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02/072021

Confira as fake news sobre o Covid-19

Fake news
Fake news: é falso que senadores dos EUA descobriram “a origem da COVID-19”Um pronunciamento de cinco senadores dos Estados Unidos, do Partido Republicano, está viralizando nas redes sociais para legitimar a teoria de que o SARS-CoV-2, vírus causador da COVID-19, teria escapado de um laboratório.  Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil No dia 14 de junho, o site Terra Brasil Notícias publicou um texto que alega que senadores republicanos “já descobriram a real origem da COVID-19”, que teria surgido em um laboratório da China. O texto é acompanhado de dois vídeos de um pronunciamento dos senadores.  Porém, como revelou o trabalho de checagem de notícias do Projeto Comprova, o pronunciamento dos senadores contém críticas sobre o que chamaram de “censura das companhias de tecnologia sobre as origens do coronavírus”.  Em nenhum momento, eles afirmam que descobriram a origem da doença, logo, as postagens que viralizam nas redes sociais e em grupos de WhatsApp sobre o assunto são peças de fake news.  Confira a seguir as informações que contrariam as informações falsas disseminadas na internet:  Dados de pronunciamento estão distorcidos O Comprova buscou o vídeo original das postagens que circulam nas redes sociais e encontrou uma notícia do programa 10 News, da emissora ABC que informava que o pronunciamento dos senadores republicanos ocorreu em 10 de junho.  A íntegra do vídeo foi publicada na conta do Twitter da senadora Marsha Blackburn, que comandou as declarações dos senadores. Diferentemente do que
01/072021
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Fake news: risco de trombose em avião não é maior para passageiros vacinados contra COVID-19Desde o início de junho, circulam nas redes sociais e sites em vários idiomas postagens alegando que companhias aéreas do mundo estariam discutindo se recomendariam ou não aceitar passageiros vacinados contra a COVID-19 por causa de “alto risco de formação de coágulos sanguíneos”.  Grande parte das publicações é acompanhada por um link de um artigo em alemão cujo título é: “Você tem uma vacinação? Não há mais voos!”. O texto afirma ainda que “as discussões estão apenas começando, mas parece que ninguém que for vacinado poderá voar”. O trabalho de checagem de notícias da AFP entrou em contato com as associações de companhias aéreas, que negaram a existência dessas discussões. Além disso, especialistas médicos explicaram que a trombose provocada por viagem longa de avião não tem relação com casos pontuais associados aos imunizantes.  Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Trata-se, portanto, de mais uma fake news, parte do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou como “infodemia”, ou seja, teorias da conspiração, informações falsas, rumores e outros conteúdos divulgados sobre a pandemia que contribuem para aumentar casos e as mortes pela infecção.  Veja os detalhes a seguir:  Companhias aéreas negam alegações Procurada pela AFP, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), representante de 290 companhias aéreas em 120 países, disse que “não tinha conhecimento de nenhuma empresa” que estivesse considerando negar o embarque de passageiros vacinados devido ao risco de coágulos no sangue. 
