Otorrinolaringologia

As melhores residências em Otorrinolaringologia

As melhores residências em Otorrinolaringologia

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Sanar Residência Médica

16 min há 312 dias

Estabelecer quais são as melhores residências em otorrinolaringologia ainda é uma tarefa delicada. Isso porque, no Brasil, não há metodologia única que faça a análise e comparação dos programas.

Dessa forma, ao longo desta publicação, nós vamos mostrar um panorama geral da especialidade e, por fim, mostrar as melhores residências em otorrinolaringologia com base nas instituições e programas que são referências no setor. Confira!

Otorrinolaringologia

A otorrinolaringologia é a especialidade médica que estuda, diagnostica e trata os distúrbios do ouvido (oto), nariz (rino) e boca/garganta (laringo). A especialidade médica é abrangente e importante, sendo a responsável por estudar três dos cinco sentidos do corpo humano: paladar, olfato e audição. 

Tem tanta importância no cenário brasileiro que hoje é a 14ª especialidade mais procurada entre os médicos recém-formados.

Poucas especialidades médicas sofreram tantas mudanças e amplo desenvolvimento científico nas últimas décadas quanto a otorrinolaringologia. Ao longo dos anos, a especialidade foi aperfeiçoada e incorporou tecnologias na endoscopia, radiologia e microcirurgia em sua atuação profissional.

Apesar de hoje ser uma especialidade bastante moderna, que utiliza aparelhos de alta tecnologia, existem relatos otorrinolaringológicos de aproximadamente 1500 a.C, como na Farmacopéia Egípcia, na qual existe um capítulo intitulado: “Medicamentos para o ouvido com audição fraca”. Nele são encontrados tratamentos para zumbidos, tonturas e hipoacusia.

Outras descrições de tratamentos e cirurgias na laringe e faringe datam dos médicos egípcios, hindus e gregos. Já em 1873, foi realizada a primeira laringectomia total, em Viena, pelo cirurgião Theodor Billroth.

O médico otorrinolaringologista

O otorrinolaringologista sempre precisa buscar novos conhecimentos e se dedicar ao aprendizado das diversas técnicas cirúrgicas empregadas nesta especialidade, uma vez que ela encontra-se em constante evolução e refinamento alinhada com as tecnologias mais avançadas.

A otorrinolaringologia é uma uma especialidade clínico-cirúrgica e, por isso, o médico que escolher trabalhar nesta área tem a oportunidade de distribuir seus horários de trabalho entre turnos de consultório, cirurgias e, muitas vezes, plantões.

Em sua rotina, o especialista costuma atender muitos pacientes com infecções agudas das vias respiratórias, otites, queixas como obstrução nasal crônica, roncos e perda auditiva. 

É também por isso que o cotidiano no consultório não costuma ser estressante, com exceção de eventuais complicações cirúrgicas, principalmente relacionadas a tumores e complicações de otites, rinossinusites, etc.

Já no plantão a situação pode ser um pouco diferente. É comum a chegada de pacientes, principalmente pediátricos, necessitando de remoção de corpos estranhos em conduto auditivo, nariz ou garganta. Esta tarefa minuciosa e delicada é uma das atividades desempenhadas por um plantonista em otorrinolaringologia. 

De acordo com a Demografia Médica de 2018, no Brasil a especialidade possui 6373 médicos otorrinolaringologistas (o que representa 1,7%) e o perfil consiste em um profissional de em média 46 anos, 61,2% são homens e com distribuição de 3,07 profissional a cada 100 mil habitantes. Por região, a quantidade de otorrinolaringologista é irregular e se dá, da seguinte maneira: Norte 3,2%, Nordeste 16,4%, Sudeste 55%, Sul 17,1% e Centro-Oeste 8,3%.

A rotina do otorrinolaringologista

Por se tratar de uma especialidade clínica-cirúrgica, o dia-a-dia do otorrinolaringologista é bastante diverso. Dentre os procedimentos mais comuns, destacam-se: 

  • Videolaringoscopia 
  • Remoção de cáseo
  • Remoção de cerúmen
  • Videoendoscopia nasal 
  • Diagnóstico de vestibulopatias periféricas

Já entre as cirurgias mais realizadas estão:

  • Adenoamigdalectomia
  • Timpanoplastia
  • Septoplastia. 

Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF)

A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial é uma sociedade civil de caráter científico, sem fins lucrativos, legítima representante da classe profissional dos médicos otorrinolaringologistas, que se propõe a promover o desenvolvimento da especialidade e o intercâmbio científico, técnico, cultural e social entre os seus profissionais. É vinculada à Associação Médica Brasileira.

Missão

Trabalhar em busca da excelência da Otorrinolaringologia Brasileira, promovendo atualização e conhecimento, valorizando e defendendo o interesse dos seus associados e colaborando na melhoria das condições de saúde da população brasileira.

Visão

Ser modelo de associação de especialidade médica no Brasil, com expressão internacional.

Mercado de trabalho

Assim como em outras especialidades, o otorrinolaringologista poderá trabalhar em clínicas privadas, hospitais públicos ou investir em seu próprio consultório. 

Nas duas primeiras opções, geralmente o médico recebe de acordo com a sua produtividade baseada em valores de consultas e procedimentos particulares ou nos valores estabelecidos pelos planos de saúde.

De todo modo, a carreira profissional do otorrino não necessariamente está atrelada a uma grande empresa, podendo acontecer de maneira independente. Nesse caso, é preciso realizar um investimento inicial para montar o próprio consultório, com os equipamentos necessários para diagnóstico e condução dos casos atendidos.

Para o otorrinolaringologista, também existe a possibilidade de seguir com os estudos e investir em uma subespecialização!

Área de atuação

A otorrinolaringologia é uma especialidade bastante abrangente que possibilita ao residente estudar diversos assuntos. Além da Otologia, Rinologia e Laringologia, este especialista também tem como área de atuação:

  • Medicina do Sono (distúrbios do sono em geral, ronco e apneia);
  • Cirurgia Cérvico Facial (doenças da cabeça e pescoço, englobando a tireoide);
  • Cirurgia Craniomaxilofacial (doenças e deformidades do crânio e dos maxilares);
  • Foniatria (Distúrbios de Comunicação e Aprendizagem);
  • Otorrinolaringologia Pediátrica (deformidades congênitas e baixa de audição em crianças);
  • Otorrinolaringologia ocupacional (doenças relacionadas ao trabalho);
  • Cirurgias Plásticas faciais (Rinoplastias estéticas e reconstrutoras e Otoplastias);
  • Cirurgia Plástica de Pálpebras (blefaroplastias).

Remuneração

Um médico otorrinolaringologista ganha em média R$ 4.556,09 no mercado de trabalho brasileiro para uma jornada de trabalho de 18 horas semanais, de acordo com pesquisa do site Salário junto a dados oficiais do Novo CAGED, eSocial e Empregador Web.

Por outro lado, segundo estimativa do site ALast, um otorrinolaringologista recebe R$6.249,35 no mercado de trabalho brasileiro para uma jornada de trabalho de 20 horas semanais, apesar de não ser informado a jornada de trabalho dos entrevistados.

A remuneração, em linhas gerais, depende da experiência do profissional e da área de atuação.

Residência médica em otorrinolaringologia

A residência médica em otorrinolaringologia tem duração de três anos e a forma de ingresso é por acesso direto, ou seja, basta ter registro de médico para ingressar em programas de residência médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica/Ministério da Educação (CNMR/MEC). 

Durante a residência em Otorrinolaringologia, as atividades são distribuídas em ambulatórios, cirurgias, plantões em emergências, atividades acadêmicas e de pesquisa.

Antes de escolher em qual instituição fazer a residência médica  é importante considerar alguns pontos, como a estrutura dos ambulatórios, da presença e conservação de equipamentos fundamentais, como:

  • BERA
  • Audiometria
  • Otoemissões
  • Polissonografia
  • Vectoeletronistagmografia
  • Equipamento de videoendoscopia

Segundo o Relatório de Demografia Médica de 2018, haviam 588 médicos residentes em atuação, destes 256 R1, 181 R2 e 151 R3. Esse número representa 1,7% dos residentes brasileiros. Todavia, em 2018 haviam, autorizadas pelo CNRM, 820 vagas. 

Objetivo

Habilitar médicos a adquirir as competências necessárias para realizar diagnósticos, procedimentos diagnósticos, tratamentos clínicos e cirúrgicos na área de otorrinolaringologia.

