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01/092020

Confira as fakes news sobre o Covid-19

Fake news
Fake news: OMS agora recomenda hidroxicloroquina para Covid-19A mais nova fake news que circula nas principais redes sociais afirma que a Organização Mundial de Saúde (OMS) modificou o seu posicionamento contrário à utilização da hidroxicloroquina para combater a Covid-19 e pediu desculpas por isso. “OMS pede desculpas pelo erro na controvérsia sobre a hidroxicloroquina” é o texto que consta na mensagem falsa. Contudo, a Organização Pan-Americana de Saúde, escritório regional da OMS nas Américas, foi procurada pela equipe de jornalismo da CBN.  Em resposta, a instituição deixou claro que “não houve mudanças no entendimento sobre a inadequação destes medicamentos para a Covid-19”.  Em trecho do site da OPAS, referentes as dúvidas sobre o novo Coronavírus, consta que: Todo país é soberano para decidir sobre seus protocolos clínicos de uso de medicamentos. Embora a hidroxicloroquina e a cloroquina sejam produtos licenciados para o tratamento de outras doenças – respectivamente, doenças autoimunes e malária –, não há evidência científica até o momento de que esses medicamentos sejam eficazes e seguros no tratamento da Covid-19; As evidências disponíveis sobre benefícios do uso de cloroquina ou hidroxicloroquina são insuficientes, a maioria das pesquisas até agora sugere que não há benefício e já foram emitidos alertas sobre efeitos colaterais do medicamento. Por isso, enquanto não haja evidências científicas de melhor qualidade sobre a eficácia e segurança desses medicamentos, a OPAS recomenda que eles sejam usados apenas no contexto de estudos devidamente registrados, aprovados e eticamente aceitáveis. Testes clínicos com a  hidroxicloroquina seguem suspensos desde junho Desde o dia 17 de junho que a OMS anunciou o fim definitivo dos testes clínicos com hidroxicloroquina para o tratamento dos pacientes com a Covid-19. A decisão foi tomada dois dias após Food and Drug
21/082020
Fake news
Fake news sobre as vacinas para Covid-19 podem atrapalhar imunizaçãoAinda não existem vacinas para covid-19 com eficácia cientificamente comprovada. Entretanto, a resistência diante da possibilidade de ser vacinado, muitas vezes motivada por desinformações, já é um problema real que preocupa médicos e pesquisadores.  No Brasil, uma pesquisa realizada pelo Datafolha revelou que 9% da população não quer se vacinar contra a Covid-19. E essa, acredite, não é uma tendência exclusiva de parte dos brasileiros. No Reino Unido, o instituto Ipsos Mori revelou que 16% dos britânicos não tomariam a vacina se ela estivesse disponível atualmente. Já nos Estados Unidos o número é ainda maior, de acordo com o instituto Gallup: um em cada três pessoas afirmaram a mesma coisa.  Agora, pesquisadores e autoridades de saúde temem que os ataques às vacinas e o aumento da circulação de fake news relacionada comprometa, em certa medida, os esforços para imunizar a população e conter o avanço da pandemia. Principais tipos de fake news sobre as vacinas para covid-19 Com a crescente expansão de grupos antivacina nas redes sociais, uma parte deles no Brasil, informações falsas sobre vacinas para o combate à Covid-19 começam a ser fortemente divulgadas. Entre os principais temas das fakes news estão: A vacina irá modificar o DNA dos seres humanos.A vacina contém na sua composição células de fetos abortados.As vacinas são parte de uma conspiração de Bill Gates para implantar microchips em seres humanos.Voluntários dos testes já morreram por terem se submetido ao uso das vacinas. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou instituições e autoridades sobre o que chamou de “infodemia”. Elas consistem em teorias da conspiração, fake news, rumores e outros conteúdos divulgados em torno da pandemia, que contribuem para
20/082020
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Fake News: isolamento social é ineficaz e 80% da população é imune à Covid-19A mais nova Fake News que circula nas redes sociais afirma que um neurocientista britânico e pesquisador realizou um estudo e concluiu que maioria da população é imune ao novo Coronavírus. Além disso, e destaca ainda que o isolamento social adotado por alguns países e regiões seria inútil para conter o avanço da doença.  