Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Uma menina de 8 meses tem febre há 4 horas. Ao exame físico, está ativa e não há nenhuma anormalidade digna de nota. É feita coleta de urina para realização de urina tipo I e urocultura (URC) por sondagem vesical. A urina tipo I é sugestiva de infecção do trato urinário. A conduta mais correta é:

A
iniciar antibioticoterapia por via oral. Caso a URC seja positiva, fazer USG dos rins e das vias urinárias, 24 a 48 horas após o diagnóstico. Tratar durante 10 dias. Suspender a ATB e fazer (UCM) de forma eletiva.
B
aguardar a URC antes de iniciar a antibioticoterapia (ATB), pois não há toxemia. Caso a URC seja positiva, tratar durante 10 dias. A criança deverá fazer (USG) de rins e vias urinárias para investigação de possíveis malformações do trato urinário.
C
iniciar ATB por via oral. Caso a URC seja positiva, tratar por, no mínimo 10 dias. Realizar ultrassonografia (USG) de rins e vias urinárias. Após 48 horas do término do tratamento realizar URC de controle, se negativa, agendar eletivamente uretrocistografia miccional (UCM). Até a realização da UCM, a criança deve ser mantida em uso de antibiótico.
D
internar a criança para ATB intravenosa. Caso a URC seja positiva, solicitar USG de rins e vias urinárias e UCM. Ela poderá receber alta 48 horas depois, porém deve ser mantida a ATB por via oral até completar 10 dias.
E
iniciar ATB por via oral. Caso a URC seja positiva solicitar USG de rins e vias urinárias e UCM. Manter a ATB por 10 dias. Se UCM for positiva para refluxo vesicoureteral, encaminhar para cirurgia. Manter ATB por via oral até a cirurgia.
Em relação ao desenvolvimento da síndrome de Stevens-Jonhson, quais as drogas que representam maior risco relativo em análises multivariadas?
Homem, 37 anos de idade, com diagnóstico prévio de urolitíase, com dor lombar à direita há 20 dias, fazendo uso de diclofenaco, evoluiu há 48 horas com piora da dor abdominal, com náuseas, vômitos e redução do volume urinário. Exames de laboratório mostram ureia: 120 mg/dl, creatinina: 3,0 mg/dl, hemogasimetria arterial: pH: 7,33; HCO3: 11 mEq/l; PCO2: 26 mmHg, PaO2: 87 mmHg. BE: -4; Cl: 106 mEq/l, Na: 140 mEq/l, SaO2: 94%. K: 6,0 mEq/l; glicemia: 104 mg/dl. Cálcio: 8,5 mg/dl. Sódio urinário em amostra isolada: 19 mEq/l. A ultrassonografia de abdome mostra dilatação pielocalicial à direita, sem outras alterações. A causa mais provável para o distúrbio apresentado é:
Paciente, 24 anos de idade, G2P1A0, com gestação de 12 semanas, vem ao pré-natal referindo cansaço e tontura. Queixa-se, ainda, de náuseas e vômitos eventuais. Trouxe exames com Ht: 30%, Hb: 10, 2 g%, VCM e HCM diminuídos e RDW de 15,8%. Caracteriza-se a anemia com os dados existentes, como:
Lactente, dois anos de idade, negro, sexo masculino, natural de Salvador - BA. É internado com quadro de febre há 20 dias, dor em MMSS, com presença de hiperemia em 3° e 5° quirodáctilo D. Antecedentes de três internações no último mês, pelos mesmos sintomas. Portador de falcemia (SS), diagnosticada no teste de triagem neonatal. O Rx mostra lesão osteolítica no 3° e 5° quirodáctilo, com fratura patológica ao nível do 3º, a radiografia de tórax é normal:
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