30/062021
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Fake news: comparação entre papa Francisco e Bolsonaro sem máscara contra COVID-19 ignora estágio da pandemia nos dois paísesDepois de ser criticado por tirar a máscara contra COVID-19 em eventos, apesar do altos números de mortes e contaminações da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou em sua conta de Twitter um vídeo em que o papa Francisco também aparece sem proteção em público.  O vídeo do pontífice foi gravado em 23 de junho e exibe o papa, sem máscara, apertando as mãos e dando bênçãos aos fiéis no pátio de São Dâmaso, no Vaticano.  O conteúdo postado pelo presidente brasileiro foi visualizado mais de meio milhão de vezes. Não demorou para surgirem postagens em várias redes sociais (1, 2, 3) que comparavam os dois e exigiam reação negativa ao comportamento do papa também.   “O papa cumprimentando os fiéis sem máscara é genocida? Ou a narrativa só vale para o presidente Bolsonaro?”, diz uma dessas postagens, amplamente compartilhadas.  Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil O trabalho de checagem de conteúdos virais da AFP Brasil revelou que, assim como Bolsonaro, o papa Francisco desrespeitou a orientação vigente sobre o uso de máscaras em seu país e foi criticado por isso.  Porém, as comparações realizadas nas redes sociais não levam em conta os diferentes estágios da pandemia no Brasil e na Itália. Por isso, ao comparar duas situações muito diferentes, esse conteúdo entrou para o nosso observatório de fake news.Abaixo você confere informações importantes sobre o assunto:  Máscaras contra COVID-19
29/062021
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Fake news: 4 mensagens falsas sobre ivermectina para COVID-19 que estão circulando nas redes sociaisCirculam pelas redes sociais uma série de publicações que alegam que a ivermectina traz resultados positivos contra a COVID-19 e atribuem as descobertas à conceituadas entidades científicas, como Oxford e a revista Nature.Outra mensagem alega ainda que a Índia está processando a Organização Mundial da Saúde (OMS) por esconder a eficácia do medicamento. As mensagens são falsas e foram desmentidas por agências de checagem do Brasil e de outros países. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil O medicamento não só é ineficaz contra a COVID-19 como pode causar sérios danos em pessoas que utilizam a droga sem recomendação médica e para finalidades que não estão previstas em bula. A ivermectina é um dos remédios que compõe o chamado ‘Kit Covid’, que foi indicado pelo Ministério da Saúde e pelo presidente Jair Bolsonaro como tratamento precoce para COVID-19. O assunto é central para uma das linhas da investigação da CPI da COVID, que apura ações e omissões do governo federal durante a pandemia. A seguir, separamos 4 fake news recentes que circulam nas redes sociais sobre ivermectina e levantamos os principais pontos que indicam que os conteúdos são falsos. Acompanha abaixo: 1. Universidade de Oxford não confirmou eficácia da ivermectina Desde o início de junho, publicações compartilhadas mais de 5 mil vezes nas redes sociais afirmam que um estudo feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostrou que o uso precoce da ivermectina
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Fake news: Suprema Corte dos EUA não anulou vacinação contra COVID-19 e Israel não solicitou a suspensão em tribunal internacionalCircula nas redes sociais duas mensagens diferentes que afirmam que a vacinação contra a COVID-19 estaria suspensa nos Estados Unidos e em Israel. Uma das postagens sugere que a Suprema Corte estadunidense teria anulado a decisão de imunização universal contra a doença. Outra diz que Israel teria conseguido interromper a vacinação após pedido em Tribunal Penal Internacional. As duas mensagens circulam também em outros países e idiomas e já foram alvo de checagem por agências conceituadas, como AFP, USA Today, Africacheck e Reuters. Aqui no Brasil, as verificações foram feitas pelo Fato ou Fake, do G1 (1, 2). O veredito foi o mesmo para os dois casos: tratam-se, é claro, de fake news. A vacinação contra a COVID-19 continua acontecendo nos dois países e é uma das únicas formas de frear o avanço da pandemia do novo coronavírus. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil A seguir, você confere os pontos que desmentem as duas postagens. Acompanhe com a gente! Suprema Corte dos EUA não anulou vacinação universal O texto falso que se espalha pelas redes sociais diz que o bilionário Bill Gates, o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, e a farmacêutica Big Pharma perderam uma ação judicial na Suprema Corte dos Estados Unidos O processo teria sido iniciado por um grupo de cientistas liderado pelo “senador Robert F. Kennedy Jr.” que
24/062021
