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22/062021

Confira as fake news sobre o Covid-19

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Fake news: falso virologista não trabalha no Hospital Albert Einstein e traz informações erradas sobre vacinas contra COVID-19A campanha de vacinação contra a COVID-19 avança lentamente no Brasil. Segundo dados das secretarias de Saúde, apenas 30% da população brasileira receberam a primeira dose de um dos imunizantes disponíveis, e pouco mais de 11% completaram a imunização. Além de problemas de logística e de aquisição de insumos para a produção, o excesso de fake news sobre vacinas contra a COVID-19 também atrapalham a imunização dos brasileiros. Uma das mais recentes que circulam pelo WhatsApp é um áudio creditado a um virologista de nome Roberto Klaus, que seria vinculado ao Hospital Albert Einstein. O suposto virologista diz que os imunizantes são experimentais e que não teriam segurança comprovada. Ele alerta também que as vacinas não foram testadas em idosos e que podem “atrapalhar o DNA” de vacinados. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil O trabalho de checagem de notícias da Agência Lupa entrou em contato com o Hospital Albert Einstein, que afirmou que não há nenhum Roberto Klaus entre seus funcionários. A mensagem, portanto, é falsa, mas não apenas por ser creditada a um falso virologista. Confira a seguir os trechos do áudio falso e as informações que revelam as várias fake news disseminadas nesse conteúdo: Vacinas contra COVID-19 são seguras “A segurança [da CoronaVac] não dá nem pra gente ter ideia, porque depende da variável tempo. Quem está tomando vacina agora faz parte de ser um voluntário, porque
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Fake news: postura de bruços aumenta oxigenação, mas não substitui ventilação mecânica em pacientes com COVID-19Circulam pelas redes sociais mensagens que indicam a técnica conhecida como drenagem postural para substituir a ventilação mecânica em pacientes com COVID-19. As publicações acompanham ilustrações que ensinam como inclinar o corpo para realizar a técnica. “Em caso de não conseguir oxigênio nos hospitais ou não poder comprar, drenagem postural”, diz a mensagem. “Se você sente alguma dificuldade para respirar, inale e exale lentamente nesta posição, de 15 a 20 minutos, 3 vezes p dia ou todo o tempo q precise”, recomenda ainda as publicações que viralizam pelo Facebook, Instagram e Twitter.   Porém, especialistas explicam que o método não substitui o uso de respiradores e nem mesmo é recomendado para pacientes infectados pelo novo coronavírus, como apontou o trabalho de checagem da AFP Brasil. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Trata-se, portanto, de mais uma fake news sobre COVID-19 que pode impactar a busca por ajuda especializada de pessoas infectadas. Por isso, é fundamental conhecer as evidências que acusam as informações falsas. Veja a seguir: Procedimento não substitui ventilação mecânica A drenagem postural consiste no posicionamento do paciente de bruços para que as forças gravitacionais facilitem o transporte de muco de lobos e segmentos específicos do pulmão em direção às vias aéreas centrais. A técnica é aplicada em sessões diárias ou dias alternados, nas quais o paciente se inclina em determinadas posições para favorecer a eliminação das secreções pulmonares.
