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15/042021

Confira as fakes news sobre o Covid-19

Fake news
Fake news: notícia de que vacinas para COVID-19 provocam danos genéticos é falsaRecentemente, fizemos um post desmentindo uma fake news que afirmava que as vacinas contra a COVID-19 de RNA mensageiro, como é o caso de Pfizer/BioNTech e Moderna, alteravam o DNA do imunizado. Mas por mais absurdo que pareça, o tema ainda tem fôlego com os disseminadores de notícias falsas. É o caso de um vídeo publicado em dezembro no Facebook pelo deputado federal Daniel Silveira (PSL) e que ainda viraliza nas redes sociais por afirmar que vacinas para COVID-19 provocam danos genéticos. Atualmente, o político cumpre prisão domiciliar por divulgar ataques a ministros do STF. A medida foi determinada pelo STF durante a apuração do inquérito de fake news. O vídeo compartilhado pelo deputado traz o médico do Espírito Santo Alessandro Loiola afirmando que as vacinas desenvolvidas para a COVID-19 que utilizam tecnologias de vetor viral (adenovírus), vacina de DNA e vacina de RNA mensageiro podem provocar danos genéticos potenciais nas pessoas imunizadas. O médico alega também que para serem consideradas seguras, as vacinas teriam que ser testadas durante 20 ou 30 anos para que os cientistas tenham a certeza de que não causam câncer. Ele também levanta outros questionamentos para tentar desqualificar as pesquisas e testes já realizados para a vacina contra a COVID-19, além de minimizar a gravidade da pandemia. Tudo isso num momento em que o Brasil vive a pior fase desde que o novo coronavírus começou a circular por aqui. A tentativa é também evidente na legenda postada junto com o vídeo por Silveira: “A estratégia sempre foi muito clara: ‘vamos espalhar o medo em escala global, e assim, podemos emplacar nossos experimentos como cura’. Para mais conteúdos sobre Medicina: Inscreva-se no YouTube
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Fake news: estudo americano não afirma que uso de máscara causa câncer de pulmãoAlgumas postagens que estão viralizando no Facebook afirmam que o uso de máscara de proteção contra a COVID-19 pode causar câncer no pulmão. De acordo com as mensagens, a informação é baseada em um estudo científico que relaciona micróbios pulmonares ao estado cancerígeno. Um dos posts, que circula desde fevereiro, teve mais de dois mil compartilhamentos e legenda: “ESTUDO: Uso de Máscara de longo prazo cria micróbios que se infiltram e contribuem para o câncer de pulmão em estágio avançado”. Mensagens parecidas também circularam em inglês e num vídeo em polonês. Trata-se, é claro, de mais uma fake news que coloca em xeque o uso das máscaras e, o que é pior, num momento de recrudescimento da pandemia da COVID-19 no Brasil.   O uso de máscaras é consenso entre as autoridades de saúde do Brasil e do mundo, como Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC). O acessório é considerado um dos principais métodos para evitar o contágio da COVID-19. Segundo a OMS, as máscaras sevem tanto para a proteção de pessoas saudáveis quanto para prevenir a transmissão por pessoas contaminadas. Para mais conteúdos sobre Medicina: Inscreva-se no YouTube da Sanar Participe do canal Sanar Medicina no Telegram Siga no Instagram Curta no Facebook Resumindo, máscaras são seguras e não causam dores de cabeça, danos neurológicos irreversíveis – como já foi disseminado em fake news anteriores – e muito menos câncer de pulmão. O trabalho de checagem da AFP Checamos expôs os pontos que descartam a
14/042021
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Fake news: tabela de tratamento precoce para COVID-19 usa metodologia duvidosa“Aí está a ciência, trabalhando sem descanso” diz a legenda da postagem de uma suposta tabela de tratamento precoce para COVID-19 que está viralizando nas redes sociais, promovendo medicamentos sem eficácia comprovada como se fosse o protocolo correto indicado para tratar COVID-19. A contradição não está só na legenda que alega ciência para difundir informações falsas. Como apontou o trabalho de checagem do Aos Fatos , a tabela se baseia e informações de um site que apresenta graves problemas metodológicos e resultados enviesados a favor de medicamentos como ivermectina e hidroxicloroquina. Até o momento, nenhum estudo sólido comprovou a ação contra o novo coronavírus desses remédios, que integram o chamado “tratamento precoce” ou o “kit Covid”. E, pior, já começam a aparecer relatos de complicações de pacientes após o uso dessas medicações sem eficácia. O post com a tabela enganosa, compartilhado por mais de dois mil usuários, foi marcado com o selo de