Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Uma gestante no primeiro trimestre de gravidez apresenta exame com IgG e IgM positivos para toxoplasmose. Assinale a conduta mais adequada:

A
iniciar medicação caso o teste de avidez esteja baixo.
B
iniciar sempre a medicação, pois nesta época o teste de avidez não é útil.
C
não usar medicação neste caso, pois o maior risco para o feto é no terceiro trimestre.
D
solicitar ultrassonografia morfológica e realizar amniocentese se tiver alguma alteração.
E
iniciar medicamento caso o teste de avidez esteja alto.
Primigesta de 19 anos, com idade gestacional de 37 semanas, apresentando dor abdominal em barra e escotomas. Ao exame clínico constata-se: edema importante, generalizado; PA = 170/110mmHg; reflexos tendinosos exaltados; dinâmica uterina ausente; bfc = 152 por minuto; toque vaginal: colo uterino com dilatação de 5 cm. A conduta, neste caso, é:
Paciente deu entrada no pronto-socorro referindo perda visual abrupta há 12 horas no olho direito, sem dor associada e com pródromo de fotopsias. Ao exame, a acuidade visual no olho direito é de movimentos de mãos. Qual o diagnóstico e conduta mais adequados?
Sobre icterícia obstrutiva é incorreto afirmar:
Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). A cardiotocografia realizada 1h após a internação evidencia padrão periódico, desaceleração da frequência cardíaca fetal, cujo intervalo de tempo entre o início da contração e o princípio da desaceleração é de 35 segundos com linha de base em 130 bpm. Heloísa está agora com 6 cm de dilatação, colo 100% apagado,apresentação em plano“0” de De Lee, líquido de tinto de mecônio. BCF de 110 bpm e cardiotocografia não reativa. No puerpério imediato, a trombose venosa profunda (TVP) de Heloísa se agrava por ter permanecido muito tempo acamada apesar das recomendações médicas para a deambulação precoce. No terceiro dia de puerpério, Heloísa amanhece com as mamas doloridas, muito ingurgitadas, levemente hiperemiadas e temperatura axilar de 37,8°C. Diante deste quadro clínico a conduta é:
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