, o principal sinal de gravidade é a:

A
hiponatremia.
B
alcalose hiperclorêmica.
C
acidose hipoclorêmica.
D
hipopotassemia.
Paciente, 34 dias de vida, é levado à consulta de rotina, trazendo o resultado do teste do pezinho, onde se verificou, na eletroforese de Hb, a presença de hemácias F, A e S. A conduta a ser adotada é:
Paciente internado com quadro de edema, oligúria, hipertensão, apresenta-se dispneico com estertores de base pulmonar, alterações hidroeletrolíticas, como hiperpotassemia, acidose grave, hipocalcemia, hiperfosfatassemia e hiperuricemia. Após instituir a terapêutica habitual para IRA, passa a manter hiponatremia refratária à terapia. Aumento progressivo da ureia e creatinina, oligoanúria persistente. A conduta a ser adotada no caso é indicar:
O uso de desfibrilador externo automático, DEA, tem sido preconizado como elemento fundamental dos cuidados referentes ao suporte básico de vida, na parada cardiorrespiratória, PCR. Esse uso encontra respaldo na seguinte assertiva:
Uma paciente feminina, 24 anos, apresenta constipação intestinal que se acentuou durante a gravidez. Procura atendimento devido à dor anal intensa durante a evacuação, que persiste por horas. Apresenta sangramento vivo sobre as fezes. Qual sua hipótese diagnóstica e sua conduta inicial?
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