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Impressora 3d e medicina: Como a impressão 3D está ajudando a salvar vidas| Colunistas

“A ciência é a inteligência do mundo; a arte, o seu coração.” – Máximo Gorki.

O primeiro relato sobre as impressoras 3D foi realizado no ano de 1984, cujo fundador é o engenheiro norte-americano Charles Hull. Anos depois, os projetos baseados nos processos da impressão 3D foram criando forma e perspectivas para um novo mundo.
Os softwares desenvolvidos também foram capazes de alcançar a medicina, ao ponto de iniciaram as pesquisas na área médica para a criação de próteses de órgãos e membros do corpo humano. Nos dias atuais é uma realidade que irá desempenhar um papel crucial na medicina regenerativa, ao ponto de ser possível criar ossos, cartilagens, tecidos com vasos sanguíneos, pele sintética.
O primeiro relato de um órgão em impressão 3D foi nos anos 2000. O órgão impresso foi o rim e em 2013 realizou-se o transplante de rim confeccionado pela Impressão 3D. Oito anos depois da impressão do rim, obteve-se a da prótese de um membro inferior.
Nesse diapasão, nota-se que os valores atribuídos a essa técnica, além de traçar novos rumos as condutas médicas, traz esperanças aos usuários, sendo capaz de salvar vidas.
Nesse contexto, com os resultados obtidos e com resposta positiva para ele, percebe-se que a impressora 3D é capaz de confeccionar próteses personalizadas capazes de substituir peças anatômicas que foram removidas via uma neoplasia, trauma por acidentes, patologias ósseas.
Suas limitações aparecem quando a prótese não é do tamanho adequado para aquele paciente, o que pode levar a dor e mobilidade reduzida. Porém, torna-se mais palpável mediante ao auxílio dos exames de imagem como a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética, pois são capazes de dimensionar o tamanho exato para que realize a modelagem de tamanho preciso para otimizar e reduzir danos aos pacientes.
Nos órgãos e tecidos biológicos observa-se semelhança na textura, flexibilidade e resistência do material, aplicados em cirurgias de reconstrução, reduzindo a chance de rejeição e obtendo melhor qualidade de vida ao paciente.
Em relação a procedimentos cirúrgicos em que as informações dos exames de imagem não são totalmente eficazes e claras, a impressão 3D entra no auxílio das características anatômicas dos órgãos ou estruturas.  Sendo capaz de captar e detectar lesões, alterações congênitas e agregando na melhor abordagem terapêutica pelo médico cirurgião.  
Atravessando o contexto do tratamento cirúrgico, encontra-se a conduta terapêutica medicamentosa que se buscam a grande vantagem de imprimir as medicações com a dosagem individualizada, reduzindo a superdosagem, efeitos colaterais, otimizando a farmacocinética e a farmacodinâmica das medicações.
Ao individualizar a conduta de cada paciente e por apresentar maneiras mais eficazes e com o tempo uma redução dos custos, a necessidade de utilizar a impressão 3D na medicina, torna-se essencial para o tratamento dos enfermos. Porém, ainda é uma prática limitada a centros hospitalares de alta complexidade devido o custo do maquinário e aperfeiçoamento dos softwares. O que acarreta um futuro não muito distante.

“Nunca antes da história a inovação ofereceu tantas promessas para tantos em tão pouco tempo” – Bill Gates

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