Letra legível na prescrição médica: o que todo o médico precisa saber?

Cremeb e CRF-BA alertam para importância da letra legível na prescrição médica! A letra legível na prescrição de medicamentos é fundamental. Isso se aplica tanto para o bem-estar dos pacientes como para melhor atuação dos farmacêuticos como para. Por isso, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) e o Conselho Regional de Farmácia do Estado da Bahia (CRF-BA) estão promovendo uma campanha para conscientizar os médicos. Dados comprovam a importância desta ação. De acordo com a empresa de pesquisas britânica KLAS, voltada para área da saúde e tecnologia, 68% dos erros relacionados ao uso de medicamentos ocorrem pela incompreensão da grafia no receituário. A letra ilegível pode gerar problemas graves. Uma receita mal escrita pode levar o paciente a: Utilizar o medicamento errado,Usar a dosagem incorreta, e Até mesmo levá-lo a morte. Como a receita deve ser redigida? De acordo com o art.15 da Lei nº 14.063, de 23 de setembro de 2020, que altera o art. 35 da Lei nº 5991/73, a receita deve ser redigida sem abreviações e de forma legível, observando a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais. A norma determina que o documento contenha o nome e o endereço residencial do paciente e, expressamente, o modo de usar a medicação. É necessário ainda conter a data e a assinatura do profissional de saúde. O endereço do seu consultório ou da sua residência e o seu número de inscrição no Conselho profissional. O Código de Ética Médica, no Capítulo III, que preconiza sobre a responsabilidade profissional, também traz orientação no artigo 11 sobre receitar de forma ilegível. De

Como fazer um resumo certeiro para os estudos em seis passos

Saber como fazer um resumo pode fazer toda a diferença para a aprovação! Está se preparando para provas da faculdade, residência médica, pós-graduaçao ou concursos? Se sim, toda ajuda para potencializar os estudos fará a diferença. Um ponto chave para fixação dos conteúdos estudados são os resumos. De acordo com a definição dicionário Oxford Languages, resumos consistem na exposição sintetizada de um acontecimento ou de uma série de acontecimentos, das características básicas de alguma coisa, com a finalidade de transmitir uma ideia geral sobre seu sentido. A elaboração de um resumo traz vários benefícios para os estudos. Entre eles: Possibilidade de desenvolver a capacidade de síntese do estudante;Chance de exercitar a memória e reforçar as informações principais de um assunto;Maior foco e concentração no estudo;Ter um material único com todos os pontos mais relevantes de um assunto para consultar sempre que precisar. Diante da exposição dos benefícios dos resumos, é preciso pontuar que para ser vantajoso o estudante precisa fazer da forma certa. O ponto primordial aqui é entender que o resumo não deve ser, de forma nenhuma, uma cópia idêntica ao livro os às aulas. Para ser certeiro, o diferencial é saber selecionar as informações mais importantes e usar as suas palavras. O que isso quer dizer? A memorização do conteúdo é mais produtiva quando você usa palavras que são mais familiares para você. Para isso, vale até investir na linguagem informal, abreviações e até gírias. Você precisa se sentir totalmente confortável para compreender e memorizar os conteúdos aprendidos. Passo a passo de como fazer um resumo certeiro para a prova Após ter em mente que o resumo precisa ser sucinto e com

Você sabe o que é Genotipagem do HIV? | Colunistas

A importância da genotipagem O exame de genotipagem do Vírus da Imunodeficiência Humana(HIV) é uma forma direta e rápida de identificar o padrão genético das mutações virais que podem conferir resistência biológica a um ou mais medicamentos das diferentes classes terapêuticas. Atualmente, seis classes de medicamentos antirretrovirais(ARV) estão disponíveis para o tratamento das PVHIV: inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (ITRN), inibidores da transcriptase reversa não análogos de nucleosídeos (ITRNN), inibidores da protease (IP), inibidores da integrase (INI), inibidores de fusão (IF) e antagonistas de co-receptores CCR5 (as duas últimas correspondem aos inibidores de entrada – IE). Seu resultado é de extrema importância para o sucesso terapêutico e controle adequado das cepas virais, selvagem(cepa viral com constituição genética considerada normal, não apresentando mutações de resistência aos ARV) e mutante(cepa viral com alterações genéticas distintas daquelas encontradas no vírus do tipo selvagem). Avaliando a falha terapêutica O principal parâmetro para caracterizar a falha terapêutica é a falha virológica (detecção de carga viral após seis meses de uso ou troca de ARV, após já se ter atingido indetecção viral, e/ou pelo aparecimento de doenças associadas ao HIV/aids). Em todos os casos, a carga viral detectável deve ser confirmada em coleta consecutiva após intervalo de quatro semanas do exame anterior. A falha virológica prejudica a recuperação imunológica, aumenta o risco de progressão da doença e leva à emergência de cepas resistentes aos ARV. Alguns fatores podem contribuir para a falha, os principais encontram-se no quadro abaixo. Quando realizar genotipagem? Após detectada e confirmada a falha virológica, recomenda-se a pesquisa de resistência viral aos ARV através do

