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Transmissão da covid-19 por aerossóis: alerta da OMS

Comunidade científica reivindica que autoridades de saúde reconheçam transmissão da covid-19 por aerossóis Existe sim a possibilidade da COVID-19 ser transmitida por partículas microscópicas que ficam suspensas no ar e são liberadas na respiração e na fala. A informação foi revelada pela Organização Mundial da Saúde na última semana, em coletiva de imprensa realizada em Genebra, na Suíça. A pauta já tinha sido levantada um dia antes do pronunciamento da OMS, em uma carta aberta publicada por um grupo de 239 cientistas de 32 países. Nela, eles pediam o reconhecimento da chamada “transmissão por aerossol” por autoridades de saúde.  O documento produzido, que contou com a participação do infectologista brasileiro Paulo Saldiva, professor do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP, contém um alerta sobre o distanciamento social. Segundo os pesquisadores, manter pessoas afastadas de 1 a 2 metros não é eficaz contra o novo Coronavírus, principalmente em locais fechados que não tenham um sistema de renovação do ar. “Vimos que o coronavírus permanece muito mais tempo no ar e viaja a uma distância maior do que 2 metros em determinados ambientes”, disse o professor.  Entre os tópicos da carta estão: O Novo Coronavírus pode se acumular no ar em locais fechados;O tempo de permanência no ar do SARS-CoV-2 em locais fechados pode ser de até 3 horas;A transmissão pelo ar ajuda a explicar os superpropagadores.  A transmissão da COVID-19 por aerossóis Segundo a OMS declarou em documento atualizado, o novo Coronavírus pode ser transmitido não apenas por gotículas expelidas durante a tosse ou os espirros, mas também por aerossóis. De acordo com Benedetta

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4 min17 hours ago

Transmissão de covid-19 por assintomáticos dificulta o controle

A transmissão da covid-19 por assintomáticos tem dificultado o controle da pandemia espalhando o vírus, sem mesmo saber que estão transmitindo. De todos os pacientes que testaram positivo, apenas 22% afirmaram sentir algum sintoma relacionado a doença Uma das principais dificuldades no controle da pandemia do novo Coronavírus é fazer com que pacientes assintomáticos não transmitam o vírus. Segundo o Office for National Statistics, o escritório oficial de estatísticas do Reino Unido, só 22% das pessoas que testaram positivo para a Covid-19 relataram sintomas no dia do teste. As informações, reveladas em uma reportagem da BBC, mostram que isso aumenta a possibilidade do vírus ser espalhado. Os dados foram revelados justamente quando o número de pacientes mortos no Reino Unido apresenta queda. A pesquisa revelou ainda um comportamento mais “comum” nos novos infectados pela Covid-19. São eles: Pessoas que trabalham fora de casa com saúde ou assistência social têm, em geral, maior probabilidade de testarem positivo;Pessoas de minorias étnicas estão entre as mais propensas a ter um teste de anticorpos positivo, sugerindo uma infecção passada;Pessoas brancas foram as menos propensas proporcionalmente a testar positivo;Pessoas que moram com famílias maiores têm maior probabilidade de testarem positivo, do que aquelas que convivem em famílias menores. Infectados assintomáticos nos EUA Segundo Anthony Fauci, médico chefe do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, entre 40% a 45% dos infectados pela Covid-19 em todo território norte-americano são assintomáticos.  De acordo com o especialista, isso dificulta as tentativas rastreamento do contato entre infectados e a aplicação de medidas de isolamento entre pessoas.  Atualmente, os Estados Unidos contam com mais de 3,3 milhões de pessoas infectadas

