Anúncio

Estudo revela que coronavírus sofreu mutações após chegar ao Brasil

Estudo revela que coronavírus sofreu mutações após chegar ao Brasil

Índice

ÚLTIMA CHANCE | SÓ ATÉ 30/05

Você só tem +2 dias para garantir sua pós em medicina com até 54% DE DESCONTO no aniversário Sanar.

A sua aprovação no ENAMED 2026, com quem dominou a prova em 2025

Dezenove pacientes dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul e São Paulo serviram de estudo para que cientistas brasileiros sequenciassem o genoma do novo coronavírus. 

Desse total, 17 têm origem europeia e dois vêm da Ásia. Com isso, a pesquisa – realizada em 48 horas – constatou que o vírus Sars-CoV-2 sofreu mutações no País e já apresenta características distintas dos coronavírus introduzidos, servindo de comprovação genética da transmissão comunitária. Ou seja, quando o contágio passa a ser feito ao mesmo tempo por várias fontes não identificadas e que não estiveram no exterior.

O sequenciamento do vírus foi realizado durante o fim de semana do dia 21 de março no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. 

Confira conteúdos voltados para profissionais da saúde!!

O trabalho teve a participação de pesquisadores do LNCC, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e contou com a parceria de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da universidade de Oxford na Inglaterra, além de alunos de pós-graduação do país. 

O desdobramento agora será procurar por mutações que possam ser associadas à gravidade e à facilidade de transmissão. Para os pesquisadores, a descoberta reforça a importância do isolamento social, além de ser um trabalho com importância na prevenção, na contenção para que no futuro possibilite o desenvolvimento de testes, vacinas e terapias.

“Vamos acompanhar a dispersão da Covid-19 e usar inteligência artificial para identificar padrões que possam estar ligados a mudanças importantes, que aumentem a agressividade dele, por exemplo”, detalha Renato Santana, do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução da UFMG. 

De acordo com o Globo, os cientistas começarão também a analisar amostras de Sars-CoV-2 extraídas do sangue de pacientes em estado grave. A ideia é investigar se há no material genético desses vírus algum indicador que possa ser associado à severidade da doença.  

Vale ressaltar que a mutação de um vírus é algo natural. Porém, por enquanto, nenhum trabalho revelou que o novo coronavírus sofreu alguma mutação que o tornasse mais letal.

Confira o vídeo:

De Quarentena com a Sanar!

Posts relacionados:

Compartilhe este artigo:

SanarFlix2.0-color
Comece os estudos com o apoio certo, desde o Ciclo Básico até o R1

Anúncio

Não vá embora ainda!

Temos conteúdos 100% gratuitos para você!

🎁 Minicursos com certificado + e-books

📚💻 Não perca o ritmo!

Preencha o formulário e libere o acesso ao banco de questões 🚀