Minha experiência com o ciclo básico | Colunistas

Olá, você que acabou de ser aprovado no vestibular, deve está todo ansioso com a faculdade e a vida nova, também passei por isso. Há dois anos atrás eu estava comprando jaleco, estetoscópio e imaginando como seria, mas como o tempo passa… já estou entrando no ciclo clínico. Mas, vamos para algumas dicas que eu gostaria de ter recebido. Materiais úteis Alguns preferem fichário, mas eu me perco no meio de tantas folhas, então optei por um caderno e dividia as matérias;Canetas, sempre leve uma a mais, pois seu amigo do lado pode pedir uma emprestada;Estetoscópio, mas caso você não tenha, sem problemas. A maioria das faculdades disponibilizam;Jaleco branco, é o que mais você vai usar;Notebook, tablete, computador ou o que você achar mais fácil de usar. Desses, os que eu mais usei foram o jaleco e o notebook. E, ter mais de um jaleco ajuda muito. Mas, o que é o ciclo básico? São os dois primeiros anos de medicina. Onde, estudamos matérias básicas, porém essenciais, sendo elas, teóricas ou práticas. Onde eu estudo, por exemplo, tive matérias como Morfologia (Anatomia, Radiologia e Histologia), Habilidades de Comunicação, Habilidades de Informática, Habilidades Médicas, Práticas funcionais, IESC e Tutoria. Além disso, tive algumas extras essenciais, como Ética e Cidadania, Empreendedorismo, Libras, Educação Ambiental, Análises Sociais e Relações Étnicos Raciais e História, Sociedade e Cultura afro brasileira, africana e indígena. Podemos descobrir o que é cada uma dessas matérias?  Morfologia: Dentro dessa matéria tínhamos três tópicos, Anatomia, que estuda as estruturas do corpo humano, seus sistemas e órgãos. Radiologia cuida dos diversos diagnósticos por imagens, como o Raio X. Já a Histologia, passa a relação entre os tecidos celulares

Exame físico geral – Roteiro| Colunistas

A anamnese é a entrevista clínica, primeiro contato com paciente para entender o motivo da consulta e evolução do caso. Inclui identificação, história da doença atual, antecedentes pessoais, antecedentes familiares, hábitos de vida e interrogatório sobre diversos aparelhos. É uma das partes fundamenteis da semiologia, mas hoje o resumo será sobre o complemento da anamnese, o exame físico geral.  O exame físico geral é a primeira etapa do exame clínico, complementa a anamnese (entrevista clínica) e fornece uma visão do paciente como um todo e não centrada em cada órgão. É uma parte muito importante da semiologia, mas muitas vezes é passado despercebido. O exame fisco começa quando o paciente entra no consultório médico, com a inspeção, avaliação do estado geral, é uma impressão subjetiva do avaliador. Para um adequado exame é fundamental ainda, manter o paciente confortável, ele pode estar acompanhado, o local deve ser adequado, iluminado.Antes de tocar o paciente deve-se: Higienizar as mãos; se apresentar (geralmente, feito na anamnese) e pedir permissão. Medidas antropométricas: – Peso, circunferência abdominal, IMC, FC (55 a 100), FR (16 a 20), temperatura (35,5 a 37). Descrição do exame físico geral Normal:  – NORMAL: paciente BEG (bom estado geral), vígil, orientado no tempo e espaço, ativo no leito, sem decúbito preferencial, fáceis atípica, normocorado, acianótico, anictérico, perfundido, hidratado, nutrido, sem linfonodomegalias, pulsos presentes e simétricos. MMII (membros inferiores) – pulsos presentes e simétricos, perfundido, sem sinais de TVP e livre de edemas. 1. Exame físico geral Estado geral (avaliação subjetiva): bomBomRegularRuim Nível de consciência: é a capacidade de responder a estímulos voluntaria e conscientemente. Vigil – Apresenta abertura ocular espontânea,