21/062021
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Fake news: mortes por COVID-19 na Suíça não cresceram após a suspensão de hidroxicloroquinaCircula pelas redes sociais um vídeo de uma mulher que diz que o aumento da mortalidade por COVID-19 na Suíça aconteceu duas semanas após o país suspender o uso de hidroxicloroquina para pacientes infectados, em junho de 2020. “O que estava acontecendo: eles tinham cerca de 3% de taxa de mortalidade até então. E quando foi parado, proibido totalmente o uso de hidroxicloroquina, passou para 11%”, diz a mulher no vídeo, retirado de uma entrevista realizada em julho do ano passado.   Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil As postagens que acompanham o conteúdo que viraliza nas redes sociais, porém, dão a entender que a entrevista é recente. Além disso, as informações são falsas e foram desmentidas pelo Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça, em entrevista ao Fato ou Fake, do G1. Vale dizer que cloroquina e hidroxicloroquina são medicamentos cientificamente descartados como eficientes no combate a COVID-19 e, por isso, são contraindicados para este fim pelas principais autoridades sanitárias do mundo, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A seguir confira os principais pontos que indicam a fake news: Mortes na Suíça não cresceram após suspensão de hidroxicloroquina Procurado pelo G1, o Escritório Federal de Saúde Pública da Suíça disse que os dados apresentados no vídeo que circula pelas redes sociais não são verdadeiros. “Com base em nossos dados oficiais, não observamos aumento no número de mortes na
17/062021
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Fake news: infectologista Luana Araújo não mentiu formação acadêmica na CPI da CovidA infectologista Luana Araújo ganhou os holofotes da mídia no último dia 2 de junho, quando depôs na CPI da Covid. A médica defendeu a importância do embasamento científico para conduzir políticas públicas, refutando a existência de “tratamento precoce” para COVID-19.  Não demorou muito para que ela virasse alvo de milícias digitais. Algumas mensagens que circulam pelas redes sociais dizem que a infectologista mentiu sobre sua formação acadêmica durante o depoimento. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil “Segundo o que o @FullOpressor apurou, a ‘pós-graduação’ no exterior da ‘especialista’ Luana é um curso livre de 4 créditos, que nem precisa ser médico para se matricular”, diz uma postagem no Twitter que já acumula centenas de comentários e compartilhamentos, além de circular também em grupos de WhatsApp. Porém, o trabalho de checagem de notícias da Agência Lupa mostrou que a mensagem é falsa. Luana Araújo cursou mestrado em Saúde Pública pela Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos. A seguir, confira alguns pontos que desmentem a fake news: Luana Araújo na CPI da Covid Há mais de um mês, a Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid está ouvindo depoentes e testemunhas para investigar ações e omissões do governo federal durante a pandemia da COVID-19. Neste post você encontra tudo o que médicos precisam saber sobre a CPI da Covid. A infectologista Luana Araújo compareceu à CPI para
16/062021
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Fake news: é falso que casos de mucormicose são decorrentes do uso de máscaras contra COVID-19É falsa a mensagem que circula nas redes sociais relacionando casos de mucormicose relatados na Índia ao uso de máscaras contra a COVID-19. Popularmente conhecida como “fungo preto”, a doença pode acometer pulmões e mutilar os seios da face. Como apontou o Fato ou Fake, do G1, a mensagem é atribuída ao escritor britânico Vernon Coleman, militante antivacina e conhecido por disseminar mensagens falsas e teorias da conspiração. Entre elas, a de que vacinas contra COVID-19 são armas de destruição em massa. A fake news diz que as máscaras são prejudiciais ao sistema imunológico e que, por isso, quem as usa tem mais risco de infecções fúngicas e bacterianas. A mensagem acrescenta que as vacinas também podem deixar o organismo humano mais suscetível a complicações causadas por infecções. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Continue com a gente para conferir os detalhes que desmentem a mensagem das redes sociais. Confira também informações importantes sobre o uso do equipamento de proteção individual. O uso de máscaras contra COVID-19 não deve ser abandonado Primeiro, o mais importante: as máscaras não devem ser deixadas de lado pela população e continuam entre as medidas essenciais de contenção da pandemia. Embora seja consenso entre autoridades sanitárias, as máscaras voltaram a protagonizar notícias falsas após declarações recentes do presidente Jair Bolsonaro sobre a desobrigação do uso por pessoas já infectadas
