Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Hematologia

Você é chamado para avaliar um homem de 78 anos que vem progressivamente, ao longo dos últimos dois anos, com dificuldade de marcha e paraparesia espástica lentamente progressiva. Queixa-se de parestesias nas mãos e pés e refere que, às vezes ao tossir ou espirrar, sente piora da fraqueza nas pernas e um choque no braço esquerdo. Ao exame nota-se paraparesia espástica, diminuição da sensibilidade vibratória nas pernas, sinal de Romberg, hiper-reflexia nos membros inferiores, cutaneoplantar em extensão bilateralmente, atrofia da musculatura intrínseca das mãos mais à esquerda, diminuição do reflexo bicipital bilateralmente. Ele tem bom estado geral, está corado e anictérico, tem humor diminuído e chora ao ser examinado. A melhor hipótese diagnóstica inicial é:

A
depressão.
B
deficiência de vitamina B12.
C
esclerose lateral amiotrófica.
D
mielopatia espondilítica cervical.
Alcoólatra é admitido após queda da própria altura, em estado de coma profundo e com exame neurológico relevando hiperpneia neurogênica, pupilas mediodilatadas e não fotorreagentes, diminuição do reflexo oculocefálico e esboçando postura de descelebração à direita. O local provável da lesão é:
Paciente com 40 semanas de gestação é submetida a parto vaginal, com período expulsivo prolongado. Neonato nasce com gasping, cianose central e com hipoatividade.Qual a melhor conduta na assistência a esse recém-nascido?
Nos exemplos abaixo, pode-se relacionar doença e autoanticorpo com EXCEÇÃO de:
Homem, 28 anos, sofreu trauma abdominal em acidente automobilístico. Foi levado à cirurgia onde constatou-se lesão extensa do lobo direito do fígado, lesão do baço e hematoma retroperitonial. Foram suturadas as lesões e não se interviu no hematoma retroperitonial. Foram necessárias várias transfusões sanguíneas e de solução salina para estabilização hemodinâmica no transoperatório. A parede abdominal foi suturada por planos, com certa dificuldade porque havia resistência à referida sutura. O paciente recuperou-se bem da cirurgia, porém, no pós-operatório imediato, apresentou distensão abdominal, oligúria e dificuldade respiratória. Foi colocado um cateter na bexiga e a pressão intravesical foi de 30 mmHg. A pressão arterial era de 90 mmHg. A conduta é:
Compartilhar