Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Você está de plantão no pronto-socorro e recebe um homem, 49 anos, com história de febre alta (até 40°C) contínua, há quatro dias, acompanhada de tosse produtiva e grande queda de estado geral. Há um dia tornou-se dispneico e há cerca de 12 horas, encontra-se sonolento e confuso. Ao exame físico de entrada, obtêm-se os seguintes dados:T=39,7°, FR=32/min, com estridores crepitantes em ½ inferior do hemitórax direito e 1/3 inferior do hemitórax esquerdo. Ausculta cardíaca normal com FC:120bpm. Nota-se ainda um ferimento em região dorsal do pé esquerdo, drenando material purulento em grande quantidade e bolhas disseminadas em membros inferiores. Qual seria sua hipótese diagnóstica e principais medidas terapêuticas iniciais?

A
endocardite por Staphylococcus viridans-antibioticoterapia sistêmica com penicilina cristalina e gentamicina; drogas vasoativas e heparinização.
B
tétano-soro antitetânico (SAT); benzodizepínicos em dose elevadas; desbridamento do ferimento e antibioticoterapia sistêmica com clidamicina.
C
septicemia por Staphylococcus viridans, antibioticoterapia sistêmica com penicilina cristalina; imunoglobulina hiperimune contra tétano (TIG) e desbridamento extenso do ferimento.
D
endocardite por Staphylococcus coagulase-negativo-antibioticoterapia sistêmica com cefalosporina de primeira geração e drogas vasoativas.
E
septicemia por Staphylococcus aureus - antibioticoterapia sistêmica com oxacilina, cuidados de suporte, desbridamento do ferimento; profilaxia antitetânica de acordo com o passado vacinal do paciente.
Uma mulher de 45 anos de idade foi admitida na Unidade de Emergência com febre, dor no hipocôndrio D e vômitos há 48 horas. Apresenta piora progressiva do quadro e, no momento, encontra-se sonolenta, confusa, com facies de sofrimento, desidratada (+++/4+) e ictérica (++/4+), com extremidades frias, pulsos finos, sem cianose. Sinais vitais: T = 39°C, FC = 130 bpm, FR = 35 irpm, PA = 110 x 60 mmHg. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Abdome com distensão abdominal moderada, dor à palpação superficial do epigástrio e hipocôndrio D, sem sinais de irritação peritoneal, com ruídos hidroaéreos reduzidos. Exames complementares: hematócrito = 36% (valor de referência: 42± 6%), hemoglobina = 12,3 g/dL (valor de referência: 13,82 ± 2,5 g /dL), leucócitos = 18.200 /mm3 (valor de referência: 3.800 a10.600/mm3 ) com 17% de bastões, Proteína C Reativa = 8,3 mg/dL (valor de referência = 0,3 a 0,5 mg/dL), bilirrubina total = 5,2 mg/dL (valor de referência = até 1,2 mg/dL), bilirrubina direta = 4,1 mg /dL (valor de referência = até 0,4 mg /dL), glicemia = 300 mg /dL (valor de referência < 99 mg /dL). Ultrassonografia abdominal: ausência de líquido livre em cavidade peritoneal, distensão de alças que prejudica a técnica do exame, vias biliares dilatadas. Além da reposição volêmica, qual a conduta inicial requerida para o caso?
Em relação à analgesia pós-operatória podemos afirmar, EXCETO:
A herpangina, afecção de ocorrência comum na infância, tem, como agente etiológico, nas formas epidêmicas, o vírus:
O diagnóstico de síndrome compartimental abdominal pode estar associado às seguintes alterações fisiológicas, EXCETO:
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