Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Gastroenterologia

Pediatria Geral

Uma paciente de 36 anos apresenta dor abdominal e diarreia crônica associada à enterorragias paroxísticas. Durante a entrevista médica, os dados obtidos à anamnese e ao exame físico permitiram formular a hipótese diagnóstica de uma doença inflamatória intestinal. Os dados abaixo anotados foram assinalados pelo médico assistente. Todos sugeriam como mais provável o diagnóstico de doença de Crohn, EXCETO (mais sugestivo de retocolite ulcerativa):

A
Há sinais de acometimento anal, com fissuras locais.
B
Há massa palpável na fossa ilíaca direita e a paciente esteve para ser operada no passado por um quadro de suboclusão intestinal motivado por essa lesão.
C
A paciente não é tabagista - nunca fumou.
D
Existe uma provável fístula enterovaginal.
E
Há evidências de esteatorreia e passado recente de nefrolitíase por oxalato de cálcio.
Homem, 40a, vítima de acidente automobilístico há 30 minutos, foi trazido pelo SAMU à unidade de emergência. Exame físico: descorado 3+/4+, consciente, Glasgow = 15, PA = 70 x 40 mmHg, FC = 140 bpm. Abdome: dor à palpação profunda, sem irritação peritoneal. Bacia: dor à mobilização, com sinal de instabilidade. Exames complementares: Hb = 6 mg/dl, tomografia computadorizada: hematoma retroperitoneal e disjunção do anel pélvico com fratura fechada da diáfise do fêmur esquerdo. Após infusão de 2.000 ml de cristaloide: FC = 150 bpm e PA = 65 x 35 mmHg. ALÉM DA REPOSIÇÃO VOLÊMICA, A CONDUTA É:
Homem, 62a, tabagista e ex-etilista, apresenta disfonia progressiva e odinofagia há 6 meses. Exame físico: linfonodomegalia cervical nível III à esquerda. O DIAGNÓSTICO CLÍNICO, OS EXAMES DE ESTADIAMENTO E DE CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA SÃO:
Paciente do sexo feminino, 73 anos, comparece à consulta médica, informando que durante o último ano apresentou perda espontânea de 5 kg. Afirma que está inapetente e que observou dificuldade crescente para realizar atividades habituais como subir no ônibus ou levantar-se da cadeira. Relata grande fadiga. Nega humor deprimido ou anedonia. Ao exame físico, nota-se redução da força muscular, medida através da força de preensão palmar. A paciente afirma que passou por diversos médicos sem receber um diagnóstico preciso. Traz vários exames realizados que se mostraram normais. O diagnóstico mais provável para a paciente é:
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com osteoporose pós-menopausa, estava tomando semanalmente 70 mg de alendronato há 25 meses quando após uma queda da própria altura apresentou fratura de Colles. Nesse caso:
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