Anúncio

Raciocínio clínico na emergência: entenda a importância

Índice

ÚLTIMA CHANCE | SÓ ATÉ 30/05

Você só tem +2 dias para garantir sua pós em medicina com até 54% DE DESCONTO no aniversário Sanar.

A sua aprovação no ENAMED 2026, com quem dominou a prova em 2025

O ambiente de uma emergência é motivo de fervor entre alguns, ao mesmo passo que desperta o temor de outros. Ao longo deste Super Material, temos como objetivo desmistificar qualquer impressão prévia que você tenha deste ramo essencial da medicina, bem como demonstrar como o raciocínio clínico deve ser conduzido no mesmo.

Definição de raciocínio clínico na Emergência

O raciocínio clínico pode ser definido como o exercício de julgar sobre incerteza durante o cuidado do paciente ou o caminho cognitivo que o médico segue na tomada de decisão.

Raciocínio clínico na Emergência

A realidade da emergência consiste em consultas curtas e bem direcionadas, já que as queixas são urgentes, graves e, muitas vezes, podem representar risco iminente de morte.

Outro fator complicador é o desconhecimento da história prévia, principalmente em casos de trauma em que o paciente se encontra inconsciente e não há nenhum familiar ou testemunha do acontecimento presente.

Desta forma, na emergência, a prioridade é a identificação da gravidade do paciente e estabilização do mesmo. Estando o paciente estável, deve-se identificar doenças potencialmente graves e adotar protocolos e condutas compatíveis com as mesmas.

No atendimento pré-hospitalar, antes deste passo a passo, é extremamente importante que a segurança do local seja verificada e o atendimento só deve ser realizado quando a equipe não estiver exposta a riscos.

Identificação e estabilização do paciente grave

A identificação do paciente grave deve ser realizada através do atendimento inicial, sumarizado pelo ABCD:

Airways – Vias aéreas

Deve-se:

  • Verificar se paciente tem as vias aéreas pérvias: conversar com paciente, procurar por sinais de obstrução (estridor, respiração ruidosa, cianose, corpo estranho);

  • Verificar se tem capacidade de proteger vias aéreas: avaliar se os reflexos protetores estão intactos (através da observação de deglutição espontânea ou voluntária e da presença de secreções na orofaringe posterior), buscando verificar o risco de aspiração;

Caso alterações sejam observadas, deve-se realizar manobras de liberação de vias aéreas: Chin-lift ou Jaw-Thrust. Ademais, é essencial retirar corpos estranhos ou aspirar conteúdos que prejudiquem a perviedade das vias aéreas.

Imagem ilustrativa da Manobra Chin-lift: elevação do mento.

Imagem: Manobra Chin-lift: elevação do mento. Fonte: ATLS, 2018.

Imagem ilustrativa da Manobra Jaw-Thrust: anteriorização da mandíbula.

Imagem: Manobra Jaw-Thrust: anteriorização da mandíbula. Fonte: ATLS, 2018.

SE LIGA! Se o paciente se apresentar arresponsivo, ativa-se imediatamente o protocolo de parada cardiorrespiratória, e após checagem de pulso e respiração, inicia-se as compressões e ventilações com proporção 30:2.

Breathing – Ventilação

Deve-se avaliar simetria, expansibilidade, uso de musculatura acessória, padrão respiratório, ausculta, palpação e percussão. Havendo alterações patológicas é essencial o suporte de O2, seja ventilação não invasiva (VNI), intubação orotraqueal (IOT), ventilação mecânica ou outros dispositivos mais simples (cateter nasal, máscara de Venturi, máscara não reinalante), a depender da gravidade do quadro clínico.

Posts relacionados

Compartilhe este artigo:

SanarFlix2.0-color
Garanta seu semestre em Medicina com R$ 200 off no SanarFlix 2.0

Anúncio

Não vá embora ainda!

Temos conteúdos 100% gratuitos para você!

🎁 Minicursos com certificado + e-books

📚💻 Não perca o ritmo!

Preencha o formulário e libere o acesso ao banco de questões 🚀