Sanar promove lives de revisão para prova do Revalida

Acompanhe as aulas de revisão gratuita para prova do Revalida da Sanar! Quer ser aprovado no Revalida? Se sim, esse é o momento de potencializar os estudos. Para isso, nada melhor do que assistir lives de revisão para prova. A Sanar quer te ajudar a alcançar o sonho de revalidar o diploma no Brasil sem desespero. Para isso, estamos promovendo lives de revisão para prova através do canal no YouTube. Além de acompanhar no dia da live, você também pode conferir as revisões que já aconteceram, ficam todas salvas na nossa listagem de vídeos. Já teve intensão com top10 de questões de cirurgia e também de ginecologia e obstetrícia. Você não pode perder essa oportunidade de alavancar seu aprendizado. Cronograma das lives de revisão para prova do Revalida TOP10 questões de Clínica Médica para REVALIDA-INEPDia: 24/01/2022Horário: 18h TOP10 questões de Pediatria para REVALIDA-INEPDia: 31/01/2022Horário: 18h Revisão para prova de PreventivaDia: 2/02/2022Horário: 18h Revisão para prova de PediatriaDia: 7/02/2022Horário: 18h Revisão prova de CirurgiaDia: 9/02/2022Horário: 18h Revisão prova de Clínica MédicaDia: 14/02/2022Horário: 18h Revisão prova de Ginecologia e ObstetríciaDia: 16/02/2022Horário: 18h Revisão pré-prova Revalida – INEPDia: 2/03/2022Horário: 18h Revisão pré-prova Revalida – INEPAssuntos: cirurgia, clínica médica, ginecologia e obstetrícia, pediatria e preventivaDia: 5/03/2022Horário: 18h Correção da prova de RevalidaDia: 6/03/2022Horário: 17h Posts relacionados Por que é tão difícil passar no Revalida se não tem concorrência?Revalida: quais são os assuntos mais cobrados na prova?Qual é o melhor preparatório para o Revalida?

Como uma substância se transforma em fármaco? | Colunistas

Introdução Aquele que nunca usou algum fármaco que atire a primeira pedra. Pois é, precisamos de remédio. O que muitas vezes não sabemos é a sua origem, ou seja, quais as etapas antes de uma substância se alojar em uma cápsula e compor, ao lado de outras, as prateleiras das farmácias. É justamente sobre esse processo que abordarei neste artigo.  O que é um fármaco? Conforme o livro “Farmacologia Básica e Clínica”, da editora Grupo A, a principal referência deste texto, fármaco é “qualquer substância que altera a função biológica por meio de suas ações químicas”. No corpo, essas substâncias participam de duas interações: farmacodinâmicas – ação do fármaco no corpo – e farmacocinéticas – ação do corpo no fármaco.  O processo de descoberta de novos fármacos Os processos de formação de novos fármacos são divididos em quatro etapas: 1) identificação ou elucidação de um novo fármaco; 2) projeto racional de uma nova molécula com base na compreensão dos mecanismos biológicos e da estrutura do seu receptor; 3) triagem da atividade biológica para compreender se a substância já não foi descoberta e 4) modificação química de uma molécula ativa conhecida resultando em um análogo do tipo “eu também”.  Em resumo, primeiro se descobre ou se desenvolve uma substância, em seguida, verifica-se o seu mecanismo de ação, posteriormente, busca-se conhecer se o composto já não existe ou se já não foi descoberto antes e, por fim, procura-se por modificações químicas de outras substâncias que tenham como produto final a substância pesquisada. Após confirmar que, de fato, não existe registro de tal substância, então, descobriu-se um novo fármaco.  Fonte: KATZUNG, Bertram.; MASTERS, Susan.; TREVOR, Anthony. Farmacologia Básica e Clínica. Porto Alegre: Grupo A, 2017. Ilustração

