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Pós-graduação em Medicina de Emergência

Pós-graduação em Medicina de Emergência

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Você sabia que o curso de pós-graduação em medicina de emergência da Sanar é autorizado pelo MEC? Saiba mais sobre a área com este texto!

A pós-graduação em medicina de emergência é uma excelente oportunidade para médicos recém-formados aprofundarem os conhecimentos adquiridos na graduação. Somado a isso, se manterem atualizados com os principais protocolos de atendimento internacionais.

Neste texto, vamos explicar o que é a área, as maneiras de ingressar nela e como funciona sua pós-graduação. Vamos nessa!?

A Medicina de Emergência

A especialidade de Medicina de Emergência passou a ser reconhecida como uma especialidade médica no Brasil há apenas 3 anos.

Apesar disso, é justamente atuando em emergências que o médico recém-formado está inserido.

Considerando a especialidade, o médico emergencista atende a pacientes com acometimentos, doenças e lesões que, em geral, não têm diagnóstico prévio. Por esse motivo, precisam de atendimento médico imediato, exigindo muito preparo técnico e também emocional dos profissionais.

Fica claro que estar bem preparado(a) para o exercício de uma medicina efetiva e comprometida com o paciente é essencial.

Por que escolher a pós-graduação?

Tanto a Pós-Graduação quanto a Residência Médica são modalidades de especialização dentro da Medicina.

Assim como em outras graduações, a Pós-Graduação tem que ser feita após a formatura em Medicina.

Pensando no acesso às essas modalidades, a Residência Médica exige a a aprovação na prova de residência para o ingresso. Assim sendo, em geral, o processo de estudos para a residência exige grandes investimentos financeiros e emocional.

Em contrapartida, a pós permite um acesso mais rápido, sem processo avaliativo. Isso te dá a liberdade de escolher o melhor momento da sua vida para ingressar no processo de especialização.

Isso porque a entrada na pós-graduação não exige a aprovação em um concurso. Além disso, ela oferece a oportunidade de uma carga horária mais flexível.

Ter essa possibilidade favorece que o tempo de especialização se adapte melhor ao seu estilo de vida, à rotina de plantões ou aos estudos.

Como se tornar um especialista em Medicina de Emergência?

Para se tornar uma médico emergencista, você deve ser aprovado na prova de títulos da ABRAMEDE ou fazer uma Residência em Medicina de Emergência.

Confira aqui o Edital para a Prova de Título de Especialista em Medicina de Emergência de 2022!

Como comentado acima, a Medicina de Emergência passou a ser reconhecida como especialidade médica recentemente. Por isso, ainda são poucos os programas de residência no país, o que pode limitar suas opções.

Outra questão que pode afastar os médicos da residência é a carga horária. Muitas vezes, se trata de uma rotina extenuante o suficiente para impedir o exercício em outros trabalhos.

Pensando nisso, uma excelente alternativa para o médico é fazer uma Pós-graduação em Medicina de Emergência. Ela permite a capacitação sem que isso o impeça de trabalhar, sendo remunerado.

Importante: após concluída a Pós em Medicina de Emergência, é preciso ser aprovado na prova de título da especialidade para se intitular especialista.

Por isso, essa pode ser uma excelente opção para médicos recém-formados que querem ganhar mais segurança na sua atuação prática que podem ou não desejam deixar de trabalhar.

Habilidades avançadas em Medicina de Emergência

Dentro da medicina de emergência, existem protocolos de conduta definidos por tipos de paciente ou suporte. Esses processos são fundamentais para as situações encontradas pelos médicos dentro e fora das unidades de atendimento.

B.L.S.

O Suporte Básico de Vida ou BLS (Basic Life Support) foi criado para dar habilidades de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

Assim, para vítimas de qualquer idade, com diferentes dispositivos de barreiras, com uso de um DEA ou desfibrilador manual e com tratamento de OVACE.

Com isso em mente, o conhecimento do BLS é essencial aos profissionais de saúde e socorristas, de vários contextos, tanto em hospitalares como pré-hospitalares.

A.T.L.S.

O Suporte Avançado a Vida no trauma (Advanced Trauma Life Support®) é o conjunto de abordagens concisas e sistemáticas no cuidado ao paciente vítima de trauma.

