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Farmacologia dos Antibacterianos | Colunistas

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Lanna Carvalho

16 min há 9 dias

Antibacterianos são fármacos aptos a inibir o crescimento bacteriano (bacteriostáticos) ou até mesmo extermina-las (bactericidas).

Possuem como alvo, as células bacterianas, mas quando no organismo também podem interagir com as células do paciente, podendo gerar efeitos colaterais.

Célula Bacteriana

As bactérias podem ser divididas em dois grandes grupos. As quais são as gram negativas e as gram positivas.

As bactérias gram negativas são as mais resistentes ao tratamento, exigindo antibacterianos de amplo aspecto, por possuírem uma parede celular delgada, formada por poucos peptidoglicanos. Contam com uma pressão osmótica interna de 5 a 10 atm e ao microscópio têm coloração avermelhada. Os fármacos que agem com maior dificuldade sobre gram negativas são: penicilina G, azitromicina, rifampicina, bacitracina e vancomicina.

As gram positivas apresentam parede celular espessa, e maior prevalência de peptidoglicanos. Contam com uma pressão osmótica de 20 a 30 atm, a qual quando o fármaco promove uma abertura na membrana plasmática, facilita a destruição mais acelerada e ao microscópio têm coloração roxa. Os antibacterianos atuam nos peptidoglicanos, logo estes são mais eficazes nas bactérias gram positivas.

Classificação

Natureza

• Antibióticos, sendo as substâncias naturais produzidos a partir do metabolismo secundário de organismo vivos. Sintetizados por fungos filamentosos (penicilina) e bactérias (bacitracina).

• Semissintéticos são derivados da manipulação molecular de antibióticos naturais objetivando aumentar a capacidade de inibição e/ou redução da toxicidade. Exemplos: cefalosporinas de 1°, 2°, 3° e 4° geração.

• Sintéticos são produzidos exclusivamente através de síntese química. Exemplo: quinolonas.

Quanto ao espectro de ação

• Amplo espectro: inibem o crescimento populacional de bactérias indistintamente, sendo muito potente. Exemplo: clorafenicol, tetraciclina, gentamicina, macrolideos e ampicilina.

• Ação sobre Gram positivas, detém maior seletividade por este grupo.

Exemplos: Penicilinas, cefalosporinas, eritromicina e vancomicina.

• Ação sobre Gram negativa possuem atividade predominante sobre esses.

Exemplos: Colinistina e polimixina.   

Quanto ao efeito biocida/biostático

• Bactericida: apto a promover alterações irreversíveis nas bactérias, ou seja, destroem a estrutura das mesmas. Utilizados em pacientes hospitalizados, imunocomprometidos, infecções graves, entre outros fatores em que o estado geral imunológico não está bem.  

• Bacteriostáticos: modulam a atividade da síntese de proteínas ou DNA, mantendo a bactéria retida numa fase do ciclo. Utilizado quando o paciente se encontra imunocompetente, tais como em casos de conjuntivite.

• Sinergismo: a associação de dois antimicrobianos para potencializar os efeitos se mostra eficaz, tais como a associação de dois bacteriostáticos que quando juntos atuam como um bactericida.

• Antagonismo deve ser evitado, para não gerar prejuízo na terapia. Exemplo: antimicrobianos em que um atua na função do outro e também a associação com alimentos, tais como o leite e derivados que contém cálcio prejudicam à ação da tetraciclina.

Quanto a estrutura química e mecanismo de ação

• Fármacos que inibem a síntese da parede celular.

Não Beta-lactâmicos (glicopeptídeos): Bacitracina e Vancomicina.

A vancomicina é um glicopeptídeo tricíclico produzido pelo Streptococos orientalis, não possui o anel beta-lactâmico, mas possui o mesmo mecanismo de ação, ou seja inibe a parede celular ao se ligar na extremidade D-Ala-D-Alanina do peptídeoglicano em crescimento, impedindo o alongamento e as ligações cruzadas. Este é muito ativo contra as gram positivas. Geralmente são administrados por via endovenosa, por infusão lenta, ampla distribuição e possuem excreção glomerular.

