Desafios do Internato de Cirurgia Geral

São vários desafios do Internato de Cirurgia Geral, afinal a especialidade é uma das mais temidas pelos internos. É um rodízio intenso, com carga horária elevada e além das demandas de conteúdos, há também atividades no centro cirúrgico para acompanhar e/ou instrumentar as cirurgias. Segundo a Demografia Médica no Brasil em 2018, a Cirurgia Geral é a terceira especialidade com mais profissionais, atrás apenas de Clínica Médica e Pediatria. São 34.065 especialistas no país (8% do total de especialidades). Como consequência, também é uma das especialidades mais concorridas nas provas de residência. Na prova da USP de 2020, por exemplo, Cirurgia Geral esteve entre as mais concorridas, com 9,8 candidatos/vaga. Leia também: Rotina da residência em Cirurgia Geral Sem dúvidas é uma área que envolve muitas complexidades. Para conhecer um pouco mais sobre os desafios do Internato de Cirurgia Geral, convidamos Edvaldo Pereira, interno do 5º ano na Universidade do Estado da Bahia. O seu estágio em Cirurgia Geral foi feito no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador/BA. A importância da Cirurgia Geral no internato A Cirurgia Geral é uma área indispensável durante o internato. Além do aprendizado teórico, o rodízio possibilita treinamento em emergências e acompanhamento do paciente desde o início do atendimento, passando pela clínica e cirurgia, como nos conta Edvaldo: “O rodízio de Cirurgia geral foi um divisor de águas. Tive a oportunidade de ter contato com muitas emergência cirúrgicas e isso contribuiu para minha formação. Além disso, a experiência em acompanhar os casos da porta até a sala de cirurgia e, em seguida, o pós cirúrgico foi um diferencial. Acompanhar de perto a evolução dos pacientes foi uma experiência que guardo até

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3 minhá 29 dias

Alegrias do Internato de Cirurgia Geral

O internato é um período de grande aprendizado na formação médica. O rodízio de Cirurgia Geral é um dos mais intensos, e ao mesmo tempo em que traz vários desafios, também oferece muitas experiências. Falaremos sobre isso nesse texto para abordar as alegrias do internato de Cirurgia Geral. A Cirurgia Geral é a terceira especialidade com mais profissionais, atrás apenas de Clínica Médica e Pediatria, segundo a Demografia Médica no Brasil em 2018. São 34.065 especialistas no país (8% do total de especialidades). Como consequência, também é uma das especialidades mais concorridas nas provas de residência. Na prova da USP de 2020, por exemplo, Cirurgia Geral esteve entre as mais concorridas, com 9,8 candidatos/vaga. Sem dúvidas é uma área que envolve diversos desafios e alegrias desde o internato. Para conhecer um pouco mais sobre as alegrias do internato de Cirurgia Geral, convidamos Felipe Oliveira, interno do 5º ano na Universidade do Estado da Bahia. O seu estágio em Cirurgia Geral foi feito no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador/BA. O Internato de Cirurgia Geral A Cirurgia Geral é uma área indispensável durante o internato. Além do aprendizado teórico, o rodízio possibilita treinamento em diversas áreas e discussões de casos clínicos, como nos conta Felipe: “O rodízio na Cirurgia Geral, no serviço o qual atuei, era dividido em 4 blocos de atuação, sendo eles: Enfermaria de Cirurgia Geral, Centro Cirúrgico, Emergência da Cirúrgica Geral e Cirurgia Vascular. Atuei nesses blocos realizando admissões médicas a partir de entrevistas clínicas, exames físicos, análise de históricos médicos. Atuei ainda participando de discussões de casos clínicos com a equipe médica responsável”, explica. Além disso, Felipe também conta um pouco da sua experiência com a realização

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4 minhá 29 dias

Hasselbach e os triângulos do reparo das hérnias inguinais | Colunistas

Famoso nas provas de residência, o triângulo de Hasselbach representa um conjunto de estruturas da região inguinal fundamental para a compreensão da fisiopatologia e tratamento das hérnias inguinais. Apesar dos holofotes repousarem em Hasselbach, em suma, é possível identificar cinco “triângulos” na região inguinal, bem como outros marcos anatômicos, que irão contribuir na condução e reparo desse agravo. Anatomia da Região Inguinal A região inguinal compreende-se entre a borda externa (lateral) do músculo reto abdominal, o ligamento inguinal e a linha imaginária que une as espinhas ilíacas ântero superiores, sendo assim, a própria região resulta em um triângulo (Figura 1). FIGURA 1. Região Inguinal. (Imagem modificada e retirada do Gray’s.) Se direcionarmos o estudo anatômico de forma ampla para a identificação de zonas susceptíveis à hérnias na parede abdominal inferior, é possível delimitar uma região ainda maior – o orifício miopectíneo. Tendo sido descrito em 1956 por Fruchaud, o orifício miopectíneo abarca a margem superior do púbis (no ligamento pectíneo), a margem lateral do músculo reto, o músculo psoas e o arco transversal. O ligamento inguinal divide o orifício em duas regiões: suprainguinal, na qual emergem as estruturas do canal inguinal, sendo o sítio das hérnias diretas e indiretas; e infrainguinal, por onde passam o canal femoral e suas estruturas vasculonervosas, logo, representando também a região de ocorrência das hérnias femorais (Figura 2). FIGURA 2. Orifício Miopectíneo. (Imagem traduzida pela autora e retirada do artigo de YANG, X. F. e  LIU, J. L., 2016) A importância de conhecer esta divisão de Fruchaud está na possibilidade de tratamento simultâneo de três tipos de hérnia diferentes, a partir, por exemplo, da instalação de uma

