Descubra o quanto você aprendeu em 2021

2021 foi um ano cheio de desafios e aos poucos estamos voltando aquela rotina corrida da faculdade de medicina. Mais do que nunca, é preciso correr atrás para compensar a falta de aulas presenciais nos últimos dois anos e verificar se você realmente absorveu todos os conteúdos. Foi pensando nisso que o SanarFlix desenvolveu o seu 3º Simulado Nacional, para que os estudantes possam testar o quanto eles aprenderam em 2021. Ele ocorrerá no dia 28 de novembro (domingo), às 9h da manhã, e é dividido em Ciclo Básico (para alunos do primeiro ao quarto semestre) e Ciclo Clínico (para alunos do quinto ao oitavo semestre). A inscrição é gratuita e você ainda pode concorrer a prêmios. Saiba mais sobre o SanarFlix Por que eu devo me inscrever no 3º Simulado Nacional do SanarFlix? O Simulado do SanarFlix é uma excelente oportunidade para você colocar em prática tudo o que aprendeu em 2021. Se liga nas vantagens: Direcione os seus estudos: descubra quais são os seus pontos fortes e fracos, o que precisa ser revisado e o que você já está mandando muito bem.Prepare-se para as provas: você vai testar seus conhecimentos com questões reais que podem cair nas provas da sua faculdadeE como um incentivo adicional, o SanarFlix premiará os Top 3 alunos com as melhores notas! Quais são os prêmios do 3º Simulado Nacional do SanarFlix? Nada melhor que uma boa recompensa pelo seu esforço e dedicação não é? Então confira os prêmios que o SanarFlix preparou para os melhores colocados no ranking do simulado: Para quem fizer o simulado do ciclo básico, os prêmios são:

Resumo de Terapia de Reposição de Testosterona (TRT): indicações, para mulheres e mais!

A terapia de reposição de testosterona (TRT) é uma das principais formas de tratamento do hipogonadismo masculino. Ela visa ao alívio dos sintomas, a restauração de níveis normais de testosterona, a melhora da qualidade de vida e a redução da mortalidade, a qual se mostra elevada em comparação à população geral. Os benefícios observados com TRT, como aumento da libido e nível de energia, efeitos benéficos na densidade óssea, força e músculos, bem como efeitos cardioprotetores, estão muito bem documentados na literatura. A testosterona pode ser administrada por via oral, bucal, nasal, intramuscular, transdérmica (gel ou adesivos) ou subcutânea (implantes ou injeções) e a escolha entre as diferentes preparações de testosterona requer uma compreensão de sua farmacocinética.  Indicações e Contraindicações A terapia de reposição androgênica é indicada para todos os homens que sofrem de hipogonadismo, exceto se houver uma ou mais das seguintes contraindicações: História de câncer de próstata: um homem com histórico de câncer de próstata geralmente não deve ser tratado com testosterona. Uma possível exceção é um homem hipogonadal que teve uma prostatectomia radical para câncer confinada à próstata e está livre de doença e tem um antígeno específico da próstata (PSA) indetectável por pelo menos dois anos, mas isso não é consenso entre os especialistas e muitos preferem não administrar a testosterona nesses casos. Além disso, os homens devem ser avaliados quanto à possibilidade de câncer de próstata não diagnosticado anteriormente.  Câncer de mama: a testosterona é aromatizada com estradiol, portanto, homens que têm câncer de mama não devem ser tratados com testosterona. Hiperplasia prostática benigna severa não tratada: os sintomas do trato urinário inferior devem ser avaliados pelo International Prostate Symptom Score (IPSS) e a taxa de