Matriz de competências

A Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) aprovou em 2018 a matriz de competências para a formação de especialistas em otorrinolaringologia.

AO TÉRMINO DO PRIMEIRO ANO – R1

  1. Dominar as bases da anatomia e fisiologia da orelha externa, média e interna, nariz, seios paranasais, boca, faringe, laringe, esôfago cervical, traqueia, face, órbitas, couro cabeludo, base de crânio e pescoço.
  2. Avaliar as técnicas do exame físico otorrinolaringológico (otoscopia, rinoscopia anterior e posterior, oroscopia, laringoscopia, inspeção estática e dinâmica da face, palpação cervical, avaliação de pares cranianos).
  3. Demonstrar habilidades na realização de exame físico armado otorrinolaringológico, como endoscopia nasal rígida e flexível, faringolaringoscopia rígida e flexível, laringoestroboscopia, traqueoscopia, vídeo-endoscopia da deglutição, vídeoquimografia, vídeo-otoscopia, micro-otoscopia, vídeo-endoscopia do sono.
  4. Compreender a realização de exames de avaliação auditiva como audiometrias, imitanciometria, otoemissões acústicas e audiometrias de tronco cerebral (BERA), e interpretá-los corretamente;
  5. Demonstrar habilidades técnicas para a realização e interpretação do exame físico otoneurológico, como manobras para diagnóstico e tratamento de vertigens posicionais, manobras do tipo bed-side tests, testes de equilíbrio estático e dinâmico, incluindo Romberg, Unterberger-Fukuda e marcha;
  6. Planejar e realizar procedimentos otorrinolaringológicos ambulatoriais, como remoção de cerume; remoção de corpos estranhos otológicos, nasossinusais, faríngeos e laríngeos; cauterização nasal em epistaxes, tamponamentos nasais anteriores e posteriores; drenagem de abscessos em orelha externa, nariz, boca, faringe, couro cabeludo, face e pescoço; biópsias de orelha externa, nariz, boca, faringe, face e pescoço;
  7. Dominar a técnica cirúrgica em cirurgias otorrinolaringológicas de pequeno porte ou complexidade, como adenoidectomias, amigdalectomias, timpanotomias para tubo de ventilação, cauterização de conchas inferiores, frenotomias, exérese de rânulas, colobomas e cistos, e biópsias; 
  8. Dominar o auxílio em cirurgias otorrinolaringológicas de médio e grande porte ou complexidade: timpanoplastias, reconstruções de cadeia ossicular, cirurgias do estribo, otoplastias, meatoplastias, mastoidectomias, implantes de próteses de condução óssea, implantes cocleares, cirurgias de nervo facial, cirurgias de ouvido congênito, temporalectomias, frontoplastias, septoplastias, turbinectomias, turbinoplastias, rinoplastias, sinusectomias, cirurgias endoscópicas da base de crânio, dacriocistorrinostomias, acessos à órbita, malformações, uvulopalatofaringoplastias, faringoplastias, palatoplastias, microcirurgias de laringe, supraglotoplastias, aritenoidectomias, tireoplastias, tireoidectomias, cordectomias, cricotireoidostomia, traqueostomias, traqueoplastias, correções de estenoses laríngeas ou traqueais;
  9. Planejar e organizar a apresentação de casos clínicos para discussões médicas.
  10. Analisar o diagnóstico, tratamento clínico e/ou cirúrgico e complicações das afecções otorrinolaringológicas inflamatórias, infecciosas, estruturais e/ ou neoplásicas. 
  11. Desenvolver habilidade para comunicar e aconselhar pacientes/responsáveis sobre indicação, contraindicação e complicações de procedimentos propostos no plano terapêutico.

