Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Uma paciente, 22 anos de idade, diarista, moradora de São Sebastião - região administrativa situada a 25 km da rodoviária do Plano Piloto, deu entrada no pronto socorro e refere febre há três dias, acompanhada de cefaleia, mal estar generalizado, dores musculares e prurido. Foi medicada com sintomáticos e teve alta. Retornou após dois dias com ressurgimento dos sintomas, além de vários episódios de vômitos. Ao exame, apresenta bom estado geral, desidratada +/4+, febril e exantema no tronco e MMII. Refere ter tido dengue em 2002, quando morava em Goiânia e apresentou os mesmos sintomas. O clínico suspeita de dengue e adota algumas medidas. Assinale a alternativa incorreta quanto à medida adotada pelo clínico.

A
Solicita hemograma completo e plaquetas.
B
Notifica a suspeita de dengue.
C
Solicita coleta de sangue para exame sorológico para dengue.
D
Após a medicação sintomática, interna a paciente no pronto socorro para observação, repouso, hidratação e acompanhamento.
E
Consideram-se como sinais de alerta: vômitos repetidos, dor abdominal intensa, tonturas, agitação ou sonolência, sangramentos.
Gestante, com laudo ultrassonográfico morfológico indicando cardiopatia congênita fetal, dá a luz, a RN do sexo masculino, com 35 semanas de idade gestacional, hipotônico e em apneia. A sala de partos dispõe de blender para os gases e oxímetro de pulso. RN recebeu todos os cuidados adequados e entre 120 a 180 minutos de vida encontrava-se entubado, ventilado por balão acoplado à cânula traqueal, com oxigênio a 90 %, mantendo saturação de 80 % na oximetria de pulso e frequência cardíaca de 55 bpm. Nesse momento, a conduta é
Paciente de 30 anos, sexo feminino, atendida em hospital de urgência de alta complexidade, referindo cólica nefrética direita há 3 dias e, no momento, assintomática. Realizou ultrassom que evidenciou imagem sugestiva de cálculo ureteral distal, localizada na junção ureterovesical, medindo 0,8 cm, sem dilatação do trato urinário. Exames de urina rotina e urinocultura foram negativos. Qual a melhor conduta?
M.F.I, 47 anos, sexo masculino, hipertenso e diabético tipo II não insulino-dependente, queixa-se de dificuldade de deambulação devido perda da sensibilidade nos membros inferiores há 3 horas. Apresenta extremidades inferiores frias bilateralmente, pulsos não palpáveis. Considerando um quadro de oclusão arterial aguda, o que torna o membro isquêmico inviável é:
Lesões de bexiga extraperitoneais causadas por traumatismos abdominais fechados de bacia, sem outras lesões abdominais associadas, são idealmente tratadas:
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