Usos clínicos em: sepse, endocardite por estafilococos resistentes a meticilina, infecções estafilocócicas resistentes aos beta-lactâmicos, enterocolite, alérgicos á penicilina ou em infecções por Enterococus e Pneumococos resistentes às penicilinas.

Quando associados à gentamicina (aminoglicosídeo que entra por porina e em associação eleva a entrada por estas), com boa atividade contra Enterococcus, devido ao sinergismo de ação entre estes antimicrobianos.  

Efeitos colaterais

• Flebite. Urgência médica caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos no interior de uma veia, que impede o fluxo sanguíneo, ocasionando complicações como trombone venosa profunda ou embolia pulmonar.

• Calafrios e febre.

• Nefrotoxidade .

• Eritema e urticária. A liberação de histamina na região do pescoço, quanto mais veloz é administrada, mais rápido estimula o sistema imune, logo é recomendada a infusão lenta deste.

A bacitracina se trata de uma mistura peptídica cíclica obtida pela cepa de Bacillus subtilis. Inibe a formação da parede celular ao interferir na desfosforilação no ciclo do transportador lipídico que transfere subunidades da parede celular em crescimento. É nefrotóxica por via sistêmica, deve ser de uso local. Usos clínicos em casos de lesões de pele superficiais, feridas ou mucosas.  

Beta-Lactâmicos: todas as classes precisam apresentar em sua estrutura o anel beta-lactâmico, este que da funcionalidade ao fármaco. Se o anel for rompido, os antimicrobianos perdem a sua atividade.

São bactericidas, pois degradam a parede celular da bactéria, tornando-a muito fácil de sofrer lise e choque osmótico. A parede celular é composta por M-acetil-murâmico e N-acetil-gicosaminal e peptídeos (que ligam as cadeias e promovem estabilidade).

Atuam sobre as enzimas transpeptidases, impedindo que haja ligação entre os peptídeos, ou seja as camadas de açúcar ficam soltas.

Detém toxicidade leve aos hospedeiros, pelo fato de seres humanos não possuírem parede celular, então só possuem ação no grupo das bactérias. 

• Penicilínicos: penicilina G, ampicilina e amoxicilina. Estas se modificam de acordo com o grupo R sendo semissintéticos para melhor eficácia terapêutica.

• Cefalosporínicos: cefalexina e cefaclor.

• Carbapenêmicos: imipenem, meropenem, ertapenem e panipenem.

• Monobactâmicos são resistentes a muitas beta-lactamases, as quais são enzimas produzidas por bactérias que aceleram a hidrólise do anel beta-lactâmico desses antibacterianos: aztreonam.

Condutas para se evitar a resistência bacteriana

As bactérias possuem as beta-lactamases como meio de proteção e para se evitar a hidrólise dos anéis beta-lactâmicos pode recorrer a:

  1. Modificação da estrutura do antibacteriano de forma que não haja mais substrato para as beta-lactamases se ligarem.
  2. Inibição da enzima por um composto que seja estruturalmente relacionado ao substrato beta-lactâmico (inibidor de beta-lactamases).

Os inibidores da beta-lactamase são estruturalmente semelhantes às penicilinas, mas possuem uma cadeia lateral modificada. Tais aspectos estruturais permitem que os mesmos se liguem irreversivelmente às beta-lactamases como substratos suicidas, mantendo-as inativas

Exemplos: Ácido clavulânico, Sulbactam e Tazobactam.

A combinação de um agente beta-lactâmico e um inibidor de beta-lactamases têm mostrado ser uma boa opção terapêutica.

Penicilinas

Indicadas no tratamento:

 • infecções por germes (Gram +): estafilococos, pneumococos e estreptococos (faringoamigdalites, escarlatina e eripisepela).

• infecções por germes (Gram -): neisserias não produtoras de beta-lactamases, clostridium e alguns anaeróbios e espiroquetas.