FALSO pela ferramenta de verificação do Facebook. A seguir, você confere os detalhes que atestam a fake news. Site com tabela de tratamento precoce para COVID-19 é fonte de notícias falsas Não é verdade que ivermectina, vitamina D, hidroxicloroquina, azitromicina e zinco são eficazes para prevenir ou tratar o novo coronavírus, como sugerem posts com uma tabela de tratamento precoce para COVID-19 que vem circulando nas redes sociais. As peças de desinformação usam a lista com nomes das substâncias, números de estudos, pacientes envolvidos e taxas de eficácia para promover um “tratamento precoce” que, na realidade, não existe. O site c19study, que aparece como a fonte oficial dos dados, é uma plataforma que agrega resultados de estudos duvidosos e apresenta problemas metodológicos. Essa, aliás,
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Fake news: é falsa comparação entre mortes causadas por vacinas de COVID-19 e gripeNa última segunda-feira (12/04), começou a campanha nacional de vacinação da gripe no Brasil. Em tempos de crise pandêmica, como ocorre atualmente com a COVID-19, uma campanha como a de prevenção contra a gripe não só diminui a incidência de casos de Influenza, como também facilita no diagnóstico preciso para o coronavírus. Entretanto, o aumento dos movimentos de anti-vacinação e a proliferação das fake news nos últimos anos tem atrapalhado as campanhas e pode atrapalhar a vacinação de COVID-19 e gripe também. Fora do Brasil, algo parecido acontece. A gripe tem figurado como alvo de fake news que a relacionam com a COVID-19 com o objetivo de causar dúvidas à população e desmobilizar a vacinação. É o caso de um post que está viralizando nos Estados Unidos afirmando que uma pessoa tem de 300 a 900 vezes mais chances de morrer após tomar a vacina da COVID-19 do que a da influenza. A comparação, no entanto, é falha, como revela o trabalho de checagem realizado pelo FactCheck. Principalmente porque ela está baseada na plataforma Vaers, que recolhe dados fornecidos pelos próprios usuários sobre possíveis efeitos colaterais das vacinas contra a COVID-19. O site atualiza periodicamente os dados e expõe um balanço das notificações de forma acumulativa. Porém, especialistas já alertaram para leituras erradas ou descontextualizadas dos números trazidos pelo Vaers.Os dados da ferramenta já foram usados muitas vezes como fontes de fake news. Algumas das mais recentes nós noticiamos aqui e aqui. O padrão desse tipo de notícia falsa é justamente a descontextualização ou erro de leitura de dados. Para mais conteúdos sobre Medicina: Inscreva-se no YouTube da Sanar Participe do canal Sanar Medicina no Telegram
13/042021
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Fake news: aumento de casos de hepatite não tem ligação com nova cepa do coronavírusEstá circulando no WhatsApp um vídeo com uma entrevista de um médico que afirma que as novas variantes do SARS-CoV-2 são responsáveis por provocar hepatite em infectados. O médico nega que o sintoma seja reação ao uso de medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da COVID-19. O vídeo está viralizando num contexto no qual hospitais e médicos começam a relatar casos de hepatite medicamentosa, quando ocorre inflamação ou lesão no fígado por causa do uso de remédios. O problema é tão grave que pode ser necessário transplante de fígado ou, nos piores casos, causar a morte do paciente afetado. No vídeo em questão, o suposto médico diz: “O fígado, que é a usina de depuração das medicações, começa a cair a sua função, gera uma hepatite que, aparentemente é medicamentosa, por isso os médicos estão confundindo. (…) Estão chegando com hepatite por causa da nova cepa, aí eles estão dizendo que é a ivermectina”. Porém, o trabalho de verificação de notícias da Lupa revelou que as informações do vídeo são falsas. De acordo com Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), ainda não é possível afirmar “o que acontece com as pessoas infectadas pela nova variante”. Além disso, a biópsia realizada em pacientes consegue identificar quando a hepatite é causada pela COVID-19 ou quando está relacionada ao uso de remédios, o que contrasta com a ideia de “confusão” apontada no vídeo. A seguir, você confere informações mais aprofundadas que desmentem a fake news disseminada no vídeo viral. Para mais conteúdos sobre Medicina: Inscreva-se no YouTube da Sanar Participe do canal Sanar Medicina no Telegram
12/042021
