Conheça os coordenadores da pós-graduação em Medicina da Sanar

Em qualquer curso, os mestres são as partes mais importantes. Nesse texto, você vai conhecer os coordenadores da pós-graduação em Medicina da Sanar. Além disso, você vai entender mais sobre os cursos oferecidos. Coordenadores da pós-graduação em Medicina O papel do coordenador é gerenciar o curso de forma geral, manter contato com os alunos, ministrar fóruns de discussões e aulas. Todos os coordenadores da pós-graduação são especialistas renomados em suas áreas. Dr. José de Alencar Coordenador da pós-graduação em Medicina de Emergência. Cardiologista pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e pela Sociedade Brasileira de CardiologiaResidência de Eletrofisiologia pela Universidade Federal de São PauloResidência de Implante de Dispositivos pelo Hospital de Santa Cruz (Lisboa, Portugal)Fellowship no Hospital de Santa Creu i Sant Pau (Barcelona) e no Herzzentrum Leipzig (Alemanha)Autor do Manual de ECG e do Manual de Medicina Baseada em Evidências O curso de ME te prepara para conduzir qualquer plantão com mais segurança. Dra. Patrícia Cavalcante Nome de peso entre os coordenadores da pós-graduação, lidera o curso de Nutrologia. Graduada pela Faculdade de Medicina do ABC – FMABCResidência em Clínica Médica pela FMABCPós-graduada e Especialista em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN Pós-graduanda em Medicina do Esporte pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESPCapacitação em Obesidade e Lifestyle Medicine pela Harvard Medical School Essa pós possibilita diagnosticar mais precisamente e tratar o organismo como um todo para os pacientes com doenças de comportamento alimentar. Dr. Saulo Ciasca Coordenador da pós-graduação em Psiquiatria. Graduado pela USPResidência

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3 min há 5 dias

Acesso venoso central guiado por USG: aprenda como fazer

A utilização da ultrassonografia (USG) bidimensional como auxílio complementar para a realização do acesso venoso central têm ganhado bastante importância nos últimos anos. A fim de complementar seu raciocínio, confira o passo a passo da realização do acesso venoso central e os tipos de ultrassonografia. Porque usar da USG no acesso venoso central? O seu uso confere melhor visualização da anatomia do paciente e com isso está relacionado a menor risco relativo de falha na técnica, menos tentativas de punção e menor incidência de complicações graves. Apesar disso, o nível do benefício do uso da USG depende muito da habilidade do operador, assim como o local anatômico e a qualidade dos materiais usados. Recomendações para o uso da USG Para que a USG seja um auxílio seguro para a realização do acesso venoso central é importante que você se atente a algumas recomendações. É de suma importância que o equipamento de USG esteja testado, assim como o operador deve estar devidamente treinado para a realização do procedimento. Figura 1: A sonda central, um transdutor linear, é mais frequentemente usada para imagens vasculares periféricas.  A sonda esquerda: “taco de hóquei”, pode ser útil em locais apertados.  A sonda do lado direito é um transdutor curvo de baixa frequência que permite maior penetração no tecido em pacientes obesos. Fonte: Sabado Jeremiah J et al., 2020. Antes de que a punção venosa seja realizada, é importante que seja determinada a veia mais adequada para o acesso, com base em exames prévios. Ainda, é válido ressaltar que o ultrassom que deve acompanhar o

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4 min há 8 dias

Meningite: etiologia, quadro clínico e diagnóstico

A meningite é uma doença que tem um grande potencial de transmissão interpessoal. De maneira geral, países com índices de desenvolvimento econômico e um sistema de saúde com uma organização comprometida possuem índices no controle da meningite mais alarmantes. Etiologia da meningite A meningite pode ser descrita como um processo inflamatório associado a agentes infecciosos, ou mesmo processos autoimunes, neoplásicos, inflamatórios e ainda medicamentosos. O sítio de ocorrência da inflamação são o espaço subaracnóideo e leptomeninges. A etiologia mais comum é, definitivamente, a infecciosa. Nela, descata-se uma diversidade de agentes virais, bacterianos, micobacterianos, fúngicos e parasitários. Existem fatores sobre o hospedeiro que favorecem o risco a um determinado agente etiológico, como: Exposições ocupacionais ou recreacionaisTraumas cranioencefálicos ViagensContato com animais IdadeComorbidades Meningites bacterianas Como discutido, os agentes infecciosos recebem influência, em especial, de fatores como idade, comorbidades, situação vacinal e exposição. Em todas as faixas etárias o meningococo é responsável por quadros, muitas vezes, graves e fatais, através da transmissão interpessoal, por gotículas. Sobre os meningococos, podem ser classificados segundo a cápsula de polissacarídeos em diveros sorogrupos: A, B, C, D, X, Y, Z, W-135, H, K e L. Diante disso, pacientes recém-nascidos com até 1 mês de vida que apresentam meningite tem agentes infecciosos relacionados ao canal do parto e à flora vaginal da mãe. Destaca-se então: Streptococcus sp-Grupo B (coco Gram-positivo): cerca de 50% dos casos.Escherichia coli (bacilo Gram-negativo).Listeria sp (bacilo Gram-positivo).Outros bacilos Gram-negativos e positivo. Em crianças maiores, os agentes de destaque são:

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4 min há 8 dias

Qual especialização médica ganha mais?

