Mapas Mentais de Medicina: Como criá-los?

Se você é estudante de Medicina, é bem provável que você já tenha se deparado com um mapa mental. Essa ferramenta está se tornando cada vez mais popular. Isso porque é uma boa forma de manter os assuntos estudados frescos na memória e fáceis de revisar. Portanto, é interessante você aprender a criar os seus próprios mapas mentais de Medicina. Primeiramente, é importante destacar que nenhum passo a passo está certo ou errado. O que vamos trazer nessa lista são dicas que podem facilitar o seu trabalho de confeccionar os mapas. Também trazemos sugestões de elementos que não podem faltar. Então vamos lá! Selecione apenas termos chave para seus mapas mentais de Medicina Quando estamos falando de mapas mentais, ser suscinto é a chave para a perfeição. Ou seja, nada de colocar frases grandes ou de exagerar na quantidade de assunto. Claro que muitos assuntos são extensos, mas fazer um mapa mental poluído invalida seus benefícios, tornando-o pouco prático e nada visualmente atrativo. Então, esteja você fazendo um fluxograma de conduta, uma prescrição ou resumindo uma patologia, escolha com cuidado o conteúdo do seu mapa. Procure usar palavras e expressões, evite frases. Tudo isso aumenta a efetividade do seu mapa mental de servir como um bom resumo do assunto. Utilize cores, formas ou imagens Através dos mapas mentais, os estudantes conseguem visualizar os principais tópicos de um determinado assunto. O diferencial é esquematiza-lo uma forma resumida e harmônica, certo? Para otimizar a fixação do conteúdo por meio da memória visual, é interessante caprichar no design do seu mapa. Nesse sentido, você pode escolher uma paleta de cores que te agrada para colorir os elementos do seu mapa

Carreira Médica

3 min há 198 dias

Resumos de faringotonsilites | Ligas

1. Introdução às faringotonsilites: O anel linfático de Waldeyer é constituído pelas tonsilas palatinas, faríngea e lingual, pelo tecido linfático peritubário e pela granulação parafaríngea. Embora não seja totalmente conhecida, a função primária das tonsilas palatinas parece ser a de um órgão linfoide periférico (produzem IgG, IgM, IgA, IgD e IgE), privilegiadamente localizadas no trajeto dos sistemas respiratório e digestivo, cuja função é coletar informações antigênicas. [1] Figura 1: anel de Waldeyer Disponível em: https://bit.ly/2RupF5z As tonsilas são revestidas pelo epitélio do local em que se encontram: a tonsila palatina é revestida pelo epitélio escamoso não queratinizado da orofaringe, enquanto a tonsila faríngea é revestida pelo epitélio pseudoestratificado ciliado do trato respiratório. É o único órgão linfoide em contato direto com o meio externo. O epitélio de suas criptas apresenta espaços que permitem a passagem de células e antígenos da luz da cripta para o interior da tonsila. [2]Por definição, faringotonsilite é todo processo inflamatório infeccioso, de origem local ou geral, das tonsilas e mucosa faríngea. Após os resfriados e as otites médias, as faringotonsilites correspondem à doença mais comum na criança, sendo uma das maiores queixas de pacientes que procuram os serviços de emergência. A dor de garganta pode ser acompanhada de febre, odinofagia e linfonodomegalia cervical, que sugerem faringotonsilite. Além da anamnese, o exame da cavidade oral irá ajudar a fazer o diagnóstico e instituir o tratamento adequado. [3] 2.Classificação das faringotonsilites Quanto ao tempo: – Agudas: relacionadas a um processo infeccioso agudo; – Recorrentes: cinco ou mais infecções em 1 ano ou quatro infecções por ano em 2 anos consecutivos;
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