O compartilhamento das informações falsas conta ainda com a foto de Karl Friston em uma entrevista, um pesquisador conhecido da University College London. E afirma, entre outras coisas, que “a política de fechar tudo foi baseada em ciência falha”. A reportagem da CBN foi checar a informação e procurou o cientista Karl Friston, que negou ter sido o autor das declarações ou de qualquer pesquisa. “Estão afirmando nas redes sociais que eu disse que 80% da população mundial é imune à Covid-19 e que, portanto, o bloqueio era inútil. Mas isso é falso”, disse. O pesquisador revelou ainda que acredita que os 80% que aparece na mensagem falsa devem se referir a uma estimativa das pessoas que não estão expostas ao vírus e, caso sejam, não serão suscetíveis à infecção ou terão um quadro leve da doença. “Na verdade, meu trabalho científico nesta área sugere que o distanciamento social é importante, e interage com a imunidade da população e com outros fatores de mitigação da propagação do vírus”, destacou Friston através de um em e-mail encaminhado para a CBN. Evitar aglomerações sociais, utilizar as máscaras de proteção e adotar medidas de reforço na higiene seguem recomendadas pelas autoridades de saúde para conter a disseminação da pandemia. A importância do isolamento social durante a Covid-19 Uma das medidas de contenção da pandemia do novo Coronavírus é
10/082020
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Fake News: dióxido de cloro pode prevenir e curar Covid-19Mais uma Fake News circula nas redes sociais! Dessa vez, as informações  destacam que a ingestão de dióxido de cloro (ClO2) diluído em água ajuda a prevenir e curar a Covid-19. O dióxido de cloro além de ser ineficaz para o tratamento da doença, também é uma substância altamente tóxica. O seu consumo é considerado por especialistas como tão perigoso quanto inalar ou beber produtos usados para limpeza residencial, por exemplo. “O dióxido de cloro não pode ser consumido de forma alguma como medicamento por ser tóxico. A própria Anvisa já percebeu esse movimento de venda de produtos à base de dióxido de cloro com apelo de que trataria o coronavírus e foi à caça desses sites para tirá-los do ar e processar quem anuncia esses produtos”, disse o pneumologista Rodolfo Fred Behrsin, professor do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, em entrevista ao portal G1.  Outro alerta vem também da infectologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Ingrid Cotta. “Até hoje não existe comprovação científica de utilidade para tratamento de qualquer doença em humanos, o que vale para a Covid-19”, destacou. Vale ressaltar que o uso de dióxido de cloro em qualquer dose pode gerar perigosos quadros de efeitos colaterais, hepáticos, hematológicos, como insuficiência respiratória, doenças do sangue, pressão arterial baixa, anemia, vômitos e diarreia. Podendo evoluir ainda para a insuficiência respiratória. “A falta comprovada de um tratamento eficaz e comprovado para a Covid-19 tem levado as pessoas ao desespero e a medidas descabidas. Fazer uso de qualquer remédio ou substância dá uma falsa sensação de que estamos fazendo alguma coisa. Mas com isso colocamos em risco a população”, alertou a médica pneumologista Patricia Canto Ribeiro, da Escola Nacional de Saúde Pública. 
29/072020
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Fake News: CRM vai cassar Médico que não prescrever cloroquinaA mais nova informação falsa que circula nas redes sociais afirma que o CRM poderia cassar o registro profissional de médicos que se recusarem a prescrever a cloroquina ou hidroxicloroquina para seus pacientes.  O texto, com informações não verídicas, orienta que um familiar da pessoa infectada com Covid-19 vá a uma delegacia e faça um boletim de ocorrência relatando o posicionamento do médico. Após isso, fala que a pessoa deverá voltar ao hospital e apresentar o boletim ao médico, requerendo sua assinatura.  Ainda de acordo com o texto, “se o profissional se recusar a fazer a receita, vá ao Ministério Público e peça a cassação imediata do CRM deste médico”. Vale destacar que a publicação não apresentar qualquer base legal que justifique os seus argumentos.  CRM não obriga médicos a receitar qualquer medicamento Conselho Federal de Medicina (CFM) deixa claro que a escolha do tratamento é de autonomia do profissional, que busca sempre sempre o bem-estar do paciente.  Segundo a CFM, em entrevista ao portal UOL, “em todas as situações, o princípio que deve, obrigatoriamente, nortear o tratamento do paciente é o da autonomia do médico, assim como a valorização da relação médico-paciente, sendo esta a mais próxima possível, com o objetivo de oferecer ao paciente o melhor tratamento médico disponível no momento”.  Em resumo, o paciente não pode ser obrigado a fazer uso de qualquer medicamento e nem o médico a receitar nada.  CFM estabelece critérios para administração dos medicamentos O CFM reconhece a não existência de qualquer comprovação científica da eficácia da cloroquina no tratamento da Covid-19, mas em seu parecer nº 4/2020 deixa claro a possibilidade do uso no tratamento pelo médico.