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Fake news: vacinas contra COVID-19 não contêm ímãs e não deixam vacinados magnetizadosEstão circulando pelas redes sociais diferentes vídeos que alegam que algumas pessoas que receberam as vacinas contra COVID-19 teriam desenvolvido como efeito colateral uma “reação magnética” que faz com que ímãs ou metais grudem em diferentes partes do corpo. Com isso, diversas teorias surgiram nas redes sociais que explicam o motivo desse magnetismo. Alguns alegam que a reação acontece porque alguns imunizantes contra a COVID-19 contêm materiais pesados.  Outras postagens vão além na fantasia e dizem que as reações magnéticas são prova de que a Microsoft está implantando, por meio dos imunizantes, um chip para controlar as pessoas.  Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil Trata-se, é claro, de fake news. Fabricantes e especialistas que trabalharam no desenvolvimento de vacinas desmentiram os boatos e garantem que nenhum dos imunizantes contra o coronavírus produzem magnetismo e muito menos contêm ímãs.  Além do Brasil, o conteúdo está circulando em diversos países e também foi checado por agências de verificação de notícias em vários idiomas, todas concluíram que os vídeos são falsos. Confira a seguir alguns fatos que contrariam as publicações falsas, de acordo com o trabalho de checagem do Fato ou Fake, do G1. Vacinas contra COVID-19 não contêm ímãs “Nenhuma vacina tem ímã na sua composição. Vacinas usam apenas os componentes necessários para gerar a resposta imune desejada, além de componentes para estabilizar e manter a qualidade da vacina”, explicou ao G1 Lázaro
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Fake news: não é verdade que variantes do novo coronavírus são criadas por governosAs variantes do novo coronavírus entraram no alvo das fake news. Está circulando nas redes sociais uma postagem que sugere que as variantes do SARS-CoV-2 não existem e que as nomenclaturas são criadas aleatoriamente por governos.  A imagem viral exibe uma mulher ao lado de uma roleta que contém nomes de vários países. A legenda diz: “vamos brincar de girar a roda da variante”. Os textos que acompanham as postagens alegam que as variantes são invenções de países. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil A mensagem foi desmentida pelo trabalho de checagem de notícias Fato ou Fake, do G1. Na verdade, todos os vírus sofrem modificações genéticas com o tempo, e com o causador da COVID-19 não é diferente. A seguir você confere os principais pontos que desmentem essa fake news que circula pelas redes sociais. Confira:  Variantes não são criadas por governos A Organização Mundial de Saúde (OMS) explica que todos os vírus, incluindo o SARS-CoV-2, que causa a COVID-19, mudam com o tempo. “A maioria das mudanças tem pouco ou nenhum impacto nas propriedades do vírus. No entanto, algumas alterações podem afetar as propriedades do vírus, como a facilidade com que ele se espalha, a gravidade da doença associada ou o desempenho de vacinas, ferramentas de diagnósticos ou outras medidas e de saúde pública”, diz a OMS.  Neste post, nós explicamos que quando um vírus se replica ou faz
22/062021
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Fake news: falso virologista não trabalha no Hospital Albert Einstein e traz informações erradas sobre vacinas contra COVID-19A campanha de vacinação contra a COVID-19 avança lentamente no Brasil. Segundo dados das secretarias de Saúde, apenas 30% da população brasileira receberam a primeira dose de um dos imunizantes disponíveis, e pouco mais de 11% completaram a imunização. Além de problemas de logística e de aquisição de insumos para a produção, o excesso de fake news sobre vacinas contra a COVID-19 também atrapalham a imunização dos brasileiros. Uma das mais recentes que circulam pelo WhatsApp é um áudio creditado a um virologista de nome Roberto Klaus, que seria vinculado ao Hospital Albert Einstein. O suposto virologista diz que os imunizantes são experimentais e que não teriam segurança comprovada. Ele alerta também que as vacinas não foram testadas em idosos e que podem “atrapalhar o DNA” de vacinados. Sobre COVID-19, leia também: Todas as novidades para médicos e profissionais sobre o coronavírus Confira as fake news sobre a Covid-19 Linha do tempo do Coronavírus no Brasil Coronavírus: o que você precisa saber após 1 ano de pandemia no Brasil O trabalho de checagem de notícias da Agência Lupa entrou em contato com o Hospital Albert Einstein, que afirmou que não há nenhum Roberto Klaus entre seus funcionários. A mensagem, portanto, é falsa, mas não apenas por ser creditada a um falso virologista. Confira a seguir os trechos do áudio falso e as informações que revelam as várias fake news disseminadas nesse conteúdo: Vacinas contra COVID-19 são seguras “A segurança [da CoronaVac] não dá nem pra gente ter ideia, porque depende da variável tempo. Quem está tomando vacina agora faz parte de ser um voluntário, porque
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