AO TÉRMINO DO SEGUNDO ANO – R2

  1. Dominar os fundamentos em Otorrinolaringologia.
  2. Dominar a anamnese e exame físico otorrinolaringológicos às diversas afecções otorrinolaringológicas, envolvendo afecções da orelha externa, média e interna, nariz, seios paranasais, faringe, laringe, traqueia, face, órbitas, base de crânio e pescoço.
  3. Avaliar a anamnese e exame físico otorrinolaringológico para diagnosticar distúrbios do sono e diagnósticos diferenciais de sonolência excessiva diurna;
  4. Dominar o exame físico armado otorrinolaringológico (endoscopia nasal rígida e flexível, faringolaringoscopia rígida e flexível, laringoestroboscopia, traqueoscopia, vídeo-endoscopia da deglutição, vídeo-quimografia, vídeo-otoscopia, icro-otoscopia, vídeo-endoscopia do sono). 
  5. Avaliar os exames complementares para a confirmação diagnóstica das diversas afecções otorrinolaringológicas envolvendo afecções da orelha externa, média e interna, nariz, seios paranasais, faringe, laringe, couro cabeludo, traqueia, face, órbitas, base de crânio e pescoço.
  6. Avaliar e interpretar os exames complementares de diagnóstico de alergias e conhecer a realização e interpretação de testes cutâneos de hipersensibilidade imediata;
  7. Dominar a realização de exames de avaliação do equilíbrio corporal como oculografia, testes vestibulares, posturografias.
  8. Dominar a realização e análise de exames eletrofisiológicos relacionados ao VII e VIII par, como otoemissões, potenciais evocados auditivos de tronco encefálico (PEATE), potenciais evocados de média e longa latência, eletrococleografia, potencial evocado miogênico vestibular;
  9. Demonstrar habilidade na indicação e interpretação de polissonografia, e compreender as diferentes modalidades de monitorização do sono e teste de latências múltiplas do sono;
  10. Analisar a indicação e realização de exercícios de reabilitação vestibular e de reabilitação do nervo facial;
  11. Avaliar as manifestações otológicas das doenças sistêmicas.
  12. Dominar o diagnóstico, tratamento clínico e/ou cirúrgico e complicações das afecções otorrinolaringológicas inflamatórias, infecciosas, estruturais e/ ou neoplásicas da orelha externa, média e interna, nariz, seios paranasais, boca, faringe e laringe;
  13. Dominar as técnicas cirúrgicas em cirurgias otorrinolaringológicas de pequeno e médio porte ou complexidade: adenoidectomias, amigdalectomias, timpanotomias para tubo de ventilação, cauterização de conchasinferiores, frenotomias, exérese de rânulas, colobomas, timpanoplastias, septoplastias, turbinectomias, turbinoplastias, microcirurgias de laringe, traqueostomias, exéreses de cistos cervicais, cirurgias de glândulas salivares, biópsia ou exérese de tumores, drenagens de abscessos. 
  14. Planejar e realizar as técnicas cirúrgicas em cirurgias otorrinolaringológicas de grande porte ou complexidade: reconstruções de cadeia ossicular, cirurgias do estribo, otoplastias, meatoplastias, mastoidectomias, implantes de próteses de condução óssea, implantes cocleares, cirurgias de nervo facial, cirurgias de ouvido congênito, temporalectomias, rinoplastias,sinusectomias, cirurgias endoscópicas à base de crânio, dacriocistorrinostomias, acessos à órbita, uvulopalatofaringoplastias, faringoplastias, palatoplastias, supraglotoplastias, aritenoidectomias, tireoplastias, cordectomias endoscópica, traqueoplastias , correções de malformações. e traumas.
  15. Compreender as frontoplastias, ritidoplastias, blefaroplastias, frontoplastias, tireoidectomias, reconstruções laringotraqueais, faringectomias, correções de estenoses laríngeas ou traqueais, laringectomias, esvaziamentos cervicais, cirurgias de esqueleto facial, cirurgias ortognáticas 
  16. Dominar o preparo pré-operatório e os cuidados pós-operatórios dos pacientes que serão submetidos a cirurgias da orelha externa, média e interna, nariz, seios paranasais, boca, faringe, laringe, traqueia, face, órbitas, base de crânio e pescoço, orientando adequadamente o paciente, minimizando riscos e prevenindo complicações.
  17. Analisar e avaliar publicações científicas, tendo capacidade de se atualizar em temas específicos.
  18. Administrar o tempo para equilibrar suas atividades educacionais e assistenciais 
  19. Reconhecer situações que necessitem de encaminhamento a outras especialidades médicas.

