Agência europeia confirma relação entre a vacina Oxford/AstraZeneca e trombose

Existe uma relação entre a vacina Oxford/AstraZeneca e trombose, com a formação de coágulos sanguíneos em algumas pessoas que receberam a dose do imunizante para combater a COVID-19. A informação foi confirmada por Marco Cavaleri, diretor da estratégia de vacinação da Agência Europeia de Medicamentos, numa entrevista publicada pela imprensa italiana. “Agora podemos afirmar, está claro que há um vínculo com a vacina, que provoca esta reação. O que causa essa reação, no entanto, ainda não sabemos. Para resumir, nas próximas horas diremos que existe uma ligação mas que ainda precisamos entender como ela acontece”, disse Cavaleri ao jornal Il Messaggero, nesta terça-feira (06/04). O diretor afirmou também que em breve a agência soltará um comunicado oficial sobre o tema. “Estamos tentando ter um quadro preciso do que está acontecendo, para definir a síndrome devido à vacina (…) Entre as pessoas vacinadas, houve registro de um número de casos de trombose cerebral entre jovens superior ao que esperávamos”, explicou. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Vacina Oxford/AstraZeneca e trombose: benefícios x riscos No início de março, vários países europeus pausaram o uso da vacina Oxford/AstraZeneca após relatos de coágulos em pessoas vacinadas. Na ocasião, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus destacou que a Agência Europeia de Medicamentos havia analisado estudos e descartado as suspeitas, e que os benefícios superaram os riscos associados à infecção pelo SARS-CoV-2.  “Mais de

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2 minhá 8 dias

Fake news: vídeo de 2018 é usado para dizer que idosa morreu após receber vacina contra COVID-19

Diariamente surgem notícias falsas que relacionam as vacinas contra a COVID-19 a um aumento no número de mortes. Algumas das mais recentes, abordavam a morte de um médico após ser vacinado, o aumento da taxa de mortalidade em Israel após a adoção da vacina da Pfizer e a confirmação de óbitos de vacinados pela Anvisa e pelo Departamento de Saúde dos Estados Unidos. Agora a estratégia envolve um trecho de um vídeo de uma reportagem da TV Record de Goiás que mostra uma idosa de 71 anos que supostamente morreu após receber vacina. Apesar de não especificar qual foi o imunizante utilizado, as postagens que circulam nas redes sociais sugerem que o fato ocorreu por causa de uma vacina contra a COVID-19. “Mulher morre imediatamente depois da vacina”, diz a legenda do post publicado originalmente no Facebook e que alcançou quase 50 mil compartilhamentos. O material circulou também no Whatsapp e em outras redes sociais afirmando que a idosa morreu após receber vacina contra COVID-19. Em algumas versões da fake news, a legenda acrescenta que a vacina utilizada na idosa veio da China, uma referência à CoronaVac. A vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan é o principal imunizante contra a COVID-19 usado hoje na população brasileira. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Idosa não idosa morreu após receber vacina contra COVID-19 O projeto de verificação de

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4 minhá 9 dias

Startup francesa testa vacina universal de dose única contra COVID-19

E se em vez de mirar na proteína Spike do SARS-CoV-2, como é o caso das atuais vacinas para COVID-19, existisse um imunizante com outra técnica que combata não só o novo coronavírus, como possíveis mutações e variações e até mesmo outros tipos de vírus? Ou seja: uma vacina universal de dose única contra COVID-19?A startup francesa Osivax estuda há alguns anos uma vacina universal contra todas as cepas do vírus da gripe. Agora, ela adaptou os testes para o SARS-CoV-2 com o objetivo de criar um imunizante de dose única que protegeria contra a COVID-19 e eventuais mutações pelo resto da vida. “Quando a pandemia começou, em 2020, imaginamos que os estudos usados na vacina contra a gripe poderiam ser potencialmente aplicados na COVID-19, já que os dois vírus são relativamente próximos”, explicou o diretor e fundador da Osivax, Alexandre Le Vert. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Parte interna do coronavírus Criada em 2017 em Lyon e com uma equipe de cientistas alocada também na Bélgica, a startup estuda utilizar a parte interna do vírus, mais estável, para ativar a chamada imunidade citotóxica, que leva os linfócitos T a produzir citocinas ou destruir diretamente as células contaminadas.Essa tecnologia – proteínas recombinantes encapsuladas em nanopartículas – induz boa resposta imunológica do corpo e gera poucos efeitos colaterais ao paciente.Por enquanto, essa vacina universal contra a COVID-19 está em fase de testes pré-clínicos e com animais. Le Vert disse