Marcella Araújo Pires

9 minhá 37 dias

Rotina da residência em Cirurgia Geral

Quem quer saber mais sobre a rotina da residência em Cirurgia Geral precisa se informar ao máximo sobre esta especialização, uma das mais procuradas entre as especialidades médicas.  São 34.065 especialistas no país (8% do total de especialidades). Ou seja, Cirurgia Geral é a terceira especialidade com mais profissionais, atrás apenas de Clínica Médica e Pediatria, segundo a Demografia Médica no Brasil 2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM). São 16,4 cirurgiões gerais por 100 mil habitantes.  Quando falamos na residência médica, o levantamento indica que, dos 3.441 recém-formados em Medicina, 311 escolheram a RM de Cirurgia Geral. Ao mesmo tempo, 2.895 médicos ocupavam parte das 4.057 vagas autorizadas na especialidade.  A Sanar Residência Médica conversou com dois médicos para que você conheça mais sobre a rotina do residente de Cirurgia Geral. Conheça a vida dos residentes: Moises Rodrigues. R2 no Hospital Santo Antônio, OSID;Jéssica Aguiar, R1 no Hospital Calixto Midlej Filho, Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.  Tem muita coisa que você precisa saber antes de escolher a residência em Cirurgia Geral. Por isso, conheça mais detalhes sobre essa especialidade e faça a escolha certa! Por que escolher residência em Cirurgia Geral? A escolha da Cirurgia Geral, para Moisés, foi uma questão profissional e pessoal. Profissional porque foi uma especialidade com a qual se identificou ao longo do curso de Medicina. Pessoal por ter se inspirado no exemplo de vida dos médicos com os quais conviveu.  “A Cirurgia permite ter vivência de procedimentos e abre um leque muito grande para prática tanto clínica quanto cirúrgica. Além disso, dentro da área médica, eu tive muitos professores especialistas em cirurgias que foram excepcionais como pessoas

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11 minhá 43 dias

Rotina da residência de Cirurgia Vascular

A residência de Cirurgia Vascular tem rotina intensa de estudos e atuação. Após cumprir o requisito de dois anos de residência em Cirurgia Geral, os médicos mergulham em todos os aprendizados possíveis da especialidade, que estuda as doenças e os tratamentos cirúrgicos para os sistemas arterial, venoso e linfático. Os dados da Demografia Médica no Brasil 2018, feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). mostram que o país conta com 4.301 especialistas (1,1% do total de especialidades). 314 médicos cursavam a residência de Cirurgia Vascular naquele ano, que possui 541 vagas autorizadas. Do total de recém-formados em Medicina, 1,1% optam por essa especialidade. Para você saber mais sobre como é a rotina de quem fez residência de Cirurgia Vascular, a Sanar Residência Médica conversou com a médica Renata Reis, que terminou a especialização em 2019. Descubra tudo o que você deve conhecer antes de escolher a residência em Cirurgia Vascular. Saiba mais sobre a especialidade, a rotina dos residentes e veja o que você pode fazer para seguir o mesmo caminho! Por que escolher residência de Cirurgia Vascular? Depois da graduação em Medicina na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e de cursar Cirurgia Geral no Hospital Geral de Bonsucesso, Renata ingressou na residência de Cirurgia Vascular no Hospital do Servidor da capital carioca. A escolha pela especialidade veio ao fim da primeira residência.  “Terminei Cirurgia Geral, fiquei em dúvida sobre o que fazer, mas já gostava de Vascular e via como uma área mais versátil e com opções de trabalho. Além disso, escolhi o Hospital do Servidor porque é referência e atua mais em cirurgias abertas”, afirma. Como a residência é dividida 

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5 minhá 46 dias

Rotina da residência de Cirurgia do Aparelho Digestivo

Quem deseja saber como é a rotina da residência de Cirurgia do Aparelho Digestivo pode se preparar para muito tempo de estudos. Em primeiro lugar, porque a especialidade é dedicada ao tratamento cirúrgico de patologias do sistema digestivo, como esôfago, estômago, intestino e outros. Em segundo lugar, porque para ser um especialista na área (ou seja, para ser gastrocirurgião), é preciso cursar residência em Cirurgia Geral por dois anos antes de iniciar os dois anos de Cirurgia do Aparelho Digestivo.  Como mostra a Demografia Médica no Brasil 2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM), no Brasil são 2.864 especialistas (0,8% de todas as especialidades)l. 0,7% dos recém-formados em Medicina escolhem a residência, que conta com 203 residentes ocupando parte das 330 vagas autorizadas de residência em Cirurgia do Aparelho Digestivo. Para você saber tudo sobre a rotina de quem cursa a residência de Cirurgia do Aparelho Digestivo, conheça agora a história de Luiza Basílio, que finalizou a especialização em Cirurgia Geral Avançada do Aparelho Digestivo em 2018. Existem muitas coisas que você não pode deixar de aprender antes de optar pela residência em Cirurgia do Aparelho Digestivo. Então leia mais sobre a especialidade e escolha a residência médica perfeita para você! Por que fazer residência de Cirurgia do Aparelho Digestivo? Graduada em Medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), foi no internato em que ela teve interesse em seguir a especialidade. Em seguida, fez residência em Cirurgia Geral no Hospital Federal de Ipanema e, depois, aprofundou-se em Aparelho Digestivo. “A Cirurgia Geral é uma ponte para várias outras especialidades. Ao rodar por elas, me identifiquei mais em operar órgãos abdominais e também nem atuação

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5 minhá 46 dias
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