Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Reumatologia

Uma paciente de 52 anos, portadora de esclerose sistêmica progressiva, vem se queixando do surgimento, há dois meses, de dor na hemiface direita, associada à ocasionais parestesias. A explicação mais provável para estes sintomas é o acometimento da seguinte estrutura:

A
nervo facial.
B
ouvido médio.
C
nervo trigêmeo.
D
glândula parótida.
Representa fator de risco para osteoporose em mulheres:
Uma adolescente de 15 anos apresenta episódios intermitentes de cefaléia há três anos. A dor é hemicrania, ora direita ora esquerda, tipo latejante, de moderada a forte intensidade, associada a náuseas, vômitos, fonofobia e fotofobia. Precedendo as crises, ela refere parestesias em face e mãos, associadas a escotomas cintilantes. As crises duram em média cinco horas e melhoram com uso de paracetamol. O exame neurológico é normal. As crises ocorrem duas vezes por mês, próximo ao período de provas escolares. O diagnóstico, nesse caso, é:
Mulher de 73 anos, em tratamento para neuralgia pós-herpética, demência do tipo Alzheimer, hipertensão arterial e diabetes, é internada por sonolência e confusão mental aguda, secundária a hiponatremia. O medicamento que provavelmente causou a hiponatremia foi:
Uma mulher de 66 anos chega ao consultório médico queixando-se de dor profunda, em queimação, nos membros inferiores, que piora à noite, antes de dormir, de início há dois meses, mas que vem piorando progressivamente. Refere, ainda, cansaço diurno e diz que sua dor noturna somente melhora quando ela começa a mover as pernas e a andar pelo quarto. Nega doença prévia. É independente e faz hidroginástica três vezes por semana, porém apresenta-se ansiosa e preocupada, durante a consulta. No exame físico, não são encontradas alterações. Depois de elaborada a hipótese diagnóstica, a conduta medicamentosa mais apropriada para esse caso é:
Compartilhar