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2 minhá 14 dias

Fake news: não é verdade que vacinas de RNA mantidas em baixa temperatura alteram DNA

E a campanha contra as vacinas da COVID-19 continuam intensas entre alguns grupos nas redes sociais. A bola da vez é uma mensagem viral que afirma que as vacinas de RNA que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas não são, de fato, vacinas, mas um agente que modifica o código genético do paciente. “Qualquer vacina que precise ser enviada e armazenada a -80ºC não é uma vacina. É um agente de transfecção, mantido vivo para infectar suas células e transferir material genético. Não os deixe enganar você. Isso é manipulação genética de humanos em grande escala”, diz a postagem do Facebook. A pedido de usuários, a agência Lupa verificou a informação. O trabalho de checagem demonstrou que se trata de mais uma fake news, sem qualquer lastro científico. Confira a seguir alguns dos principais pontos que desmentem a mensagem viral. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Vacinas de RNA têm tecnologia diferente As vacinas que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas são as que usam tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), como acontece com os imunizantes da Pfizer/BioNTech e Moderna, ainda não disponíveis para uso da população brasileira. Para entender como esse tipo de vacina funciona, é preciso saber que o SARS-CoV-2 é composto por espículas em sua superfície, que é a porta de entrada para as células do corpo humano. A fabricação dessas espículas

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4 minhá 14 dias

COVID-19: vacinas da Moderna e Pfizer têm 80% de eficácia após 1ª dose

As vacinas da Moderna e Pfizer/BioNTech são extremamente eficazes no controle da COVID-19 já após a aplicação da primeira dose. O resultado foi apontado por um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal órgão de saúde dos Estados Unidos. Os dados preliminares mostraram que, em “condições de vida normal”, o risco de infecção caiu 80% após eles receberem a primeira dose de uma das duas vacinas. Com a aplicação das duas doses, a efetividade da vacina na proteção contra a infecção chegou a 90%. “Este estudo mostra que nossos esforços para uma vacinação nacional estão funcionando”, disse em nota a diretora do CDC, Rochelle Walensky, como noticiou o G1. Além dos dois imunizantes, os Estados Unidos também estão aplicando em sua população a vacina de dose única da Janssen, que não entrou no estudo. Segundo o CDC, este é o primeiro de vários estudos conduzidos nos EUA sobre a eficiência de vacinas contra a Covid-19.  Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Como foi o estudo com vacinas da Moderna e Pfizer Os cientistas do CDC analisaram, entre 14 de dezembro de 2020 e 13 de março de 2021, 3.950 voluntários com alto risco de exposição por trabalharem na linha de frente do combate ao novo coronavírus. Neste período, 62,8% dos participantes receberam duas doses da vacina. Os demais (12,1%) receberam apenas a primeira injeção. Nenhum

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2 minhá 15 dias

A mistura de vacinas contra a COVID-19 pode aumentar a resposta imunológica? | Colunistas

 A  vacinação no Brasil começou há 2 meses. Já são 3 vacinas contra a covid-19 aprovadas em nosso território – a CoronaVac chinesa, a da Universidade de Oxford/AstraZeneca e a da Pfizer/BioNTec. Cada uma com diferentes porcentagens de eficácia e mecanismos de ação. Em meio ao pior momento da Pandemia, diversas dúvidas surgem sobre os imunizantes. Afinal, nunca antes na história se teve acesso a essa variedade de vacinas em tão pouco tempo. O que leva a possibilidade da população tomar mais de um tipo de vacina em um curto espaço de tempo. Mas qual a implicação de uma pessoa tomar essa combinação de vacinas? É perigoso ou melhora a resposta imunológica? O processo de vacinação no Brasil  contra a COVID As variadas vacinas contra o COVID no Brasil são atualmente administradas separadamente em duas doses – isso significa que se você toma uma dose de CoronaVac hoje, irá tomar a dose reforço da mesma CoronaVac em 14 dias. O responsável pela distribuição atualmente são os municípios, que nessa primeira fase está vacinando os grupos de risco como profissionais da saúde e idosos. Apesar disso, a mistura de vacinas no Brasil é algo que pode se tornar possível muito em breve. Assim que a rede privada tiver acesso às vacinas, podem ocorrer situações no qual uma pessoa, que já tomou a vacina do Governo, tenha acesso a um tipo diferente em uma rede particular. Outros meios pelos quais as pessoas podem ter acesso a mais de um tipo de vacina hoje é de forma corrupta, furando filas, por exemplo, ou ainda por um erro durante a aplicação por parte dos profissionais.

Abia Sara

4 minhá 16 dias
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