HCFMRP-USP – Residência Médica em São Paulo.

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) é uma instituição que reúne diversos centros de saúde e oferece muitas oportunidades para os médicos que buscam especialização. Neste artigo, você vai conhecer melhor a residência médica no HCFMRP-USP e se manter informado sobre os processos seletivos. Acompanhe! Conheça o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) é um complexo de saúde que foi criado em 1956 e é referência internacional pela qualidade dos serviços prestados. A instituição foi palco de muitas inovações, como o primeiro transplante de rim com doador cadáver realizado na América Latina, que acontecer em 1968. Hoje, o HCFMRP-USP tem mais de 179.000 m² de área construída e 815 leitos, sendo, desses 105 destinados ao tratamento intensivo. Em 2019, foram realizados mais de 730 mil consultas e procedimentos. Além do atendimento ao público, o hospital universitário também recebe alunos da graduação e pós-graduação e médicos residentes e desenvolve pesquisas.   Residências disponíveis no HCFMRP-USP O HCFMRP-USP recebe residentes todos os anos e o número de vagas aumenta frequentemente. Em 2017, o hospital tinha 821 residentes; em 2018, eram 844 e, em 2019, o número chegou a 850. Veja, a seguir, a lista com os programas de residência oferecidos pelo hospital. Residências de acesso direto: Anestesiologia;Cirurgia Geral;Cirurgia de Cabeça e Pescoço;Cirurgia Cardiovascular;Cirurgia da Mão;Clínica Médica;Dermatologia;Genética Médica;Ginecologia e Obstetrícia;Infectologia;Mastologia;Medicina de Emergência;Medicina de Família e Comunidade;Medicina Física e Reabilitação;Medicina

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4 min23 days ago

IMIP – Residência médica em Pernambuco

O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) é uma entidade filantrópica com atendimento voltado para a população carente de Pernambuco, que também atua com ensino, pesquisa e extensão. Situado na cidade de Recife, o IMIP é o complexo hospitalar com maior número de leitos no Norte-Nordeste do país. Neste artigo, você vai conhecer melhor essa importante instituição para a saúde do Brasil e saber como funciona a residência médica por lá. Continue lendo! Conheça o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira O IMIP foi fundado em 1960 por um grupo de médicos liderados pelo professor Fernando Figueira. Nessa época, chamava-se Instituto de Medicina Infantil de Pernambuco e a sua atuação era voltada apenas para a Pediatria. Aos poucos, outras especialidades foram sendo integradas ao serviço, sendo a Ginecologia e Obstetrícia a primeira delas. Hoje em dia, o IMIP oferece atendimento para a população em geral e conta com serviços ambulatoriais, de emergência e hospitalares, centro diagnóstico e salas para a realização de diferentes procedimentos. Ao todo, são mais de 1000 leitos e 600 mil atendimentos anuais realizados em seus 10 prédios. O IMIP também conta com um Hospital Dia. No segmento de ensino, pesquisa e extensão, o IMIP oferece graduação em Medicina e outros cursos da área de Saúde, além de programas de Mestrado, Doutorado e Residência.  Residências Médicas disponíveis no IMIP O IMIP dispõe de programas de residência multiprofissional, cursos de especialização e Residência Médica. Para este último, os médicos podem se especializar nas seguintes áreas: Especialidades de acesso direto Anestesiologia: 9 vagas;Cirurgia Cardiovascular – 2 vagas;Cirurgia Geral – 4 vagas;Clínica Médica

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3 min27 days ago

Cirurgia de cabeça e pescoço: residência, áreas de atuação, rotina e mais!