O ATLS foi desenvolvido pelo comitê de trauma do American College of Surgeons (ACS) e introduzido, em 1980, nos EUA e no mundo.

Ele oferece métodos confiáveis para manejo de pacientes vítimas de trauma. Isso é feito através de permitir ao profissional o acesso à:

  • condição do paciente;
  • ressuscitação;
  • sua estabilização;

    Com isso é possível determinar se as necessidades vão além das oferecidas pela unidade de atendimento.

O método ATLS também aborda a organização e transferência Inter hospitalar de um paciente e a garantia que o atendimento ideal seja fornecido durante todo o esse processo.

A.C.L.S.

O Advanced Cardiac Life Support é um dos conhecimentos fundamentais para todo profissional de emergência, seja ele médico ou não.

O suporte avançado de vida em cardiologia tem sua base no suporte básico de vida (SBV), priorizando a realização de RCP (ressuscitação cardiopulmonar) de forma contínua sem perda de qualidade.

É um conhecimento fundamental no reconhecimento e atendimento de casos de PCR, pós-PCR, arritmia aguda, AVC e síndromes coronárias agudas. Que de acordo com a OPAS, são as maiores causas de mortes no mundo.

P.H.T.L.S.

O Prehospital Trauma Life Support, na sigla em inglês, é o atendimento pre-hospitalar ao traumatizado.

Em muitos casos, o rápido e eficiente atendimento pré-hospitalar é essencial para a sobrevida do paciente e o não agravamento da condição já provocada pelo trauma.

Para tanto, faz toda a diferença ter conhecimentos avançados sobre: biomecânica, anatomia, fisiologia e fisiopatologia de órgãos e sistemas.

P.A.L.S.

O Pediatric Advanced Life Support, vai habilitar o médico a reconhecer o paciente pediátrico com comprometimento circulatório e respiratório que necessite intervenção.

Para esse suporte avançado podem ser necessários:

  • RCP
  • Ventilação auxiliar
  • Desfibrilador
  • Acesso vascular rápido
  • Terapia medicamentosa, que guardam alguns detalhes quando em vítimas pediátricas.

A.L.S.O.

O Advanced Life Support in Obstetrics é o programa que ajuda os profissionais da assistência à gravidez a adquirir conhecimentos avançados.

Pensando nisso, especialmente habilidades cruciais para lidar com condições de urgência e emergência que surgem durante o puerpério.

Vale ressaltar que é um programa internacional e que sofre adaptações em algumas regiões, visando sua autossustentação e sempre com o objetivo de oferecer o melhor atendimento à paciente obstétrica.

A Pós-graduação em medicina de emergência Sanar

O curso de pós-graduação em medicina de emergência oferecido pela Sanar, é um curso autorizado pelo MEC, e adota um modelo híbrido com aulas em vídeo e práticas presenciais.

A pós-graduação em medicina de emergência conta com professores renomados, todos padrão USP, atuantes dos principais serviços médicos do país, e experiência em hospitais de referência.

Além disso, entendendo melhor sobre o mercado de trabalho, é evidente uma demanda enorme de profissionais mais qualificados.

Ainda assim, as poucas residências em Emergência ainda são uma barreira grande para aqueles que desejam obter o titulo de especialista em medicina de emergência.

Aprofunde seus conhecimentos e ofereça um atendimento melhor, destacando-se na área com a pós-graduação em Medicina de Emergência da Sanar!

Quer conhecer mais sobre nosso curso de pós? Então, assista este vídeo que fizemos sobre o curso, com a participação de Felipe Marques, coordenador do curso.

Ao concluir a Pós em Medicina de Emergência, posso me denominar especialista?

Você só pode se declarar especialista em Medicina de Emergência após finalizar a residência médica ou sendo aprovado na prova de título, pela ABRAMEDE.

Ao médico, é permitido trabalhar em todas as áreas nas quais estiver capacitado. Por isso, a pós-graduação da Sanar te capacita a prestar atendimento e cuidado em cenários de urgência e emergência.

Isso é importante porque é preciso experiência e atuação na área de Medicina de Emergência por tempo igual ou superior a 06 anos para prestar a prova de título, segundo a ABRAMEDE.

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