Prova de título em Medicina de Emergência: um caminho para ser especialista

Se você está interessado na Prova de Título em Medicina de Emergência, então você acredita que a atuação se resume em muito mais do que dar plantão durante a famosa fase de “recém formado”. A emergência é um cenário que exige muita habilidade, responsabilidade e aptidão, afinal, estamos lidando com pacientes que estão vivendo, talvez, o pior dia de suas vidas. Então, vamos entender mais sobre a Medicina de Emergência como especialidade: A Medicina de Emergência no Brasil Muito antes de existir a Prova de Título em Medicina de Emergência no Brasil, a área engatinhava subvalorizada. Assim, apenas em 2010, o Conselho Federal de Medicina e outros conselhos regionais começaram a discutir o tema com mais expressividade. Como resultado, em 2015, a surpresa veio para os médicos defensores da Emergência: finalmente, oficializava-se a Medicina de Emergência como especialidade no Brasil! Nessa época, já fazia mais de um século que a Emergência era encarada como carreira médica de especialista em mais de 80 países ao redor do mundo.  Porém, hoje, finalmente, o futuro é otimista para essa especialização no nosso país. A previsão é de que logo em breve todo paciente crítico no ambiente de emergência seja atendido por um médico especialista na área, ou, ao menos, por um serviço coordenado por tal. A Associação Brasileira de Medicina de Emergência A Prova de Título em Medicina de Emergência é regulamentada pela ABRAMEDE – Associação Brasileira de Medicina de Emergência.   A associação foi fundada em 2008 em Porto Alegre e vem desde então lutando pelos interesses da Medicina de Emergência no

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3 min140 days ago

Pós-graduação em Medicina de Emergência

A pós-graduação em medicina de emergência é uma excelente oportunidade para médicos recém-formados aprofundarem os conhecimentos adquiridos na graduação e se manterem atualizados com os principais protocolos de atendimento internacionais. A Medicina de Emergência A especialidade de Medicina de Emergência passou a ser reconhecida como uma especialidade médica no Brasil há 3 anos apenas e figura como uma das principais áreas de atuação do médico recém-formado. O médico emergencista atende a pacientes com acometimentos, doenças e lesões que, em geral, não têm diagnóstico prévio e que precisam de atendimento médico imediato, exigindo muito preparo técnico e também emocional dos profissionais Saiba tudo sobre a Medicina de Emergência! Como se tornar um especialista em Medicina de Emergência? Para se tornar uma Médico Emergencista você deve fazer a prova de títulos da ABRAMEDE (Associação Brasileira de Medicina de Emergência) ou fazer uma Residência em Medicina de Emergência. No entanto, como a Medicina de Emergência passou a ser reconhecida como especialidade médica recentemente, ainda são poucos os programas de residência no País. Além disso, a residência impede que o médico mantenha sua rotina de trabalho. Uma outra alternativa para o médico é fazer uma Pós-graduação em Medicina de Emergência, se capacitando mais sem deixar de trabalhar e, consequentemente, ganhar dinheiro. É válido ressaltar que após fazer a Pós em Medicina de Emergência, é preciso ser aprovado na prova de título da especialidade para se intitular especialista. Essa pode ser uma excelente opção principalmente para médicos recém-formados que querem ganhar mais segurança na sua atuação prática, mas não podem ou não desejam deixar de trabalhar. Habilidades

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4 min141 days ago

Carreira Médica: Dr. Ciro Santana conta sua experiência com pós-graduação em medicina

O Dr. Ciro Santana fala sobre a sua experiência com a pós-graduação em medicina para aqueles que ainda estão na dúvida de como se destacar. O que a Pós em Medicina hoje significa pra você? R: A oportunidade de aprender uma nova especialização, com conteúdos atualizados, para trabalhar em uma nova área ou agregar mais conhecimento e base técnica na área que já atuo, podendo abrir mais portas à minha atuação médica. Dr. Ciro Santana, conte um pouco da sua trajetória na Medicina. R: Fiz faculdade de medicina na UFBA (Universidade Federal da Bahia), com término em 2011 e fui para São Paulo fazer residência de Radioterapia. Após terminar essa residência, por questões pessoais, fui ficando insatisfeito em trabalhar nessa área e tomei conhecimento de outra área que me atraiu a fazer uma pós-graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas. Comecei logo a trabalhar nessa área, desde então, e continuo até hoje. Para melhorar meus conhecimentos e atuação na perícia médica trabalhista, decidi fazer outra pós-graduação, agora em Medicina do Trabalho, o que veio a somar muito na minha atuação em perícias médicas. Por que optou por fazer uma Pós-graduação em Medicina, Dr. Ciro? Como ela te ajuda? R: Busquei a pós-graduação como forma de me especializar em uma área, porém com flexibilidade de horários para continuar trabalhando e mantendo minha base salarial, além de conseguir uma qualidade de vida que de outras formas, não conseguiria, como por exemplo, em uma residência médica. Assim, a pós-graduação me ajuda a ter boa qualidade de vida e abrir novas portas para minha atuação médica. Você se preocupa em relação a sua colocação no mercado por ter optado por

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2 min163 days ago

Carreira Médica: Dra. Monalisa Nunes conta sua experiência com pós-graduação em medicina

