Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Gastroenterologia

Pediatria Geral

Uma paciente de 36 anos apresenta dor abdominal e diarreia crônica associada à enterorragias paroxísticas. Durante a entrevista médica, os dados obtidos à anamnese e ao exame físico permitiram formular a hipótese diagnóstica de uma doença inflamatória intestinal. Os dados abaixo anotados foram assinalados pelo médico assistente. Todos sugeriam como mais provável o diagnóstico de doença de Crohn, EXCETO (mais sugestivo de retocolite ulcerativa):

A
Há sinais de acometimento anal, com fissuras locais.
B
Há massa palpável na fossa ilíaca direita e a paciente esteve para ser operada no passado por um quadro de suboclusão intestinal motivado por essa lesão.
C
A paciente não é tabagista - nunca fumou.
D
Existe uma provável fístula enterovaginal.
E
Há evidências de esteatorreia e passado recente de nefrolitíase por oxalato de cálcio.
Sobre o mecanismo de lesão nas hepatites medicamentosas, assinale a alternativa que apresenta a droga que se correlaciona com lesão colestática por lesão nos ductos biliares:
A cicatrização das feridas apresenta 3 fases importantes. Na evolução cronológica destas fases há o aparecimento de diferentes tipos de células na ferida durante a cicatrização. Qual das respostas abaixo correlaciona, corretamente, a fase com o número de determinada célula.
Lactente de 1 ano e 6 meses, com diagnóstico prévio de Tetralogia de Fallot, em uso de propranolol. Trazido ao pronto socorro pela mãe, pois ficou roxinho, após aplicação da vacina BCG no posto de saúde. Ao exame encontrava-se cianótico 3+/4+, agitado e chorando. Foi colocado em oxigenoterapia. FC = 176 bpm, pulsos fortes e perfusão limítrofe. FR = 36 ipm, esforço leve a moderado, pulmões limpos. O fígado não era palpável e o abdômen era flácido. Referente ao caso, está correta a seguinte afirmativa:
A respeito da parada cardiorrespiratória (PCR) em crianças, julgue o item a seguir. Quando administrada na PCR, a ação farmacológica da adrenalina promove a vasoconstrição (efeito alfa), o que eleva a pressão de perfusão durante a compressão torácica e aumenta a liberação de oxigênio para o coração.
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