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Exames de imagem: aprendendo a interpretá-los

Exames de imagem: aprendendo a interpretá-los

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A insegurança para interpretar exames de imagem não é um sentimento difícil de ser encontrado entre os estudantes de medicina. Às vezes, está presente até entre médicos já formados.

Um dos motivos pelos quais isso pode acontecer é a não consolidação das bases em Radiologia. Ou ainda, a pouca relação dos estudos dos exames de imagem com a prática clínica. O post de hoje é justamente sobre esses possíveis problemas: como evitá-los para aprender de vez a interpretar radiografias, TCs, RMs e muito mais.

1. Bases em Radiologia

Para entender como melhorar os estudos das bases da radiologia, precisamos saber quais são elas, não é mesmo?

Um dos principais pilares que sustentam a radiologia é a Anatomia, claro! Não há como tentar entender qualquer tipo de exame de imagem sem ter a anatomia bem consolidada. Não é à toa, afinal, que nos cursos, muitas vezes, há a matéria chamada “anatomia radiológica”.

Então, como melhorar os estudos em anatomia? Confira esse post anterior da Sanar! Ele é todo voltado para os estudos mais eficientes da Anatomia, inclusive com dicas de materiais de referência.

O outro grande pilar que tem relevância para a pauta desse post é o entendimento sobre os “bastidores” das imagens. Em outras palavras, o conhecimento básico de como os exames de imagem são realizados; seus métodos de execução e seus histórico.

Nesse tópico vale ressaltar que o entendimento do médico não especialista em radiologia, via de regra, não precisa ser extenso. Entender as diferenças entre uma TC e uma RM, saber as bases do funcionamento da USG, em geral, basta. Por onde estudar? Os livros de referência em Radiologia, como o Daffner, geralmente têm os primeiros capítulos voltados para esse tema.

2. Correlação com a prática clínica

Bom, do que adianta ter boas bases dos exames de imagem e um ótimo conhecimento da anatomia, se nada disso é direcionado para a prática?

Possivelmente um dos maiores erros dos estudantes (talvez até dos próprios livros de referência usuais) é a falta de direcionamento dos exames de imagem para o contexto prático. As alterações X aparecem em pacientes com quais apresentações clínicas? Aquele exame Y foi pedido corretamente? Que tipos de diagnósticos diferenciais podem ser incluídos ou excluídos de acordo com esse exame de imagem? Normalmente, essas não são perguntas muito bem respondidas pelas grandes referências.

A solução para esse problema? Simples: escolher uma fonte que tenha como objetivo principal contextualizar os exames de imagem na prática clínica.

E onde essa fonte se encontra? Aqui! Fácil, acessível, bem “debaixo do seu nariz”. Confira o livro da Sanar A Clínica Através da Imagem e experimente essa nova forma de estudar radiologia. A obra foi formulada com o objetivo de ser uma fonte simples, completa e útil, para ajudar o clínico a interpretar melhor os exames de imagem.

São 22 capítulos com associações claras e rápidas, voltadas para a prática, que podem servir também como consulta do dia a dia! Garanta o seu exemplar!

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