Pós-graduação em Medicina: já pensou sobre essa possibilidade?! Muitos estudantes de Medicina e médicos(as) acreditam que o único caminho a seguir na carreira é a Residência Médica. Será mesmo?! A Pós-graduação em Medicina também é uma opção de caminho para quem busca aprimorar sua formação e se manter sempre atualizado. Saiba mais sobre Pós-graduação em Medicina! Conheça a trajetória da Dra. Monalisa Nunes nessa entrevista concedida a Sanar Medicina. Ela optou para fazer uma Pós-graduação em Dermatologia e conta que já está inserida no mercado de trabalho. Sanar Medicina: O que a Pós em Medicina hoje significa pra você?  Dra. Monalisa Nunes: Hoje a Pós em Medicina significa para mim a concretização do meu sonho. Todos os dias quando eu estou lá estudando para concretizar os meus objetivos futuros através da Pós,  eu me sinto muito feliz, muito realizada. E eu consigo entender que a partir desse estudo com a pós, eu tô tanto investindo no meu futuro profissional quanto respeitando a minha qualidade de vida e a minha saúde mental. Então tem sido uma experiência muito boa, de muito aprendizado, de uma forma leve e efetiva. CONHEÇA A PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA DA SANAR! Sanar Medicina: Conta um pouco da sua trajetória na Medicina. Dra. Monalisa Nunes: Desde pequena eu sempre quis ser médica, não sei exatamente o porquê, porque não tem nenhum médico na minha família.  Mas eu acho que era porque eu tinha muita curiosidade em relação ao corpo humano, sentia muita vontade de saber como tudo funcionava, como que faz pra consertar as doenças

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4 min173 days ago

Médicos mais felizes e especialidades médicas com maiores taxas de burnout

Os casos frequentes de adoecimento entre médicos e estudantes de medicina é uma pauta frequente. Se discute muito, por exemplo, a qualidade de vida e saúde mental dos residentes durante a residência médica, caminho mais tradicional para a especialização destes profissionais. No entanto, você já se perguntou quais são os médicos mais estressados e os mais felizes? Em pesquisa realizada pelo MedScape com mais de 15 mil médicos estadunidenses de 29 especialidades entre 27 de Julho a 16 de Outubro de 2018, foi constatado quais as especialidades mais felizes. Os reumatologistas foram os que mais se declararam felizes fora do trabalho com 65%. Seguidos pelos otorrinolaringologistas (60%), endocrinologistas (59%) e pediatras (58%). Este resultado foi diferente do obtido na mesma pesquisa realizada no ano anterior, a qual apontou os Alergologistas como sendo os mais felizes e depois dermatologistas, médicos de emergência e oftalmologistas. Os neurologistas ficaram no final, apenas 45% se declarou feliz fora do trabalho, seguido por infectologistas (46%) e cardiologistas (45%). Já em outra pesquisa do Medscape com relação a taxa de burnout por especialidade, as maiores taxas relatadas foram: Medicina de Emergência: 59%;Obstetrícia e Ginecologia: 56%;Medicina de Família, Medicina Interna e especialidades de doenças infecciosas: 55%. As menores taxas de burnout foram relatadas pelos seguintes especialistas: Diabetes e Endocrinologia: 46%;Patologia,Oftalmologia, Alergologia e Imunologia: 43%;Psiquiatria e saúde mental: 42%. Quer se aprofundar mais em Medicina de Emergência? A Medicina de Emergência está presente em todas as fases da carreira médica! CONHEÇA A PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA DE EMERGÊNCIA DA

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1 min174 days ago

Cuidados paliativos: o que é, mercado de trabalho, pós, atuação, curiosidades

Você já ouviu falar em Cuidados Paliativos? Cuidados Paliativos são os cuidados assistenciais oferecidos para o paciente com doença fora de possibilidades de cura com risco de morte, visando melhor qualidade de vida através da prevenção e alivio do sofrimento. A abordagem ao paciente e família é feita por uma equipe multiprofissional composta por médicos e outros profissionais da saúde. O especialista em cuidados paliativos O especialista em cuidados paliativos é um profissional de saúde treinado no tratamento dos sintomas, efeitos colaterais e problemas emocionais vividos pelos pacientes. O objetivo é manter a melhor qualidade possível de vida. Atuando sempre junto de outros três profissionais, as consultas são realizadas de maneira a reunir o paciente com um geriatra, um psicólogo, uma fisioterapeuta e uma nutricionista ao mesmo tempo. Ouvindo os relatos das pessoas, cada um dos médicos pode opinar sobre algo que seja de sua área sem que o paciente precise recorrer a outros consultórios. Para suportar a carga emocional excessiva, todos os médicos que são especializados em cuidados paliativos passam por um treinamento que engloba até mesmo a maneira mais adequada de comunicar más notícias. Mercado de trabalho e remuneração na área de Cuidados Paliativos Os cuidados paliativos ainda são consideravelmente desconhecidos pelo grande público no Brasil. Há falta de informações e leis criadas especificamente para a especialidade e também desconhecimento no próprio meio médico. Os cuidados paliativos no Brasil estão apenas engatinhando. O que significa que existe muito espaço para desenvolvimento, devido a grande carência de profissionais nessa área. E há a perspectiva de crescimento da demanda devido

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3 min191 days ago
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