21/072020
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Fake News: cloroquina cura 98,7% dos pacientes com Covid-19A Fake News do momento é o texto “Estudo diz que a cloroquina é segura e aponta cura de 98,7% dos pacientes”, publicado na internet e compartilhado recentemente por algumas páginas nas redes sociais.  A divulgação traz informações imprecisas sobre o uso da cloroquina e azitromicina, sugerindo a eficácia comprovada no tratamento da Covid-19. O texto tem como referência o artigo publicado na plataforma ScienceDirect e vinculado à revista Travel Medicine and Infectious Disease em maio deste ano.  Entretanto, vale destacar que a metodologia utilizada no estudo e comunicada no artigo não permite conclusões precisas de causa e efeito em relação ao uso do medicamento e seus benefícios para a Covid-19.  Entre os autores da pesquisa está o infectologista francês Didier Raoult, que ganhou projeção durante a pandemia do novo Coronavírus ao propor o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19, antes mesmo de qualquer estudo ter sido publicado por ele.  Não existe comprovação de eficácia no uso da Cloroquina  De acordo com Natalia Pasternak, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e presidente do Instituto Questão de Ciência, “os medicamentos não funcionam nem separados e nem em combinação”.  A pesquisadora ainda mencionou que o uso em combinação para o tratamento da Covid-19 acarreta em um aumento significativo de risco cardíaco. Antônio Carlos Bandeira, médico, professor de Infectologia da UniFTC e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, também foi categórico ao afirmar que “não existe comprovação até o momento, considerando os estudos que já foram feitos. A verdade é que a gente não tem segurança para tratar em massa as pessoas com cloroquina”.  SBI afirma que deve ser abandonada no tratamento da Covid-19
15/072020
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Fake News: Sucesso de Cuba na Covid-19 é a cloroquina!A fake news do momento é que Cuba tem se destacado no combate a Covid-19 por conta do uso da cloroquina. O sucesso de Cuba se deve a testagem dos contatos de infectados e as medidas de isolamento social. Na realidade, até o momento, não há evidência científica aceita pela comunidade médica internacional que atribua os resultados ao uso do medicamento nos pacientes. A primeira coisa que a gente precisa deixar claro é que sim, os números de infectados e mortos no país da América Central são muitos baixos. São apenas 2.445 pacientes confirmados e a última notificação ocorreu no dia 17 de julho. Já os óbitos registrados foram apenas 87, sendo que o último caso foi no dia 12 de julho. Apesar dos números positivos, no mesmo período que a Organização Mundial da Saúde apontou a América Latina como novo centro da pandemia no mundo, é preciso entender que isso não se deve ao uso da cloroquina e hidroxicloroquina nos pacientes. Cuba adotou um protocolo médico rígido para controlar a doença. O que deu certo em Cuba no combate à Covid-19 Cuba, que conta hoje com mais de 11,3 milhões de habitantes, teve o primeiro registro do novo Coronavírus no dia 10 de março, depois que um turista italiano que visitou a cidade de Trinidad, na localidade de Sancti Spíritus, testou positivo para a doença. Desde então, mapear e isolar os pacientes que não apresentam sintomas e buscar possíveis doentes de casa em casa são algumas medidas adotadas pelo governo cubano.  Segundo o diretor de Epidemiologia do Ministério da Saúde de Cuba (Minsap), Francisco Durán, “se eu detecto um paciente confirmado para a Covid-19, busco
28/052020
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Desvendando as fake News do Coronavírus | LigasEm meio a pandemia do novo coronavírus, além do surgimento de inúmeros casos ao redor do mundo inteiro, algo que acompanha é a disseminação de notícias falsas e especulações conspiratórias acerca desta nova realidade em que estamos todos inseridos. Trazemos as perguntas mais debatidas no momento e as principias fake news, além também de esclarecê-las com base científica como respaldo. Confira aqui as principais fake news, e acompanhe-nos desvendando-as: Máscara sem qualidade distribuída pelo Ministério da saúde? O Ministério da Saúde preza pela segurança dos profissionais de saúde. Por isso, as máscaras cirúrgicas distribuídas aos estados têm três camadas e filtragem mínima de partículas de 95%. Todas as compras do Ministério da Saúde relativas ao coronavírus (COVID-19) são feitas através de diário oficial, não havendo outra forma de recepção de proposta diversa desta. Além disso, os produtos possuem uma documentação técnica que é avaliada e atestada pela área demandante do produto. A máscara apresentada no vídeo não foi comprada pelo Ministério da Saúde. A proteção dos profissionais de saúde é prioridade do Ministério da Saúde, que estabelece que as máscaras cirúrgicas devem ter três camadas e filtragem mínima de partículas de 95% Portanto, a máscara apresentada no vídeo que circula nas redes sociais não foi distribuída pelo Ministério da Saúde. Beber muita água e fazer gargarejo com água morna, sal e vinagre previne o coronavírus? Não acredite nisso. O coronavírus infecta as células do pulmão, não da garganta ou do nariz. Eles servem apenas como porta de entrada no corpo apenas. A tosse e a coriza, o famoso nariz escorrendo, são sintomas do vírus se multiplicado e o nosso corpo reagindo! Fazer
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