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Fake news: é falso que Christian Eriksen teve mal súbito em jogo da Eurocopa após tomar vacina da Pfizer/BioNTechNo último sábado (12/06), o jogador dinamarquês Christian Eriksen, de 29 anos, sofreu mal súbito em campo, durante partida na Eurocopa contra a Finlândia. Não demorou muito até surgirem notícias falsas que tentam ligar o fato às vacinas contra a COVID-19. Uma das publicações que circulam pelas redes sociais afirmam que Eriksen teria recebido uma dose da vacina da Pfizer/BioNTech antes do ocorrido. A mensagem foi publicada pelo blogueiro Allan Dos Santos, via Twitter, e acumulou mais de 10 mil curtidas e centenas de compartilhamentos. Porém, a informação foi desmentida pelo diretor-executivo da Inter de Milão, time atual do jogador. Em entrevista ao canal de TV Raj Sport, Giuseppe Marotta disse que Eriksen não estava com COVID-19 e nem foi vacinado. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil A notícia também foi checada por agências de notícias estrangeiras, como a Reuters, e brasileiras, como Agência Lupa e Fato ou Fake, do G1. Confira a seguir alguns pontos que indicam a fake news: Jogador não tomou vacina da Pfizer/BioNTech contra COVID-19 “O médico-chefe e cardiologista da equipe italiana confirmou via rádio que Eriksen havia recebido a vacina da Pfizer em 31 de maio. Há especulações de que ele teve coágulo sanguíneo ou miocardite, nada ainda confirmado em relação à vacina, mas o questionamento é grande”, diz o tuíte de Allan Dos Santos que viraliza nas redes sociais. Em entrevista ao canal
14/062021
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Fake news: não é verdade que cloroquina foi utilizada para tratar gripe espanholaCircula pelas redes sociais um texto originalmente publicado no Facebook, e compartilhado por milhares de pessoas, que diz que a cloroquina foi indicada como tratamento durante a pandemia da chamada Gripe Espanhola. O texto viralizou acompanhada de uma foto com um anúncio publicado em jornais de 1918 e que recomenda o tratamento com um comprimido de “chloro quinino” para melhorar os sintomas da gripe. Você que acompanha nossas postagens com as fake news mais comuns sobre a COVID-19 já sabe que não existe respaldo científico na afirmação de que cloroquina combate a infecção pelo SARS-CoV-2. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil A informação de que o medicamento foi utilizado durante a Gripe Espanhola é também falsa, já que a cloroquina foi sintetizada anos mais tarde, em 1934. As informações foram verificadas pela Agência Lupa. Confira abaixo os detalhes que indicam a fake news: Cloroquina não funciona para COVID-19 O primeiro ponto que deve ser trazido aqui é que a cloroquina ou a hidroxicloroquina não tiveram sua eficácia contra a COVID-19 comprovada pela ciência. Ao contrário, as melhores evidências científicas indicam que os medicamentos não funcionam no combate à infecção. Além disso, usar os fármacos para fins que não são recomendados em bula pode causar sérias consequências para a saúde. Há relatos recentes de pacientes infectados pelo coronavírus que morreram após fazer nebulização com hidroxicloroquina. Apesar da
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Fake news: é falso que vencedor do Prêmio Nobel disse que vacinados contra COVID-19 ‘morrerão em dois anos’Circula pelas redes sociais que o virologista francês Luc Montagnier, vencedor do Prêmio Nobel de Medicina de 2008, teria dito que todas as pessoas vacinadas contra a COVID-19 morrerão em dois anos.O virologista realmente concedeu, em 19 de maio, entrevista polêmica com premissas falsas de que a vacinação em passa cria variantes e agrava a pandemia. Porém, como apontou as verificações de notícias da Agência Lupa e do Fato ou Fake, do G1, ele não afirmou que todos os imunizados morrerão nos próximos anos. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil O próprio site para o qual Montagnier deu entrevista, Rair Foudation USA, veio a público desmentir as informações falsas que estão sendo espalhadas em sites de vários países.Além disso, as vacinas não são responsáveis pela formação de novas cepas do SARS-CoV-2. Veja a seguir os principais pontos que indicam a fake news: Virologista não disse que vacinados contra COVID-19 morrerão O texto alarmista que viraliza em diversas redes sociais é acompanhado por uma foto do francês Luc Montagnier, que é creditado como “maior virologista do mundo” e que teria afirmado que “não há esperança e nenhum tratamento possível para aqueles que já foram vacinados”.“Devemos estar preparados para cremar os corpos. O gênio científico apoiou as afirmações de outros virologistas eminentes após estudar os ingredientes da vacina. Todos eles morrerão devido a intensificação dependente de anticorpos”, diz a legenda das postagens falsas.As afirmações, porém, não fazem sentido e nem foram
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