Você sabe qual especialização médica ganha mais? A remuneração é um fator importante a ser considerado na hora de escolher qual caminho seguir depois da faculdade. São muitas as opções de especialidades e como chegar nelas. A gente te dá uma ajudinha! Qual é a área da Medicina que ganha mais dinheiro? Objetivamente, as especialidades que ganham mais são: Cirurgia Plástica: média salarial de R$18.500Neurocirurgia: média salarial de R$ 23.000Ortopedia: média salarial de R$14.300Médico Anestesista: média salarial de R$ 9.800Médico Auditor: média salarial de R$ 9.900Dermatologia: média salarial de R$ 10.000 Especialização médica e remuneração Somente a especialização médica não define quanto será sua remuneração. Existem outras questões a serem consideradas. Por exemplo: abrir sua própria clínica de nutrologia pode dar mais dinheiro do que atender somente em consultório. Portanto, não é somente o fato de ser especialista que garante uma remuneração alta. A área de atuação também pesa muito nesse quesito e deve ser estudada. Como escolher a especialização médica Muitos são os fatores a serem considerados na hora de escolher a especialidade para seguir. Os principais envolvem afinidade, remuneração e se enquadrar no seu objetivo de vida. Aproveite o internato e suas experiências práticas para ver na rotina e basear sua decisão em fatos. Acompanhe especialistas e converse com futuros colegas de área. Algumas especialidades, por exemplo, oferecem horas mais previsíveis e maior qualidade de vida. Se pergunte: o que é importante para mim? o que eu mais gosto de fazer? O que eu não me vejo fazendo de forma alguma? Especialidades médicas em alta para

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3 min há 11 dias

Acesso venoso central: aprenda o passo a passo

Entendido os conceitos iniciais e as potenciais complicações que o acesso venoso central pode desencadear, agora é hora de aprender como fazer o procedimento. Durante as últimas décadas, diferentes técnicas foram testadas. Porém, a de Seldinger se estabeleceu como a preferencial, tendo o vista o menor risco de complicações, maior hemostasia e praticidade. É importante lembrar que o acesso venoso central é um procedimento estéril, exigindo, portanto, uma paramentação completa com gorro, máscara, avental, luvas estéreis e lavagem cirúrgica das mãos. Materiais para a técnica de acesso venoso central O procedimento requer que alguns materiais estejam à mão, sempre esterilizados, conforme necessário a fim de evitar complicações. Soluções degermantes Pinças para assepsia Cateteres venosos centrais (mono, duplo ou triplo lúmen)Dilatador rígido do cateter venoso central Agulhas metálicas (18 G de 8 cm)SeringasConectores (tampinhas e/ou equipo) Soluções antissépticas (alcoólicas)Anestésico local com xilocaína a 2% sem vasoconstrictorFrascos com solução salina Fases estéreis Gorro e máscara Luvas e aventais estéreis Campos cirúrgicos estéreis Fios de sutura para fixação Material cirúrgico para fixação (porta-agulha, pinças e tesouras)Esparadrapos comuns, hipoalérgicos e cirúrgicosCaixa para descarte de materiais perfurocortantes Se possível, aparelho de ultrassonografia com transdutor linear de alta frequência Técnica de Seldinger Passo a passo do Acesso Venoso Central Posicionamento do paciente: Veia Jugular Interna e Veia Subclávia: Cabeça rotacionada 45º para o lado contralateral ao da punção + Posição de Trendeleburg (pernas mais elevadas do que a cabeça) Veia Femoral: Cabeceira elevada a 15º + leve flexão e rotação lateral da coxa Figura 1: Posição de Trendeleburg para acesso venoso central. Fonte: https://bit.ly/AschnL1.

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3 min há 15 dias

Acesso venoso central: entenda as possíveis complicações

O acesso venoso central é um procedimento extremamente comum nas Unidades de Terapia Intensiva. Porém, como qualquer conduta invasiva, está sujeita a complicações importantes. Portanto, é essencial que o médico assistente saiba reconhecer e tratá-las, a fim de que não venham a ser fatais para seu paciente. Complicações do acesso venoso central As complicações relacionadas ao acesso central dependem da veia a ser puncionada. Os eventos adversos mais comuns são: HematomaSangramentoHemotórax, quilotórax e pneumotóraxInfecção no sítio de punçãoEndocardite (infecção por corrente sanguínea secundária ao cateter central)Embolia gasosaTrombose venosaPunção arterialLesão nervosa É importante ressaltar que apenas profissionais médicos estão habilitados a realizar esse tipo de procedimento invasivo. Complicações de acordo com o sítio de punção A anatomia tem grande utilidade no entendimento das complicações em cada sítio. Por exemplo, prefere-se realizar o acesso no lado direito do paciente por dois motivos principais: o ápice pulmonar é mais alto à esquerda (maior risco de acometimento da cavidade pleural) e o ducto torácico se localiza à esquerda. Tabela 1: Principais complicações do acesso venoso central de acordo com o sítio de inserção. Fonte: Procedimentos em Emergência FMUSP, 2016. Pneumotórax Quanto ao pneumotórax, trata-se de uma complicação séria que tem como causa iatrogênica principal o cateterismo venoso central. Como médico, a presença de fatores de risco deve ser um foco da sua atenção. Esses fatores podem ser uma doença pulmonar, uma falha no acesso inicial ou, ainda, considerar a sua experiência e segurança ao realizar o procedimento, estando atento ainda ao ambiente (eletivo, emergência). A abordagem

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5 min há 16 dias
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