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2 min20 hours ago

IMIP – Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira

O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) é uma entidade filantrópica com atendimento voltado para a população carente de Pernambuco, que também atua com ensino, pesquisa e extensão. Situado na cidade de Recife, o IMIP é o complexo hospitalar com maior número de leitos no Norte-Nordeste do país. Neste artigo, você vai conhecer melhor essa importante instituição para a saúde do Brasil e saber como funciona a residência médica por lá. Continue lendo! Conheça o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira O IMIP foi fundado em 1960 por um grupo de médicos liderados pelo professor Fernando Figueira. Nessa época, chamava-se Instituto de Medicina Infantil de Pernambuco e a sua atuação era voltada apenas para a Pediatria. Aos poucos, outras especialidades foram sendo integradas ao serviço, sendo a Ginecologia e Obstetrícia a primeira delas. Hoje em dia, o IMIP oferece atendimento para a população em geral e conta com serviços ambulatoriais, de emergência e hospitalares, centro diagnóstico e salas para a realização de diferentes procedimentos. Ao todo, são mais de 1000 leitos e 600 mil atendimentos anuais realizados em seus 10 prédios. O IMIP também conta com um Hospital Dia. No segmento de ensino, pesquisa e extensão, o IMIP oferece graduação em Medicina e outros cursos da área de Saúde, além de programas de Mestrado, Doutorado e Residência.  Residências Médicas disponíveis no IMIP O IMIP dispõe de programas de residência multiprofissional, cursos de especialização e Residência Médica. Para este último, os médicos podem se especializar nas seguintes áreas: Especialidades de acesso direto Anestesiologia: 9 vagas;Cirurgia Cardiovascular – 2 vagas;Cirurgia Geral – 4 vagas;Clínica Médica

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3 minyesterday

Nova variante do Coronavírus pode ser responsável pelo aumento das infecções

Uma nova variante do Coronavírus pode ser a responsável pela rápida disseminação da doença no mundo. Um estudo recente, publicado na revista Cell no dia dois de julho, demonstra que a mutação D614G do SARS-CoV-2 tornou-se a variante dominante no mundo, apesar que o mesmo estudo ainda tenta provar se isso está relacionado a uma maior transmissibilidade do vírus ou ao acaso. Segundo o estudo, realizado pelas Universidades Sheffield e Duke Universities e pelo Laboratório Nacional Los Álamos, dos 999 pacientes britânicos com COVID-19 analisados, os que possuíam a forma D614G variante do vírus, também possuíam mais partículas virais. Essa variante é mais fácil de transmitir comparada com o vírus que surgiu na China? É um vírus mais infeccioso, no entanto, os pacientes com a nova variante não demonstraram maior gravidade em comparação aos demais. Durante uma segunda pesquisa, seis amostras de moradores de San Diego foram analisadas com o objetivo de comparar a resposta imune do vírus original com a variante D614G. A pesquisa demonstrou que a resposta imune humana pode combater a nova variante tão bem ou melhor que a versão original. Ou seja, apesar de aparentar maior sucesso na disseminação, o corpo humano não encontra maiores dificuldades para combater o vírus. “Os dados clínicos desse artigo da Universidade de Sheffield mostraram que, embora os pacientes com o novo vírus G (D614G) tenham mais cópias virais do que os infectados com D (vírus original), não houve um aumento correspondente na gravidade da doença”, diz a professora Erica Ollmann Saphire, que lidera o CoVIC. Se a nova variante demonstra ser mais infecciosa, isso significa que ela também é mais mortal?

