Medicina da Família e Comunidade

Ambulatório: 5 dicas valiosas de atendimento

Ambulatório: 5 dicas valiosas de atendimento

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Durante a faculdade e nas redes de conteúdo médico, o estudante e o médico recém-formado irão encontrar muitas dicas sobre como trabalhar na UTI ou nas emergências. Entretanto, pouco é falado sobre o ambulatório, sendo que esse é um dos principais ambientes de atuação médica.

Se você pretende fazer Clínica Médica, alguma subespecialidade ou ser médico na atenção básica, você precisa dominar o que há de importante no atendimento no ambulatório. Então presta atenção nas dicas que trazemos pra você!

Mas afinal, o que é ambulatório?

Ambulatório é o espaço de atendimento que não necessariamente precisa funcionar com base em agendamento, mas que oferece consultas com especialistas ou clínicos gerais. Ou seja, é um ambiente similar ao pronto socorro, mas sem a característica de urgência.

Assim, o médico que atua no ambulatório é aquele que realiza consultas de rotina e de diagnóstico, sejam de doenças agudas ou crônicas, e que geralmente atua com casos parecidos entre os pacientes.

Para tanto, é importante ter atenção à alguns elementos da consulta para que a mesma tenha ótima qualidade. Confira abaixo as 5 principais dicas.

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1ª dica: Concentre esforços na anamnese

Ninguém vai saber tanto sobre a doença do seu paciente quanto o seu paciente. Assim, uma das dicas mais importantes para você ter em mente no seu atendimento é garantir que o seu paciente seja bem ouvido. Dessa forma, você não deixa nenhum detalhe clínico relevante passar, e o raciocínio diagnóstico é favorecido.

Claro que nem sempre tudo que o paciente te contar tem a ver com a queixa principal, mas cabe ao médico filtrar o que há de relevante para o caso e, assim, promover um atendimento integral.

Ou seja, não espere que o paciente selecione o que precisa ser dito sobre sua doença. Pergunte, questione e aprofunde no que o paciente tiver para contar.

Perguntas da anamnese

Dentre as perguntas que você não pode deixar de fazer estão:

  • Data e contexto do início dos sintomas;
  • Fatores de melhora e de piora;
  • Se o paciente fez uso de medicação;
  • Se há algum sintoma associado além de sua queixa principal;
  • Histórico médico pessoal e familiar completo;
  • Hábitos de vida.

Ou seja, uma anamnese bem feita pode ser crucial para uma boa consulta. Saiba mais sobre todos os elementos da anamnese no Manual de Semiologia Médica.

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2ª dica: Tenha um bulário com você no Ambulatório

Na hora de fazer uma prescrição para o paciente, você não pode errar. Sabemos que erros acontecem, mas o cuidado deve ser extremo ao passar uma medicação ou um tratamento. Portanto, você deve ter em mãos um bom material de consulta para sanar qualquer dúvida que tiver sobre uma posologia ou nome da medicação.

Imagine se você vai em uma consulta médica: você prefere que o médico consulte a dosagem certa por alguns segundos ou que te passe a dose errada? Então não tenha vergonha e consultar e não prescreva nada sem ter certeza absoluta.

Se você não sabe qual material levar para o ambulatório para saber as condutas e prescrições corretas, recomendamos o Yellow Fluxos e Condutas de Ambulatório.

O Yellow Fluxos e Condutas de Ambulatório é o material mais completo que você vai encontrar para estudar os fluxos e condutas práticos para o dia a dia.

O médico e o clínico geral precisam ter uma boa noção dos principais assuntos de diversas especialidades, e é isso que esse livro propõe. Sempre com ênfase na prática.

Além disso, esse livro possui um bulário completo para cada doença abordada. Assim, você consegue consultar rapidamente antes de fazer uma prescrição. Clique aqui e conheça o Yellow Fluxos e Condutas de Ambulatório!

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3ª dica: Valorize a relação médico-paciente

Existe uma demanda crescente para que os médicos pratiquem cada vez mais uma medicina humanizada. Essa prática é muito positiva para o processo de cuidado, porque facilita a adesão do paciente ao tratamento e gera confiança e vínculo na relação médico-paciente.

Assim, não meça esforços para garantir que o seu paciente tenha uma boa relação com você e que o ambiente do ambulatório seja seguro para ele.

Condutas importantes

Dentre os bons hábitos que você pode praticar estão:

  • Praticar uma escuta atenciosa, e fazer com que o paciente se sinta à vontade para falar.
  • Respeitar as individualidades do paciente.
  • Utilizar um vocabulário compatível com a realidade do seu paciente, garantindo que será entendido.
  • Perguntar sobre os sentimentos do paciente em relação à doença e atentar-se à história psicossocial dele.

Ou seja, pratique tudo que torne a sua Medicina mais humana e possa favorecer a relação com seu paciente.

4ª dica: Estude, estude e estude

Não importa qual seja a sua atuação na Medicina, você sempre precisa estudar cada vez mais. No ambulatório, então, não poderia ser diferente. Assim, após conhecer quais são os casos mais frequentes no ambulatório em que você estagia, faz residência ou atende já como médico, estude.

O Yellow Fluxos e Condutas de Ambulatório pode te dar suporte em muitas áreas, e para estudantes de Medicina é muito recomendado. Entretanto, para médicos especialistas, é uma boa ideia investir em um material mais específico. Um cárdio, por exemplo, precisa estar mais preparado para lidar com doenças do coração, e precisa buscar um material para tal.

De qualquer forma, não acomode-se em sua zona de conforto e não deixe que te falte a humildade de saber que sempre há mais para aprender. Então identifique suas fraquezas, busque os materiais mais atualizados e sempre estude

5ª dica: Lembre-se que o ambulatório também tem pacientes graves

Ao trabalhar ou estagiar em um ambiente de ambulatório, como uma Unidade de Saúde da Família, você nunca deve ter em mente que está lá para atender pacientes ditos “fáceis”.

Por mais que doenças menos complexas estejam presentes, o médico precisa estar preparado para lidar com o que entrar em seu consultório.

Vários pacientes supostamente não emergenciais podem estar acometidos por várias doenças graves sem diagnóstico. Muitas vezes, encaminhar para especialistas será necessário. Isso porque o médico generalista ou clínico pode diagnosticar um câncer, uma doença hereditária, dentre outros exemplos.

Portanto, leve todo e qualquer paciente a sério. Afinal, você está lidando com vidas e possui o dever de promover cuidado. Não subestime a gravidade de nenhum dos seus pacientes e faça de tudo para não deixar nada passar batido.

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