Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Hematologia

Uma mãe fica muito preocupada ao receber a notícia que seu filho de 3 anos é portador de anemia falciforme. Ela procura tirar todas as suas dúvidas com o médico, mas este, equivocadamente, lhe diz:

A
A dactilite ou síndrome mão-pé é habitualmente presente em lactentes jovens, sendo pouco provável que seu filho apresente esta manifestação.
B
O priapismo pode ser um problema recorrente e caracteriza-se por uma ereção com duração superior a 30 minutos.
C
Uma das manifestações da doença é a síndrome torácica aguda, caracterizada por um enrijecimento torácico associado a uma ausência de sinais radiográficos.
D
A crise vasoclusiva é muito frequente e tem como característica principal a dor musculoesquelética intensa.
E
O sequestro esplênico agudo é complicação muito grave, mas geralmente acomete lactentes.
Lactente de 3 meses e meio de idade é levado ao Pronto Atendimento com queixa de vômitos e irritabilidade. A mãe refere que ele apresenta regurgitação pós-mamadas há 2 meses, com piora no último mês. De acordo com o relato materno, “após quase todas as mamadas a criança chora e se joga para trás, regurgita e quer mamar novamente”. Às vezes dorme bem à noite, até por 5 horas seguidas, mas na última semana tem acordado com maior frequência, a cada 2 horas, chorando. Nega febre ou recusa alimentar. Evacuações e urina normais. Ao exame físico: peso e estatura no score Z-1 (pela carteira de vacinação ao nascimento, com 1 e 2 meses de idade, o peso e a estatura estavam no escore Z-0). Bom estado geral, calmo, corado, hidratado, afebril. Fontanelas normais, orofaringe e otoscopia normais. Exame dos campos pleuropulmonares e do precórdio sem anormalidades. Abdome globoso, com ruídos hidroaéreos normais, flácido, indolor, sem massas ou visceromegalias. Considerando os dados apresentados, qual é a melhor hipótese diagnóstica para o caso?
Pedrinho com 3 meses de vida é levado pela mãe ao Pronto Socorro Infantil com história de tosse há 3 dias, febre baixa, não medida, inapetência, chiado no peito, cansaço e dificuldade para mamar. História pregressa: RN de parto via vaginal, à termo, peso nascimento 3.300 g, estatura: 49 cm. APGAR 9/10. Seio materno exclusivo. Ao exame físico: peso atual: 6.200g, estatura: 60 cm, frequência cardíaca: 120 bpm, frequência respiratória: 56 rpm, temperatura axilar:37,8ºC. Bom estado geral, taquipneico, sibilos difusos com tempo expiratório prolongado e presença de estertores subcrepitantes esparsos. Exame realizado: RX de tórax: hiperinsuflação com retificação dos arcos costais, área cardíaca dentro dos limites da normalidade, arcabouso ósseo íntegro. Qual a hipótese diagnóstica, mais provável para o caso acima?
Um paciente com este exame de fundoscópico apresenta como principal dado clínico: (VER IMAGEM)
Parturiente apresenta ao exame de toque vaginal cervicodilatação de 9 cm, bolsa íntegra, feto em apresentação cefálica, bregma na direção da sinostose sacroilíaca direita. É correto afirmar que se trata de uma apresentação cefálica defletida de:
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