Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Uma senhora de 45 anos de idade, em uso crônico de anti-inflamatórios não esteroides (AINE), apresenta-se para atendimento emergencial com quadro de hematêmese. Após estabilização hemodinâmica, é encaminhada para endoscopia digestiva, que revela úlcera duodenal, sem sangramento atual, com coágulo firmemente aderido na base. Qual das condutas abaixo não diminui a ocorrência de ressangramento?

A
Inibidores de bomba de prótons.
B
Injeção endoscópica de álcool absoluto ou adrenalina.
C
Antagonistas H2.
D
Suspensão dos AINE.
Primigesta de 16 anos, sem acompanhamento pré-natal, com 31 semanas, apresenta cefaleia, epigastralgia e escotomas. A pressão arterial é de 140/100 mmHg. Recomendam-se, no caso dessa paciente:
Em relação às infecções do trato superior NÂO se pode afirmar:
Menino, de 6 anos, é trazido ao pronto-socorro com história de 4 episódios de evacuação com sangue vermelho vivo com coágulos, em grande quantidade, nas últimas 10 horas. Exame físico: regular estado geral; FC = 144 bpm; FR = 30 irpm; PA = 78 x 38 mmHg; descorado 3+/4+; dor leve à palpação abdominal. Toque retal: presença de coágulos e sangue em ampola retal: A hipótese diagnóstica etiológica é:
Criança, sexo masculino, sete anos, história de amigdalite purulenta, tratada com penicilina benzatina três dias após o início dos sintomas. Após 7 dias de tratamento, notou-se urina escura, diminuição do volume urinário, edema e cefaleia. Na avaliação clínica, confirma-se presença de edema e a pressão arterial observada é de 130 x 90 mmHg, sem sinais de encefalopatia hipertensiva. Exames laboratoriais confirmam o diagnóstico de glomerulonefrite aguda pós-estrepcócica. Para o controle da hipertensão arterial, inicialmente você tomaria as seguintes condutas, exceto:
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