Baixa absorção por via oral, pois são inativadas pelo HCL presente no estômago.

Tipos de penicilina

• Penicilina cristalina (aquosa): administradas por via endovenosa, pois não atravessam a membrana, têm meia vida curta entre 30 e 40 minutos, são eliminadas rapidamente e são a primeira opção em quadros de meningite bacteriana.

• Penicilina G (procaína): administradas por via intramuscular, a associação com procaína retarda o pico máximo e eleva os níveis séricos teciduais por 12 horas.

• Penicilina G (benzatina): a única de depósito, pouco hidrossolúvel, administrada exclusivamente por via intramuscular.

• Penicilina V: administrada por via oral e possui níveis séricos maiores em relação às outras.

Penicilinas resistentes à beta lactamases: oxacilina, dicloxacilina, meticilina, ticarcilina e piperacilina.

Efeitos adversos das penicilinas

• Reações de hipersensibilidade.

• Modificações da microbiota intestinal, podendo ocasionar quadros de diarréia.

• Redução da eficácia de anticoncepcionais orais.

• Erupções cutâneas.

Aminopenicilinas

Agrupam as ampicilinas e amoxilinas.

São menos ativas que as Penicilinas V e G para gram positivas e atuam em gram negativos (cocos e bacilos).

Indicadas em quadros de infecções das vias respiratórias (S.pneumoniae), exacerbações da bronquite crônica e otites, infecções do trato urinário (E.coli), meningite (N.meningitidis) e infecções por salmonella.

Reações adversas: os mesmos das penicilinas, além de náuseas e diarréia.

Ácido clavulânico (amoxicilina): possuem eficácia terapêutica contra S.aureus e anaeróbios produtores de beta-lactamases e são muito ativos contra H.influenzae e M.catarrhalis. Sua biodisponibilidade não é alterada pelos alimentos.

Sulbactam (ampicilina): possuem eficácia terapêutica contra cepas produtoras de beta-lactamases incluindo o S.aureus, H.influenzae, E.coli e anaeróbios.

Cefalosporinas

São reunidas em gerações, de acordo com sua eficácia contra diferentes micro-organismos. Os fármacos de geração mais atual, são mais potentes, estando relacionadas com a Gram negativa.

São mais resistentes às beta-lactamases e ativos contra gram negativas e positivas. Possuem o anel beta-lactâmico e são de amplo espectro.

• As cefalosporinas de 1° geração atuam em Gram positivas e algumas Gram negativas. Exemplos: cefadroxila, cefalexina monoidratada, cefalotina e cefazolina.

Usadas para profilaxia, em pré-cirurgias para evitar contaminação e infecção durante a cirurgia. Administradas por via oral. Podem ser usadas durante a gestação.

• As cefalosporinas de 2° geração atuam em Gram positivas, cocos e bastonetes Gram negativos. São administradas por via oral. Exemplos: cefaclor, cefuroxima, cefotaxima e cefoxitina.

• As cefalosporinas de 3° geração apresentam atividade aumentada para bacilos Gram negativos facultativos, penetração satisfatória no líquor, logo são eficazes contra meningites por H.influenzae, S.pneumoniae e N.meningitidus, são administradas por via intramuscular. Exemplos: cefdinir, cefixima, cefoperazona, cefotaxima e ceftriaxona.

• As cefalosporinas de 4° geração apresentam amplo espectro bacteriano, sendo ativas contra estreptococos, estafilococos e Gram negativos aeróbicos. São administradas por via endovenosa. Exemplo: cefepima.

Efeitos adversos

• Reações de hipersensibilidade.

• Reação cruzada. Os alérgicos á penicilina não devem receber cefalosporinas em razão de a estrutura química ser muito parecida.

• Dor local após a aplicação intramuscular.

• Mal estar epigástrico após o uso por via oral.

Carbapenêmicos

São beta-lactâmicos bactericidas de amplo espectro, todos são de uso hospitalar. Abordam o doripeném, ertapeném, imipeném e memeropenem.

