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Abordagem da Dispneia no pronto-socorro

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Confira orientações de como é a abordagem da dispneia no pronto-socorro!

Dispneia é a sensação de falta de ar, com respiração difícil ou desconfortável. Pode ser causada por obstrução de via aérea alta ou baixa, doença de parênquima e/ou distúrbio de controle.

Saber fazer a abordagem da Dispneia no pronto-socorro, de forma adequada e sistematizada, é fundamental para minimizar possíveis complicações.

Causas de dispneia

Tratamento empírico da afecção de via aérea baixa

  • Suporte ventilatório
    • BiPAP
    • Cânula nasal de alto fluxo
    • Intubação
  • Broncodilatadores
    • Salbutamol spray, aerossol, venoso
    • Ipratrópio
  • Corticoides
    • Metilprednisolona 125 IV
    • Prednisona 40mg VO
  • ATB
    • Se DPOC exacerbado

Tratamento empírico da afecção de via aérea baixa

  • Oxigenoterapia
    • Alvo de SpO2 (DPOC): 88 a 92%
    • Alvo de SpO2  (Sem DPOC): 92 a 94%

Cateter nasal

  • Cada litro por minuto:
    • 3 a 4% a mais de FiO2
    • Depois de 6L/min é só desperdício

Máscara não reinalante

Resultado de imagem para máscara não reinalante
  • Cada litro por minuto:
    • 6 a 10% a mais de Fio2
    • Não consegue chegar a 100%, pois não é um dispositivo fechado, mas chega perto

Máscara de Venturi

  • Cada filtro tem sua FiO2
    • É possível calcular o índice P/F com precisão

Cânula nasal de alto fluxo

  • Como funciona?
    • Entrega alguma PEEP (?)
    • Faz o paciente respirar menos ar atmosférico
    • Umidifica e aquece o ar
    • Reduz o espaço morto

Dispositivo bolsa válvula máscara (“ambu”)

Resultado de imagem para dispositivo bolsa valvula mascara
  • Em quem? Quais as características?
    • Em quem não respira ou respira muito pouco
    • Entrega ar sob pressão positiva
    • Entrega PEEP se tiver válvula
    • Pode colocar filtro HEPA

Máscara laríngea

  • Em quem? Quais características?
    • Em quem não respira ou respira muito pouco
    • Em quem está em risco de falência respiratória
    • Via aérea avançada não definitiva (não passar mais que 4 horas, 60cmH20)

Tubo endotraqueal

Resultado de imagem para intubação orotraqueal
  • Em quem? Quais as características?
    • Em quem não respira ou respira muito pouco
    • Em quem está em risco de falência respiratória
    • Via aérea avançada definitiva

Abordagem da dispneia na psiquiatria

Excluir causas orgânicas e uso de medicamentos. Investigar intoxicação por substância, abstinência de álcool e abstinência de outras substâncias.

Ataque de pânico?

  • Início abrupto de medo e desconforto
  • Sintomas físicos: taquicardia, tremores, sudorese, dor no peito, calafrios, falta de ar, náuseas, sensação de desmaio
  • Sintomas psíquicos: desrealização e despersonalização
  • Sensação que vai morrer ou enlouquecer/perder o controle

No ambulatório: checar história e fechar diagnósticos

Ansiedade , medo e esquiva

  • Medo: emoção resposta a uma ameaça real ou percebida
    • Excitabilidade autonômica
    • Preparo para luta ou fuga
  • Ansiedade: antecipação de uma ameaça futura
    • Tensão muscular
    • Vigilância/preocupação
    • Preparação, esquiva
  • Esquiva: “diminuição da ansiedade”

Transtorno de pânico

  • Ataques de pânico repetidos e imotivados
  • Pode ocorrer com ou sem agorafobia

Agorafobia

  • Medo/ansiedade desproporcional de estar em uma situação cujo escape/socorro seja difícil
  • Transporte público
  • Locais lotados
  • Locais fechados
  • Ficar sozinho fora de casa
  • Locais abertos
  • Comumente acompanha evitar a exposição

Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

  • Ansiedade e preocupações sem um foco específico;
  • Preocupação excessiva sobre vários acontecimentos ou atividades, na maior parte dos dias, durante os últimos 6 meses;
  • Paciente acha difícil conter a preocupação excessiva;
  • Presença de sintomas somáticos, como inquietação, cansaço, irritabilidade, tensão muscular, distúrbio do sono, dificuldade de concentração

Antidepressivos – Principais erros

  • Tratamento com subdose
  • Iniciar com dose maior que a mínima necessária para efeito
  • Trocar antidepressivo nos primeiros dias se der efeito colateral
  • Aumentar a dose se não houver nenhuma resposta esperando o tempo ideal
  • Dividir a dose em diversas tomadas em medicamentos em que não é preciso
  • Suspensão da medicação após a melhora/não suspender nunca

Antidepressivos – Princípios básicos

  • Objetivo: remissão completa (inclusive sono, apetite, dor)
  • Fases obrigatórias do tratamento: período de ajuste da medicação (até remissão completa) + período de manutenção (após atingir a remissão)
  • Início visando sempre a dose mínima efetiva até o efeito
  • Se não fizer nenhum efeito em 4 semanas, não adianta aumentar ou esperar mais tempo
  • Se fizer pouco resultado no início (antes de 6 semanas), não é para aumentar
ISRS: Inibidor Seletivo de Recaptação da Serotonina

Pensando no tratamento

  • Compensação da ansiedade
  • Papel da terapêutica
  • Terapêutica não-farmacológica
  • Diminuição de recaída

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