A pré-excitação ventricular e a síndrome de Wolff-Parkinson-White | Colunistas

Introdução O termo pré-excitação é definido como a ativação do tecido cardíaco atinge um sítio distal, em direção anterógrada ou retrógrada, mais cedo do que o esperado, com relação à transmissão efetuada através do sistema de condução normal. Ocorre comumente quando uma via acessória anômala que se desvia de parte ou de todo o sistema de condução normal, toma parte na propagação do impulso elétrico. Louis Wolff, John Parkinson e Paul Dudley White publicaram, em 1930, uma série de casos de pacientes cujo ECG mostrava um intervalo PR curto e um padrão de bloqueio de ramo, sendo esse, conhecido como padrão eletrocardiográfico de Wolff-Parkinson-White. A presença  desse padrão, associado a taquiarritmias sintomáticas é definida como Síndrome de Wolff-Parkinson-White (WPW). Fisiopatologia No coração normal, o impulso elétrico atrial, chega aos ventrículos após sofrer um retardo fisiológico devido ao maior período refratário das células do nó atrioventricular (NAV) e sistema His-Purkinje, permitindo que a contração ventricular suceda a atrial, permitindo assim o devido enchimento ventricular. As vias acessórias anômalas são tecidos remanescentes resultantes de uma falha no desenvolvimento embriológico do anel atrioventricular e da falha da separação fibrosa entre os átrios e ventrículos. Na síndrome de WPW, a condução atrioventricular, ou seja, a passagem do estímulo elétrico dos átrios para os ventrículos, ocorre, parcial ou totalmente, por meio de via acessória, resultando em uma ativação mais precoce dos ventrículos. Padrão Electrocardiográfico Como pode ser observado no ECG da figura 1, as principais alterações eletrocardiográficas decorrentes da síndrome de WPW são: Intervalo PR curto, menor que 120 ms em adultos ou 90ms em crianças;QRS alargado (>120 ms), com um empastamento em sua porção inicial (onda delta)

Doenças Orificiais | Colunistas

Introdução Quando falamos em doenças orificiais, estamos querendo abordar o conjunto de patologias benignas que acometem o canal anal, ânus, margem anal, períneo e a região sacrococcígea, sendo aqui abordadas como a doença hemorroidária, fissuras anais, abscessos e fístulas perianais. Fazendo uma breve revisão sobre anatomia e seu exame físico: Anatomia O reto consiste na porção pélvica do sistema digestório, sendo dividido do canal anal pela linha pectínea. Assim, é a linha pectínea que irá delimitar a divisão entre o epitélio colunar simples proximal e o epitélio estratificado distal, a inervação visceral proximal e a inervação somática distal. É nessa região que iremos encontrar as colunas retais, compostas pelas criptas (criptas de Morgagni), no interior das quais os ductos excretores das glândulas anais se abrem. Sendo um órgão responsável pelo armazenamento e posterior excreção de tudo que não fora absorvido da digestão, junto com as bactérias, essa região possui uma grande rede muscular para manter o tônus funcionante. Assim, teremos os músculos esfíncteres externo e interno, sendo o primeiro composto por fibras estriadas voluntárias, enquanto o segundo será composto por fibras lisas involuntárias.  O canal anal, esfíncteres e a fossa isquioanal com seus vasos e nervos contidos, constituem o trígono anal. Fossa isquioanal  É uma região de formato aproximadamente de ferradura que preenche a maior parte do trígono anal: ela é preenchida com tecido adiposo frouxo permeado por nervos e vasos sanguíneos.  Os “braços” da ferradura são triangulares em corte transversal porque o músculo levantador do ânus se inclina para baixo, em direção à junção anorretal. O canal anal e seus esfíncteres localizam-se no centro da ferradura.

Teníase e Método de Tamisação | Colunistas

Conceito A teníase é uma doença causada pelo parasita Taenia solium ou Taenia saginata a depender do hospedeiro intermediário. A Taenia solium é transmitida pela carne suína contaminada e a Taenia saginata transmitida pela carne bovina contaminada.  Os ovos do parasita podem ainda causar uma neuroparasitose chamada de neurocisticercose, transmitida através da ingestão de cisticercos do parasita.  Ciclo Biológico da Teníase Quando uma pessoa infectada com a taenia defeca em um solo, os ovos e proglótides (unidades do parasita) são liberados, infectando o solo. Assim, quando um gado bovino e suíno se alimentam, acabam ingerindo essas formas parasitárias. Os ovos passam pelo início do sistema digestório do animal, e eclodem no intestino. Após a eclosão, o parasita migra para o espaço muscular, lá, as oncosferas (nome dado aos ovos do parasita) começam a se desenvolver dentro de uma cápsula, chamada cisticerco. Quando um humano ingere a carne do animal contaminado com os cisticercos, esses passam pelo início do sistema digestório do ser humano, e em sentido descendente eclodem no intestino, fazendo com que os parasitas adultos tenham como hábitat o intestino delgado. Figura 1: Ilustração do ciclo biológico da Taenia Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/taeniasis/index.html Quadro Clínico  Os sintomas no seres humanos são muito variáveis, mas são tipicamente compostos por fortes dores abdominais, alterações no apetite, cefaleia, tontura, náuseas, debilidade, perda de peso, flatulência, diarréia ou constipação. Em casos mais crônicos, pode-se notar um retardo no crescimento e desenvolvimento ao analisar a curva de crescimento do paciente pediátrico, e diminuição significativa da produtividade e oscilações de humor em pacientes adultos.  Quando o paciente tem uma infecção parasitária que se prolonga, o parasita começa a migrar

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