A Cirurgia de Cabeça e Pescoço é a especialidade médica que trata das doenças e tumores que acometem a região da face, fossas nasais, seios paranasais, boca, faringe, laringe, tireoide, paratireoides, glândulas salivares, dos tecidos moles do pescoço e couro cabeludo. A especialidade, no entanto, não abrange os tumores ou doenças do cérebro e outras áreas do sistema nervoso e nem da coluna cervical. Esses procedimentos são realizados pelo neurocirurgião. No Brasil, existem 1072 cirurgiões de cabeça e pescoço, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM). Mais de 55% dos especialistas estão na região sudeste e 21%, no nordeste do país.  Se você pensa em fazer residência médica em Cirurgia de Cabeça e Pescoço e quer saber mais sobre a especialidade, continue lendo este artigo. Aqui, falaremos sobre a rotina da profissão, o mercado de trabalho e a dinâmica do residente.  O especialista e sua rotina O cirurgião de cabeça e pescoço deve ser perfeccionista e ter conhecimento oncológico e da anatomia tipográfica, além de habilidades cirúrgicas. Dentre as operações rotineiras desse profissional, o esvaziamento cervical representa de maneira mais completa os elementos da especialidade — exprime a precisão, delicadeza e conhecimentos necessários para o tratamento do paciente com câncer de cabeça e pescoço.  Essas são as cirurgias mais comuns na rotina desse cirurgião: cirurgias da glândula tireóide e paratireóides;glândulas salivares;cistos branquiais e do ducto tireoglosso;malformações cervicofaciais;tumores de pele;tumores malignos do trato aerodigestivo alto (boca, orofaringe, laringe, hipofaringe);tumores dos seios nasais;tumores da base do crânio.  Rotina ambulatorial A Cirurgia de Cabeça e Pescoço é uma especialidade essencialmente cirúrgica, com ênfase em oncologia. Por isso, no

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4 min89 days ago

Cirurgia Cardiovascular: residência, áreas de atuação, rotina e mais!

As especialidades médicas de cirurgia cardiovascular, cardíaca e cardiotorácica podem ser confundidas uma com a outra, já que todas atuam no coração e nos grandes vasos — artérias aorta, pulmonar, carótidas e veias cavas e pulmonares. A diferença entre elas está no tipo de formação, que respeita as regras de cada país. No Brasil, a formação de um cirurgião cardiovascular acontece em quatro anos e pode ser via acesso direto, em centros credenciados à Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV), ou após a residência em Cirurgia Geral, em instituições que seguem o modelo do Ministério da Educação (MEC).  No Brasil, a cirurgia torácica é considerada uma especialidade diferente. Nesse contexto, alguns procedimentos como endarterectomia de carótidas, aneurismas de aorta descendente e tumores de mediastino são realizados por mais de uma especialidade. Se você está escolhendo a sua Residência Médica e pensa em se especializar em cirurgia cardiovascular, continue a leitura e saiba mais sobre as áreas de atuação, formação e conjuntura do mercado de trabalho! Áreas de atuação em cirurgia cardiovascular As patologias tratadas pelo cirurgião cardiovascular podem ser congênitas ou adquiridas. Saiba mais sobre cada uma das classificações! Patologias congênitas Algumas vezes, a cirurgia cardíaca congênita é chamada erroneamente de pediátrica — afinal, adultos também podem ter patologias congênitas. Essa especialidade cuida das patologias cianogênicas (TGA, tetralogia de Fallot, truncus arteriosus, estenose da artéria pulmonar, entre outras) e das patologias acianogênicas (comunicação interarterial, interventricular, drenagem anômala das veias pulmonares, anomalia de Ebstein, entre outras).  Esses procedimentos podem ser paliativos ou definitivos. No primeiro caso, não se corrige o defeito, mas se cria outro para haver compensação temporária.

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4 min89 days ago

Do ciclo básico ao internato: saiba como se preparar para as provas!

Passou  no vestibular e disse adeus para provas mais difíceis que fez na vida? Calma, você acaba de embarcar em uma grande jornada de novos desafios e, como todo desafio, este vêm acompanhado de um novo conjunto de provas. E eu vou te contar um segredo: semelhante à batalha do vestibular, em qualquer prova que você venha a fazer, é necessário manter-se preparado antes de mergulhar de cabeça. E nada melhor do que se habituar e conhecer o que te espera nessa jornada, como uma forma de sentir-se mais confiante e pronto para estes novos desafios. Sabemos que a Medicina possui uma infinidade de possibilidades para seguir, junto com isso, um leque enorme de matérias. E todo esse emaranhado de conteúdo é abordado, mesmo que formas distintas por cada faculdade, de uma maneira que você construa seu raciocínio clínico de forma gradativa e exponencial. E conhecendo cada peça dessa divisão, é possível nos prepararmos com as melhores dicas para cada etapa dessa grande fase: Ciclo Básico Do 1º ao 4º semestre, é o momento de nos aprofundarmos no funcionamento do corpo humano através da Anatomia, Histologia, Fisiologia e a Biologia Molecular e Celular dos grandes sistemas. Além dos fundamentos micro e macroscópicos iremos estudar também os fundamentos da Propedêutica Médica com a Semiologia além da Medicina Preventiva e a Ética Médica, às vezes, bastante negligenciado pelas estudantes, mas de extrema recorrência em suas futuras provas de residência. Anatomia As provas de anatomia costumam envolver conhecimentos de memorização. Decorar, decorar, decorar. Quase isso! A imensa maioria das coisas na anatomia fazem sentido e fazer correlações clínicas e assimilações ajudam