São ativos contra: anaeróbios, haemophilus influenzae, estreptococos e estafilococos.

Os aminoglicosídeos fazem sinergismo com carbapenêmicos contra a P. aeruginosa.

Fármacos que atuam diretamente na membrana plasmática da bactéria.

Polimixina

Mecanismo de ação: quebram a estrutura da membrana celular bacteriana ao interagir com seus fosfolipídios. Exemplos: polimixina E (colistina) e polimixina B (polixil B).

Detém ação seletiva sobre bactérias Gram negativos devido à sua especificidade pelas moléculas de lipopolissacarídeo existentes em sua membrana externa.

Indicações clínicas: bactérias gram negativas, infecções (pele, ouvidos, olhos e membranas submucosas).

São extremamente nefrotóxicas e restritas ao uso tópico.

 Fármacos que afetam a função das subunidades ribossômicas 30S ou 50S, causando inibição reversível da síntese de proteínas bacterianas. Ex; tetraciclinas.

Atuam bloqueando o receptor da subunidade 30S do ribossomo bacteriano que se liga ao RNAt durante a tradução gênica bloqueando a incorporação de novos aminoácidos à cadeia da proteína em formação (inibe a transpeptidação). Exemplos: doxiciclina e minociclina.

Tetraciclinas

São bacteriostáticos, administradas por via oral ou parenteral, absorção intestinal irregular, podendo ser prejudicada na presença de cálcio, ferro, magnésio e alumínio. Possuem ampla distribuição e atravessam barreiras com facilidade e possuem eliminação pela urina e bile.

Indicações clínicas por possuírem amplo espectro. São de 1° escolha em casos de clamídia, brucelose, cólera e leptospirose. São de 2° escolha em infecções respiratórias, acne, meningite e diarréia.

Efeitos adversos influem distúrbios gastrointestinais, hipoplasia dentária e deformidades ósseas, aplasia medular, fototoxicidade e tontura.

Cloranfenicol

Atuam se ligando à subunidade 50S do ribossomo bacteriano bloqueando a incorporação de novos aminoácidos à cadeia da proteína em formação (inibe a transpeptidação).

Administração por via oral com pico plasmático em 2 horas, ampla distribuição, atravessam barreiras, possuem metabolismo hepático e eliminação urinária.

Indicações clínicas por serem de amplo espectro, bactericidas para H.influenzae, meningite, febre tifóide, conjuntivite.

Efeitos adversos: aplasia medular (pancitopenia), síndrome cinzenta do recém-nascido, hipersensibilidade e superinfecção.

Macrolídeos

Atuam se ligando á subunidade 50S do ribossomo bacteriano impedindo a translocação.

A administração se dá por via oral. Estes concentram -se nos fagócitos, potencializando a destruição das bactérias. São inativados no fígado pela enzima P450 é são excretados pela urina e bile.

Efeitos adversos: distúrbios gastrointestinais, reações de hipersensibilidade, distúrbios de audição, icterícia colestática e superinfecção.

Indicações terapêuticas: tuberculose, pneumonias, infecções por streptococos (faringite, amigdalite e erisipela), infecções por helicobacter pylori (úlcera péptica), sífilis e tétano.

 Exemplo: eritromicina (ilosone) pouco estável em meio ácido, claritromicina (klaricid) forma metabólito ativo  e azitromicina (zitromax)

Fármacos que se ligam à subunidade ribossômica 30S e alteram a síntese de proteínas bacterianas.

Ex: Aminoglicosídeos

Atuam através da ligação à subunidade 30S do ribossomo bacteriano, impedindo a leitura correta do RNAm, bloqueando a síntese da proteína correspondente. Ex: Sulfato de amicacina (novamin), Sulfato de gentamicina (garamicina), Sulfato de canamicina, Sulfato de neomicina (uso tópico) e Sulfato de estreptomicina.

Possuem pouco efeito sobre microrganismos anaeróbicos.

São extremamente polares, logo não são absorvidos no TGI; possuem rápida absorção é baixa distribuição tecidual, não atravessam barreiras e concentram -se no ouvido interno e no córtex renal e são eliminados pela filtração glomerular através dos rins.