Resumo de morfina: mecanismos de ação, farmacocinética, indicações e mais

Definição A morfina é uma substância capaz de se ligar ao subtipo mu do receptor opióide. O receptor mu é tido clinicamente como o mais importante receptor opioide, por conta da sua ação analgésica principal, por meio da inibição das vias nociceptivas. A estrutura da morfina foi determinada em 1902. É um derivado fenantrênico com dois anéis planares e duas estruturas alifáticas em anel. As partes mais importantes da molécula para a atividade opióide são os grupamentos hidroxila livres no anel benzênico que está ligado ao átomo de nitrogênio através de dois átomos de carbono.  Desde então, muitos compostos opióides semissintéticos (produzidos por modificação química da morfina) e inteiramente sintéticos foram estudados. Estruturas químicas de alguns opióides. Range & Dale, 2016.  A utilização de morfina e derivados pode causar depressão respiratória grave, com risco de vida ou fatal. Nos EUA essa condição virou problema de saúde pública pela elevada incidência de dependência a essa classe de medicamentos.  Importante saber que o antídoto para casos de intoxicação por morfina é a naloxona. Inclusive há protocolos nos EUA em que a utilização do naloxona deve ser feita por via inalatória nos atendimentos pré-hospitalares de pacientes encontrados inconscientes.  Apresentação da morfina  A morfina é comercializada no Brasil principalmente pela marca Dimorf com as seguintes apresentações: Comprimidos com sulfato de morfina de 10 e 30 mg. Cápsulas de liberação prolongada  com sulfato e morfina de 30, 60 e 100 mgSolução injetável com sulfato de morfina: 02 mg/ml em ampola de 1 ml; 1 mg/ml em ampolas de 2 ml e 10 ml; 10 mg/ml em ampola de 1 ml.  Mecanismos de ação A

Cursos na faculdade de Medicina: vale a pena?

O processo seletivo de residências médicas, bem como o mercado de trabalho para médicos, está a cada ano mais competitivo e exigente. Assim, é necessário que você, como estudante de Medicina, busque ter diferenciais tanto no currículo quanto de conhecimento. Então, nesse contexto, surge uma questão: vale a pena fazer cursos na faculdade de Medicina? Existem várias temáticas de curso para estudantes, desde cursos de ferramentas como PowerPoint até curso de interpretação de ECG. Mas para saber se você deve fazer um desses cursos, são diversos fatores a se considerar. Então presta atenção nessas dicas: Nem todos os cursos na faculdade de Medicina são bem feitos Ao se deparar com um curso, a primeira pergunta a ser feita é: quem está promovendo esse curso? Para valer a pena o investimento, ele precisa ser feito por profissionais de referência na área, que saibam do que estão falando. Então vá atrás e descubra quais os professores do curso, se a instituição provedora é confiável e o histórico da empresa que oferece o curso. Além disso, sempre busque saber a ementa do curso, para saber se ele contempla o que você quer aprender. Assim, você não investe em um curso que não atenda as suas expectativas, e garante que irá ter o conteúdo que procura. Cursos na faculdade de Medicina são bons para o currículo? Sim! Hoje em dia, todas as formas de se diferenciar são boas para o currículo, umas mais e outras menos. Mas pensando em serviços de residência concorridos, cada ponto importa. Então, investir em um curso te agrega no currículo, além de sugerir que você possui um maior conhecimento sobre o tema escolhido

Síndrome de Burnout: capítulos ocultos sobre o papel do médico | Colunistas

Salvar vidas e ajudar as pessoas. Essa é a justificativa da maioria dos estudantes de medicina quando questionados sobre sua escolha profissional. Mesmo que verdadeiro, esse discurso é distante e, de certa forma, inocente quanto à realidade. A grande exposição a estímulos negativos e estressantes no ambiente de trabalho faz da classe médica uma das mais predispostas a adoecer física e mentalmente. Segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Medicina, cerca de 23,1% dos médicos brasileiros manifestam Burnout em grau elevado.                 A Síndrome de Burnout é definida como um estado de exaustão diretamente relacionada às condições de trabalho caracterizada por 3 principais aspectos: esgotamento emocional, despersonalização e insatisfação profissional. Essa doença é multifatorial e desencadeada pelo estresse laboral contínuo, que pode resultar em sintomas físicos como perda de apetite, alteração do sono, irritabilidade, dores musculares, dificuldade de concentração e memória e instabilidade de humor.                 O profissional com Burnout apresenta maior propensão a manifestar comorbidades como hipertensão arterial, depressão, transtorno de ansiedade, doenças cardíacas, declínio do sistema imunológico e tendência ao abuso de álcool e drogas. Além das consequências individuais, essa pessoa também apresenta risco para terceiros e para o sistema de saúde como um todo: segundo um estudo publicado na Mayo Clinic Proceedings, médicos com queixas dos principais sintomas de Burnout foram pelo menos 2 vezes mais predispostos a cometer algum erro médico grave nos últimos 3 meses.                 Esse distúrbio é diagnosticado de forma clínica, e seu tratamento é feito com psicoterapia e, quando necessário, com antidepressivos e/ou ansiolíticos. Contudo, a Síndrome de Burnout é extremamente negligenciada e subestimada pelos profissionais da saúde, causando uma naturalização dos seus sintomas. Assim, o trabalho que deveria ser uma fonte de prazer e satisfação, torna-se um fardo. Um editorial de
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