Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Uma paciente de 34 anos relata cefaleia fronto-temporal unilateral, pulsátil, de forte intensidade, associada à náusea, fotofobia e osmofobia há 12 anos. As crises têm duração média de 48 horas e ocorrem de duas a quatro vezes por mês. Ansiedade e consumo de vinho desencadeiam as crises: o uso de analgésicos e anti-inflamatórios aliviam a dor. Nos períodos entre as crises, mantém-se assintomática. A paciente procurou atendimento de urgência por ter tido parestesia no dimídio esquerdo por cerca de 40 minutos, a qual foi seguida por cefaleia mais intensa do que o habitual, porém com as mesmas características acima descritas. O exame neurológico realizado a cerca de 2 horas após o início da cefaleia não revelou anormalidade. Quanto à parestesia relatada nesse caso, qual a etiologia mais provável?

A
Infarto cerebral enxaquecoso.
B
Ataque isquêmico transitório de orgem cardioembólica.
C
Aura enxaquecosa.
D
Crise epilética parcial simples sensitiva.
E
Transtorno somatiforme.
Mulher de 59 anos com história prévia de nefrectomia por nefrocalcinose refere quadro de dores ósseas, principalmente, em membros inferiores. Apresentou, no último ano, 2 cólicas nefréticas, com cálculos pequenos em rim remanescente. Cálcio e PTH séricos, ambos elevados. Ultrassonografia cervical demonstrou nódulo no lobo esquerdo da tireoide no pólo superior. O exame para confirmação diagnóstica e o tratamento são, respectivamente,
Homem de 56 anos queixa-se de perda da acuidade e turvação visual. Foi examinado pelo oftalmologista que diagnosticou pan-uveíte. O exame físico não mostrou alterações e os resultados de exames sorológicos de sífilis são os seguintes: ELISA – positivo, VDRL = 1/128. Assinale o correto com respeito a esse caso.
Com referência às intervenções cirúrgicas na infância, julgue o item seguinte. As intervenções cirúrgicas precoces — abaixo de dois anos de idade — são indicadas nos casos de hidrocele e de criptorquidia, em vista dos benefícios relacionados à manutenção da fertilidade e à redução da incidência de câncer testicular.
A litíase urinária é um problema muito frequente na prática urológica, com ônus significativo, tanto em nível pessoal para o paciente, quanto financeiramente para o sistema de saúde. Há relatos de litotomias terapêuticas realizadas, na Índia, há aproximadamente 3.000 anos. A prevalência da doença vem aumentando nas últimas décadas e, apesar dos avanços tecnológicos permitindo abordagens cada vez menos invasivas, a morbimortalidade em casos complicados com infecção continua a surpreender médicos e pacientes. Considerando o tratamento da litíase potencialmente obstrutiva do trato urinário superior e o risco de sepse urinária, qual dos pacientes a seguir apresentados não foi tratado adequadamente?
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