AO TÉRMINO DO TERCEIRO ANO – R3

  1. Dominar o conhecimento teórico-prático de Otorrinolaringologia avançada, tendo visão global do paciente, avaliando pelas melhores opções terapêuticas. 
  2. Dominar a coordenação da equipe cirúrgica otorrinolaringológica durante o ato operatório.
  3. Dominar diagnósticos diferenciais para os distúrbios do sono e julgar a indicação e utilização terapias clínicas e cirúrgicas incluindo aparelhos intra-orais e terapias de pressão positiva. Ter capacidade de interagir com equipe multiprofissional e interprofissional de Medicina do Sono.
  4. Dominar a anamnese e exame físico otorrinolaringológico voltado para Foniatria, dominar o diagnóstico e tratamento de distúrbios da linguagem, aprendizagem e comunicação, bem como a indicação de terapias inter e multiprofissionais.
  5. Dominar a anamnese e exame físico otorrinolaringológico voltado para cirurgia craniomaxilofacial. 
  6. Dominar o diagnóstico e tratamento, bem como a indicação de terapias multidisciplinares e multiprofissionais.
  7. Valorizar o trabalho em equipe multiprofissional;
  8. Planejar e realizar a indicação e utilização de monitorização de pares cranianos em cirurgias otorrinolaringológicas.
  9. Dominar a indicação e utilização de tecnologias em cirurgias otorrinolaringológicas, como microdebridador, laser e radiofrequência.
  10. Dominar o diagnóstico e tratamento das complicações cirúrgicas intra e pós-operatórias mais prevalentes na Otorrinolaringologia.
  11. Dominar com maior grau de complexidade a técnica cirúrgica em cirurgias otorrinolaringológicas de pequeno, médio e grande porte, como adenoidectomias, amigdalectomias, timpanotomias para tubo de ventilação, cauterização de conchas inferiores, frenotomias, exérese de rânulas, colobomas, timpanoplastias, reconstruções de cadeia ossicular, cirurgias do estribo, otoplastias, meatoplastias, mastoidectomias, implantes de próteses de condução óssea, implantes cocleares, cirurgias de nervo facial, cirurgias de ouvido congênito, temporalectomias, implantes cocleares, septoplastias, turbinectomias, turbinoplastias, rinoplastias, sinusectomias, cirurgias endoscópicas à base de crânio, dacriocistorrinostomias, acessos à órbita, uvulopalatofaringoplastias, faringoplastias, palatoplastias, microcirurgias de laringe, supraglotoplastias, aritenoidectomias, tireoplastias, cordectomias, traqueostomias, traqueoplastias, exéreses de cistos cervicais, cirurgias de glândulas salivares, biópsias, correções de malformações, cirurgias de esqueleto facial e traumas;
  12. Planejar e realizar estudos científicos e artigos científicos para publicação.

Subespecialidades

Segundo o Relatório de Demografia Médica de 2018, haviam as seguintes subespecialidades autorizadas pelo CNRM:

  • Cirurgia Crâniomaxilofacial – 01 ano
  • Foniatria – 01 ano
  • Medicina do Sono – 01 ano

Melhores residências em otorrinolaringologia

A escolha da residência médica é uma etapa fundamental na formação do médico. Sendo assim, o profissional deve pesquisar sobre as instituições que oferecem a especialidade escolhida e optar por aquelas que atendam as demandas pessoais para uma boa formação e suas necessidades.

No Brasil, segundo a ABN há aproximadamente 100 programas de residência médica sendo ofertados. São instituições de caráter federal, estadual, militar, privado ou filantrópico. 

Definir quais as melhores residências é uma tarefa delicada, afinal ainda não há metodologia única que compare e analise todas as residências. Desse modo, listamos abaixo, algumas instituições que sempre são apontadas pelo setor como boas referências: 

  1. FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNICAMP – https://www.fcm.unicamp.br/
  2. FACULDADE DE MEDICINA DA USP – http://www.fm.usp.br/fmusp/portal/
  3. HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. EDGARD SANTOS (HUPES) – UFBA – www.ufba.br
  4. HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE – www.ufpe.br
  5. HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE – www.hcpa.ufrgs.br
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Confira o vídeo:

Conheça as melhores residências médicas:

Referências:

  1. Otorrinolaringologia: residência, rotina, mercado de trabalho e mais
  2. Relatório de Demografia Médica de 2018
  3. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
  4. Serviços reconhecidos pela ABORL-CCF
  5. Matriz de competências de Otorrinolaringologia
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