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7 min198 days ago

Resultado da Residência Médica FMUSP 2020

Foi publicado no Diário do Estado de São Paulo o resultado do processo seletivo para Residência Médica FMUSP 2020, a Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de São Paulo. Confira a relação geral abaixo. É importante ressaltar que o resultado da Residência Médica USP 2020 abaixo é a relação de candidatos em ordem de classificação após a entrevista, mas antes dos recursos. Isso quer dizer que a classificação divulgada pode sofrer alteração após o período de recursos. A convocação dos candidatos habilitados na Residência Médica USP 2020 para a matrícula será divulgada no dia 31/01/2020 de acordo com o edital. Confira resultado do processo seletivo para Residência Médica 2020 da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de São Paulo (FMUSP). Veja como passar na Residência em 2021 INSCRIÇÃO – NOME – DOCUMENTO – PROGRAMA – “NOTA DA 1ª FASE” – “NOTA DA PROVA PRÁTICA” – “NOTA DA ENTREVISTA”- NOTA FINAL – CLASSIFICAÇÃO -“DATA NASCIMENTO” PD0080 – MARIA BEATRIZ RABELO MACIEL – 2006002079143 CE – 002-CARDIOLOGIA PEDIATRICA – 79,50 – 86,00 – 90,00 – 83,15 – 0001 – 13-03-1992 PD0105 – MARIO HENRIQUE HATTORI – 486075515 SP -002-CARDIOLOGIA PEDIATRICA – 84,50 – 70,00 – 70,00 – 77,25 – 0002 – 16-10-1991 PD0115 – CAROL LETICIA BRAGA QUIROZ – 568271427 SP – 002-CARDIOLOGIA PEDIATRICA – 77,50 – 66,00 – 90,00 – 74,15 – 0003 – 16-01-1991 PD0148 – MARILIA DE MEDEIROS COUTO – 47757065-3 SP -002-CARDIOLOGIA PEDIATRICA – 78,50 – 58,00 – 100,00 – 72,45 – 0004 – 02-03-1991 PD0044 – JOAO GABRIEL

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140 min203 days ago

Modelos de relação médico-paciente e como estes influem na prática médica | Colunistas

Ao longo das centenas de anos de profissão médica, diversas alterações na relação médico-paciente são relatadas na literatura. Dentre os modelos de relação propostos,  ressaltam-se os sugeridos pelo Dr. Robert Veatch, descritos a seguir: Sacerdotal ou paternalista: em que há dominação do médico em relação ao paciente, que se apresenta submisso. É baseado na tradição hipocrática, envolvendo uma relação paternalista, em que se pode observar limitada atuação do paciente na tomada de decisões.Engenheiro ou informativo: no qual a relação de poder do paciente é variável e o médico adapta-se ao paciente. Neste caso, a autoridade ainda é mantida pelo médico ao repassar as informações, porém o paciente exerce o poder na relação, agindo como a pessoa que demanda os serviços prestados pelo médico.Colegial: que apresenta relações de poder igualitárias, em que pode haver negociação entre ambas as partes, entretanto, sem manutenção da autoridade do médico.Contratualista: em que a autoridade e o poder são compartilhados, gerando compromissos entre ambas as partes envolvidas na relação. O médico mantém a autoridade, em virtude de seus conhecimentos técnicos e científicos, porém o paciente é considerado um ser autônomo, participando ativamente dos cuidados em saúde ao ser esclarecido e responsabilizado quanto às medidas necessárias sobre o estilo de vida e autocuidado necessários à sua condição. Tendo em vista as flutuações ocorridas nestes modelos de relação ao longo da prática médica, ressalta-se a importância da relação na adesão do tratamento e no melhor exercício da medicina e como estas flutuações acompanham as modificações sociais inerentes às transformações cronológicas sociais. A relação hipocrática, tradicionalmente paternalista, torna-se defasada a medida em que os laços estreitam-se, o médico torna-se mais diligente e avalia seu paciente como um individuo complexo, abordando a influência dos estados psíquicos na saúde física dos

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3 min261 days ago
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