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Fake news: vacinas contra COVID-19 não mataram 181 pessoas nos EUACircula nas redes sociais uma postagem no Facebook que alega que “181 americanos morreram em razão das vacinas contra COVID-19 em apenas duas semanas”. A publicação foi compartilhada por dezenas de pessoas e circulou também em outras redes sociais, como Instagram e WhatsApp. O trabalho de verificação de notificas da Lupa apontou a informação como falsa. As diferentes vacinas contra a COVID-19 foram desenvolvidas com estudos rigorosos que comprovaram a segurança dos imunizantes antes que eles fossem liberados para as populações. Além disso, há diversos estudos em andamento que visam o acompanhamento dos vacinados. Até o momento, não foram registradas mortes causadas por vacinas contra a COVID-19. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil A origem da notícia falsa Normalmente, as fake news associadas à vacina contra a COVID-19 estão baseadas em dados, estudos ou fotos retiradas de contexto. Com essa postagem em questão é a mesma coisa. A mensagem começou a circular nas redes sociais entre o fim de janeiro e início de fevereiro. Como apontou a Lupa, nesse período o Sistema de Notificações de Reações Adversas a Vacinas, administrado pelos órgãos responsáveis pelo sistema de saúde dos Estados Unidos, indicou 197 óbitos por causas diversas de pessoas que tomaram uma das vacinas contra a COVID-19. Não há relação causal entre vacinas contra COVID-19 e óbitos Segundo o relatório divulgado em 27 de janeiro,
08/042021
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Fake news: governo do RN não deixou estragar 4 mil doses da vacina contra COVID-19Desde fevereiro, está viralizando no Facebook a informação de que o governo do Rio Grande do Norte teria desperdiçado 4 mil doses da vacina contra COVID-19 CoronaVac. As postagens trazem a foto da governadora Fátima Bezerra (PT) com a seguinte legenda: “1 no de pandemia e nem uma geladeira essa criatura providenciou. 4.000 doses estragadas”.O trabalho de checagem de notícias realizado pela Lupa provou que a mensagem é falsa. O número, na verdade, está relacionado à estimativa de perda operacional de 5% e consta em nota técnica publicada em 18 de janeiro pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap-RN). A estimativa, também chamada de reserva técnica, não é exclusividade do estado e é estabelecida em norma técnica federal ― inclusive prevista no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (página 39), do Ministério da Saúde. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Como o cálculo é feito? Como apontou a Lupa, a perda operacional de doses da vacina contra COVID-19 pode ocorrer por diversos motivos, como quebra de frasco, problemas no transporte ou mal acondicionamento das vacinas. De acordo com o Plano Nacional de Imunização Contra a COVID-19, para vacinar todas as pessoas que estão incluídas na Fase I, são necessárias 31 milhões de doses de vacina. O número leva em conta a necessidade de duas doses em cada pessoa mais 5% de perda operacional. O cálculo é feito com base na vacina da Oxford/AstraZeneca.
06/042021
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Fake news: não existe protocolo para baixar oxigênio de intubados por COVID-19 e aumentar mortesAlguns grupos de WhatsApp estão compartilhando uma mensagem de uma enfermeira que teria denunciado uma suposta ordem para baixar o oxigênio de pacientes intubados por COVID-19. A medida seria para aumentar o número de mortos e justificar medidas mais restritivas de isolamento social. Diz a mensagem: “ENFERMEIRA indignada chama a imprensa e fala o que esta acontecendo nos hospitais (GRAVÍSSIMO). Ela disse que a ordem e entubar todos os pacientes e depois baixar o oxigênio, para aumentar os números de mortes e justificar o lockdown, para quebrar a economia e tentar desestabilizar o Governo Federal. É um denúncia muito GRAVE é um grande genocídio estão literalmente matando as pessoas, que Absurdo. Vamos ver se isso será noticiado na imprensa.” O texto não tem a sua autoria revelada. No lugar da assinatura, há apenas as palavras “MISERICÓRDIA, Senhor! Amém”. Como demonstrou o trabalho de verificação de notícias da Lupa, a mensagem é fake news e está baseada em uma informação descontextualizada. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Enfermeira indignada? Segundo a Lupa, a mensagem falsa está embasada em uma entrevista concedida em janeiro por uma mulher que acompanhava um dos pacientes intubados por COVID-19 em um hospital de Manaus (AM).Como noticiaram alguns portais na época, a acompanhante declarou a jornalistas que o nível de oxigênio das pessoas hospitalizadas com COVID-19 tinha sido reduzido no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto. “Sabe por que eles
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