A demanda por teleatendimento em saúde aumentou cerca de 730% na plataforma Implus app, após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar situação de pandemia mundial de COVID-19.
A comparação foi feita com base no número de atendimento médios registrados nos últimos três meses no aplicativo.
Você que está no Teleatendimento COVID-19, não se preocupe! O YB está com você nessa! Esse artigo vai te dar algumas orientações e dicas sobre como proceder e dar o seu melhor nesse momento ímpar da atuação médica!
O Conselho Federal de Medicina (CFM), no Art. 1º da resolução nº 1.643/2002, versa sobre a Telemedicina como o exercício da Medicina através da utilização de metodologias interativas de comunicação audiovisual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em Saúde.
O CFM, em 19 de Março de 2020, emitiu o ofício de Nº 1756/2020, no qual foi reconhecida a eticidade do uso da telemedicina em virtude da pandemia, somando-se orientações ao ofício nº 1.643/2002.
Teleatendimento: princípios e estratégias
Diante do atual cenário da pandemia do novo coronavírus, para os médicos e internos de Medicina atuantes no teleatendimento, é essencial que se tenha noção sobre os princípios que versam tais serviços prestados.
Além disso, a despeito das limitações que o teleatendimento possa oferecer, é importante lembrar de estratégias para maximizar a relação e vínculo com os pacientes, a fim de que as orientações sobre medidas de higiene e isolamento social sejam seguidas com mais segurança e efetividade!
Para além de todas as orientações técnicas em relação a fluxos de orientação e triagem/ encaminhamento para unidades de saúde, aqui listamos mais considerações indispensáveis para essa atuação, estando você na teleorientação ou no telemonitoramento:
Esteja atento aos fluxos e orientações
Esteja atento aos fluxos e orientações do Ministério da Saúde, do Conselho Federal de Medicina e às específicas do serviço de teleatendimento ao qual você pertence (as diretrizes de cada protocolo seguem orientações regionais, das Secretarias Estaduais de Saúde);
Apresente-se e siga esse passo a passo
Apresente-se antes de iniciar o teleatendimento: lembre que este é um dos passos fundamentais para que a população ganhe confiança e segurança;
Pergunte sobre o motivo da ligação: “Em que posso ajudar?”; “O que o senhor(a) está sentindo?”; “O que deseja saber?”;
Comunique-se de forma clara e objetiva
Saiba se comunicar de forma clara e objetiva, transmitindo segurança por meio de palavras bem demarcadas, pausadamente;
Alguns serviços se destinam apenas à triagem dos pacientes, apesar de a população também ligar em busca de orientações.
Neste momento, oriente sobre o disk atendimento adequado mas tenha empatia e forneça informações outras se possível, levando em consideração a demanda pelo serviço no dia/ horário;
Registre todas as informações
Registre adequadamente as informações sobre o atendimento (lembre-se de que este pode funcionar como um prontuário) e esteja preparado para salvaguardar tais dados para o caso de falha em registros por meios eletrônicos;
Prepare um local adequado para o atendimento
Prepare seu local de atendimento: reserve um espaço livre de ruídos, a fim de que a comunicação seja o mais limpa possível;
Certifique-se de que a bateria do celular (bem como configurações do aparelho) e o serviço da central estão preparados.
Faça uma boa triagem
Fazer uma boa triagem é fundamental para saber se deve direcionar o paciente para o atendimento de emergência hospitalar ou se ele deve permanecer em casa, sob observação e isolamento.
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REFERÊNCIAS
- OFÍCIO CFM Nº 1756/2020 – COJUR , disponível em: http://portal.cfm.org.br/images/PDF/2020_oficio_telemedicina.pdf.
- RESOLUÇÃO CFM Nº 1.643/2002 disponível em : http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2002/1643_2002.pdf