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2 minyesterday

Casos Clínicos: Apendicite | Ligas

Apresentação do caso clínico B.P.T., 26 anos, enfermeira, casada, brasileira, natural de Lauro de Freitas-BA, procedente de Penaforte-CE, branca, católica, heterossexual, não possui plano de saúde. A paciente procura a UBS após sentir dor abdominal, náuseas e vômitos associados a anorexiahá 24 horas. Refere que apresentava-se bem, quando há um dia deu início a um quadro de dor abdominal do tipo cólica em região periumbilical, de intensidade leve (conferindo pontuação 4 numa escala de 0-10) que não possuía melhora com a liberação de flatos ou evacuação. Alega tambémfebre contínua de 38,2ºC com aferições em intervalos de quatro horas. Relata ainda que após 15 horas a dor cursou com localização bem definida em fossa ilíaca direita, conferindo pontuação 8 numa escala de 0-10, sendo o esforço físico e o ato de tossir um fator de piora e a adoção de posições de imobilização da região dolorosa um fator de melhora. Nega automedicação para alívio da dor, bem como diarreia, disfagia ou perda ponderal. Afirma que a atual condição impediu-lhe de trabalhar e realizar suas atividades diárias, levando-a a procurar ajuda médica. Afirma varicela aos 6 anos, porém nega outras doenças comuns na infância. Nega DM, HAS e outras doenças crônicas, alergias, hemotransfusões e cirurgias prévias. Refere cartão vacinal atualizado. Não faz uso contínuo de medicações, com exceção do contraceptivo oral.  Pai (60 anos) hígido e mãe (58 anos) possui HAS, controlada por uso de medicações. Paciente alega não ter bons hábitos alimentares, com alimentação desequilibrada e ingesta de fast-foods e carboidratos, além de consumo moderado de álcool (uma taça de vinho no final de semana).Nega tabagismo e uso de drogas ilícitas. Ao exame físico, a paciente apresenta-se em regular estado geral, lúcida e orientada no tempo e no espaço,anictérica, acianótica,desidratada +/4+,normopneica(FR:18irpm), taquicárdica(FC: 105 bpm) e

Casos Clínicos: Colecistite Aguda | Ligas

Apresentação do caso clínico Paciente do sexo feminino, 41 anos, branca, recepcionista, católica, procedente e residente de Salvador/ Bahia. Procurou atendimento médico com queixa de dor abdominalem cólica em quadrante superior direito há sete diase piora há dois dias, associada a anorexia, náuseas e episódios de vômitos. Informa que a dor piora após alimentar-se, graduando em 7 (0-10), por vezes com irradiação para região epigástrica. Nega fatores de melhora. Nega alterações em urina ou fezes. Ao exame físico, a paciente encontrou-se em regular estado geral, lúcida e orientada no tempo e espaço, anictérica, acianótica, febril (38°C), corada, desidratada (2+/4+), eupneica (FR= 18 irpm), normocárdica (FC= 84 bpm) e normotensa (120x80mmHg). Abdome semigloboso às custas de panículo adiposo, ruídos hidroaéreos presentes, flácido, doloroso à palpação superficial e profunda em hipocôndrio direito com sinal de Murphy positivo.  Foram realizados exames laboratoriais que mostraram: Hemograma com 13.000 leucócitos, sem desvio à esquerda, amilase = 79 U/L (VR= 28-100 U/L), lipase= 34 (VR < 60U/L), AST= 28 U/L (VR= 5 a 40 u/l), ALT= 18 U/L (VR= <19U/L), BT=1,0 mg/dL, BI= 0,6 mg/dL, BD= 0,4mg/dL.  A ultrassonografia abdominal demonstrou vesícula biliar com parede espessada com cálculos em seu interior. Com base nos achados do exame físico e USG, associados ao quadro clínico da paciente, foi realizada a internação hospitalar com suspeita de colecistite aguda. Foram iniciadasantibioticoterapia associada à analgesia e nutrição intravenosa, além da suspensão da dieta oral, visando a melhora clínica da paciente. Após período de 48h, foi realizadacolecistectomia via videolaparoscopia como tratamento definitivo, procedimento indicado em função do elevado risco de crises recorrentes e complicações.        Questões para orientar a discussão        Quais são

