Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Hematologia

Uma paciente, com 25 anos de idade, há três dias apresenta febre, cefaleia intensa retro-orbital, mialgia e exantema cutâneo morbiliforme. Há oito dias retornou de Fortaleza e há um dia começou a apresentar petéquias, epistaxe e teste do torniquete positivo. Sua pressão arterial é de 120/70 mmHg e sua pulsação, de 80 bpm, a temperatura é de 36,7ºC. Os exames laboratoriais mostraram plaquetas de 80.000, leucopenia, tempos de protrombina e tromboplastina parcial normais e sorologia para dengue (IgM) positiva. Esse quadro caracteriza diagnóstico de:

A
Dengue hemorrágica.
B
Síndrome de choque da dengue.
C
Dengue hemorrágica com CIVD.
D
Dengue clássica.
E
Dengue com comprometimento neurológico
Recém-nascido com 2 semanas de vida, apresenta-se no consultório de pediatria com insuficiência cardíaca grave, sem sopro. Dentre os dados importantes para o diagnóstico de possível cardiopatia congênita, destaca-se:
Durante o período gestacional, a condição materna que predispõe mais o feto a cardiopatias congênitas é:
Criança, 6 anos, amanheceu chorando, com forte dor no quadril e na parte anterior da coxa à esquerda. Chega para o atendimento médico claudicando. Não apresenta febre ou postura antálgica, mas discreta coriza remanescente de um resfriado iniciado há 10 dias. A radiografia de quadril está normal e a ultrassonografia mostra derrame coxofemoral. VHS é de 13 mm. Neste caso, o melhor tratamento é:
Mãe ansiosa leva seu filho menor, lactente de 10 meses, ao posto de saúde próximo à sua residência para avaliação pediátrica, pois acha que o mesmo não está se desenvolvendo como o filho da vizinha que tem a mesma idade. Baseando-se nos marcos do desenvolvimento neuro-psicomotor adequado, qual dos dados abaixo justificaria a preocupação desta mãe?
Compartilhar