Efeitos adversos incluem ototoxicidade e nefrotoxicidade.

Indicações clínicas

• Estreptomicina: endocardite bacteriana, tuberculose e tularemia.

• Gentamicina: pneumonia, sepse, infecções urinárias, meningite, endocardite r queimaduras.

• Tobramicina: uso oftalmológico.

• Kanamicina: tuberculose.

• Neomicina: preparação do intestino para cirurgias

 Fármacos que afetam o metabolismo bacteriano dos ácidos nucléicos (DNA).

Ex: Quinolonas e Fluoroquinolonas

Atuam interferindo na replicação do DNA bacteriano devido inibição das enzimas bacterianas topoisomerase 2 e 4, ou seja atuam como bacteriostáticos.

São bem absorvidos por via oral, antiácidos interferem na absorção, biotransformadas no fígado por enzimas P450 e são eliminados na urina.

Indicações clínicas por serem de amplo espectro, são eficazes em infecções do trato urinário e respiratórios por Pseudomonas e H.influenzae, prostatite, gonorréia e otite.

1° geração apresentam atividade Gram negativa moderada, mas não atuam contra pseudomonas ou bactérias gram positivas. Exemplo: Ácido nalidíxico e piromídico.

2° geração apresentam atividade Gram negativa expandida e alguma ação Gram positiva e atípicos, como Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia pneumoniae. Exemplos: ciprofloxacino, ofloxacino e norfoxacino.

3° geração apresentam atividade Gram negativa expandida, Gram positiva específicas e ação contra micro-organismos atípicos. Exemplos levofloxacino e moxifloxacino.

 4° geração têm melhor cobertura contra Gram positivos, mas também têm ação Gram negativa e contra anaeróbicos. Exemplo: trovafloxacino.

Fármacos que bloqueiam enzimas essenciais ao metabolismo do ácido fólico.

Sulfonamidas

Atuam como inibidores competitivos da enzima bacteriana sintetase de dihidroperoato que catalisa (acelera) uma reação necessária à síntese de ácido fólico (molécula essencial para a síntese de precursores de DNA e RNA bacteriano).

Farmacocinética: apresenta boa absorção oral, pico plasmático em 4 horas, atravessam barreiras e sofrem metabolização hepática.

Uso clínico em casos de queimaduras, cancro, infecções respiratórias e urinárias.

Efeitos adversos incluem náuseas e vômitos, cefaléia, hepatite e reações de hipersensibilidade.

Trimetropina

São antagonistas do folato, potencializam a ação das sulfanilamidas. Possuem boa absorção oral, atravessam barreiras, eliminação renal de eleva com o aumento do PH.

Efeitos adversos incluem náuseas, vômitos, erupções cutâneas, alterações hematólogicas, cristalúria, anemia megaloblástica por déficit de folato.

Exemplos: sulfametoxazol, trimetoprima, sulfadimidina e sulfazalazina.
Fonte: https://br.pinterest.com/pin/1548181126796006/

Autor(a): Lanna do Carmo Carvalho

O texto acima é de total responsabilidade do autor e não representa a visão da sanar sobre o assunto

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Referências:

Célula bacteriana https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/lactamicos2.htm&ved=2ahUKEwjFrfWp44DxAhXpqpUCHT8eBK0QFjAHegQIIxAC&usg=AOvVaw3jR2sEI_uq7OvUVNvCRHtq

Classificação https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/lactamicos2.htm&ved=2ahUKEwjFrfWp44DxAhXpqpUCHT8eBK0QFjAHegQIIxAC&usg=AOvVaw3jR2sEI_uq7OvUVNvCRHtq

Condutas para se evitar a resistência bacteriana https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo1/lactamicos2.htm&ved=2ahUKEwjFrfWp44DxAhXpqpUCHT8eBK0QFjAHegQIIxAC&usg=AOvVaw3jR2sEI_uq7OvUVNvCRHtq

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