Casos Clínicos: Intoxicação por Etilenoglicol | Ligas

Apresentação do caso clínico Paciente do sexo masculino, 39 anos, branco, caseiro em sítio privado, procedente e residente de Alagoinhas, Bahia, foi levado ao serviço acompanhado do seu patrão, dono da propriedade em que trabalha, o qual lhe encontrou inconsciente há 4 horas atrás, próximo a um cantil com substância desconhecida. Acompanhante negou mudança de comportamento habitual. Refere histórico de Diabetes mellitus em uso de Metformina e negou hipertensão, alergias e outras doenças. Ao exame físico, o paciente se encontrava sonolento, com ataxia, fala arrastada, glasgow 13, afebril (36,5ºC), hipotenso (90×60 mmHg), eupneico (18 irpm) porém apresentando longas incursões, taquicárdico (110 bpm), saturando a 98% e glicemia ocasional de 119 mg/dL, acianótico, anictérico, hidratado. Apresentava-se ainda normosecretivo, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, mucosas conjuntivais úmidas, cavidade bucal e orofaringe sem alterações, ausência de linfonodos palpáveis, sem alterações de campo visual e na fundoscopia. Extremidades tróficas e bem perfundidas. Sem alterações na ausculta cardíaca e pulmonar e no exame do abdome em um primeiro momento. Após a estabilização do paciente, a gasometria arterial revelou uma acidose metabólica e se apresentou da seguinte forma: O ECG apresentou um prolongamento em intervalo QT, hemograma e leucograma sem nenhuma alteração relevante, função renal com creatinina sérica de 3,98 mg/dL, uréia sérica de 86,43 mg/dL, cálcio sérico de 4,2 mg/dL e potássio de 5,2 mmol/L. Depois de realizado o cálculo adequado o gap osmolar foi de 21 mOsm/kg. O exame de urina não apresentou oxalato de cálcio. O quadro de depressão do SNC associado a acidose de origem metabólica com intervalo aniônico, ausência de anisocoria, de hipo ou hipersecretividade e de alteração glicêmica restringe os possíveis diagnósticos a cetoacidose alcoólica e intoxicação

Casos clínicos: Trombose Venosa Profunda | Ligas

Apresentação do caso clínico J.P.O, 56 anos, masculino, branco, analfabeto, heterossexual, católico, brasileiro, entregador de pizza, natural e procedente de Salvador caiu de moto quando trabalhava, sofreu uma fratura na tíbia esquerda, engessada no pronto-socorro local. O paciente relata que após um mês do acidente, retirou o gesso, contudo há 3 dias queixou-se de dor e inchaço unilateral em membro inferior esquerdo. Afirma que a dor é em queimação, surgiu de forma insidiosa, generalizada, sem irradiação e possui intensidade 7 na escala de 0 – 10. Associado a isso, o paciente relata parestesia e aumento na temperatura da pele do membro afetado. Diabético, nega HAS, outras doenças crônicas e realização de alguma cirurgia. Informa que a mãe tem HAS, pai falecido tinha DM. Ao exame físico, o paciente apresentou bom estado geral, nutricional e bem hidratado; lúcido e orientado no tempo e espaço; fácies atípica; eupneico (FR: 19 ipm); afebril (Temperatura axilar: 37ºC); acianótico; anictérico, normocárdico(FC: 75 bpm), normotenso (135 x 85 mmHg), peso: 94kg; altura: 1,75m e IMC: 30,7.  No exame de cabeça e pescoço: sem alterações no globo ocular e sem edemas; garganta sem placas, secreções ou qualquer indício de infecção; linfonodos não palpáveis. Aparelhorespiratório:Murmúrio vesicular bem distribuídos e sem ruídos adventícios, expansibilidade preservada bilateral, a percussão som claro pulmonar e não apresentou esforço respiratório. Aparelho cardíaco:  precórdio normodinâmico; Ictus visível, sem propulsão e palpável no 5º espaço intercostal esquerdo; bulhas rítmicas normofonéticas em dois tempos ausência de sopros e frêmitos não palpáveis. Exame abdominal: abdome globoso de forma uniforme, sem cicatrizes, sem visceromegalia, indolor a palpação superficial ou profunda e com cicatriz umbilical normotrusa e centralizada. Som timpânico a percussão abdominal, com RHA normoativos. Exame dos membros inferiores: Edema com cacifo positivo no MMIIE. Panturrilha comdiâmetro > 3cm.
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