Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Uma menina de 6 meses de idade chega ao pronto-socorro com história de febre há 2 dias, irritabilidade e anorexia, sem outros sintomas. O exame físico revelou: regular estado geral, discreta palidez cutaneomucosa e temperatura axilar de 38ºC, sem outras alterações. O hemograma revelou 19.500 leucócitos/mm³, com 20% de bastonetes e 70% de segmentados e a urina tipo I, colhida por sondagem vesical, revelou 230.000 leucócitos/mm³. Em relação a esse caso, pode-se afirmar que:

A
o mapeamento com DTPA é um bom exame para a confirmação de pielonefrite.
B
não há indicação de investigação radiológica, pois trata-se do primeiro episódio de infecção urinária em menina.
C
o número elevado de leucócitos, em urina colhida por sondagem vesical, confirma o diagnóstico de pielonefrite.
D
o agente etiológico mais provável é o Proteus sp.
E
o tratamento deve ser iniciado com antibiótico empírico, enquanto aguarda a urocultura para confirmação da infecção.
Dentre as várias técnicas cirúrgicas para tratamento da Obesidade Mórbida, existem as técnicas restritivas e as restritivas-disabsortivas. Das opções abaixo, qual delas é apenas restritiva?
Assinale a alternativa incorreta.
Um paciente obeso, hipertenso controlado com vasodilatadores, alcoolista, não diabético, trabalha 16 horas por dia como vendedor em um bar da periferia. Refere ter no final do dia pernas que incham e pela manhã estão livres do edema. Há 4 dias, pela tarde, iniciou mal-estar geral caracterizado por dor no corpo, principalmente lombar, associando a dor na cabeça. Algumas horas depois apresentava febre alta e calafrios sendo necessário o agasalhamento. Esta situação se seguiu de dor em queimação intensa na perna esquerda, precedida de prurido, e o local se tornou avermelhado, em uma grande placa circinada que envolvia a região desde o pé até próximo do joelho. Houve aumento do volume da perna. Refere que surgiram adenopatias inguinais e se formaram bolhas, sem sangue, na região eritematosa. Qual o diagnóstico etiológico da síndrome febril?
AJK, 32 anos de idade, 38 semanas de idade gestacional, realizou acompanhamento com 9 consultas de pré-natal em unidade básica de saúde, sem intercorrências, Exames normais. Evoluiu para parto normal após 3 horas de rotura artificial de membranas, com saída de líquido claro. Parto fórcipe há 2 anos, sem intercorrências. Recém-nascido (RN) do sexo feminino com peso de 3.320 g. Apgar 9, 10 e 10, no primeiro, quinto e décimo minutos de vida. Evoluiu com boa aceitação alimentar, eliminações presentes, controles normais. Com 18 horas de vida apresentou icterícia leve, Zona I. As tipagens sanguíneas materna e da RN eram, respectivamente, O Rh positivo, Coombs indireto (PAI) negativo e A Rh negativo com Coombs direto (TAD) negativo e teste de eluato positivo. Exames maternos no momento do parto: VDRL (Venereal diseases research laboratory): 1/2 e TPPA (Treponema pallidum particulate agglutination assay): negativo. Colhidos hemograma completo e dosagem de bilirrubinas da RN que revelaram: Hb 14,0 g/dL e Ht 41%,sem quaisquer outras alterações e bilirrubina indireta (BI) 7,0 mg/dL; bilirrubina direta (BD) 0,8 mg/dL e bilirrubina total (BT) 7,8 mg/dL. O diagnóstico para a icterícia e a conduta a ser recomendada são:
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